<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705</id><updated>2011-07-07T20:38:57.433-03:00</updated><title type='text'>Última Pauta</title><subtitle type='html'>Como no mito de Sísifo,o último assunto é sempre o próximo a ser tratado pelos jornalistas. Conjunto de reportagens, entrevistas e textos afins.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ultimapauta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>105</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-3660500548891781676</id><published>2010-08-26T20:51:00.001-03:00</published><updated>2010-08-26T20:51:19.696-03:00</updated><title type='text'>O operário em construção por Vinícius de Moraes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;" class="epi"&gt;&lt;i&gt;E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:&lt;br&gt; – Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue  e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.&lt;br&gt; E Jesus, respondendo, disse-lhe:&lt;br&gt; – Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.&lt;br&gt; Lucas, cap. V, vs. 5-8.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Era ele que erguia casas&lt;br&gt; Onde antes só havia chão.&lt;br&gt; Como um pássaro sem asas&lt;br&gt; Ele subia com as casas&lt;br&gt; Que lhe brotavam da mão.&lt;br&gt; Mas tudo desconhecia&lt;br&gt; De sua grande missão:&lt;br&gt; Não sabia, por exemplo&lt;br&gt; Que a casa de um homem é um templo&lt;br&gt; Um templo sem religião&lt;br&gt; Como tampouco sabia&lt;br&gt; Que a casa que ele fazia&lt;br&gt; Sendo a sua liberdade&lt;br&gt; Era a sua escravidão.&lt;br&gt; &lt;br&gt; De fato, como podia&lt;br&gt; Um operário em construção&lt;br&gt; Compreender por que um tijolo&lt;br&gt; Valia mais do que um pão?&lt;br&gt; Tijolos ele empilhava&lt;br&gt; Com pá, cimento e esquadria&lt;br&gt; Quanto ao pão, ele o comia...&lt;br&gt; Mas fosse comer tijolo!&lt;br&gt; E assim o operário ia&lt;br&gt; Com suor e com cimento&lt;br&gt; Erguendo uma casa aqui&lt;br&gt; Adiante um apartamento&lt;br&gt; Além uma igreja, à frente&lt;br&gt; Um quartel e uma prisão:&lt;br&gt; Prisão de que sofreria&lt;br&gt; Não fosse, eventualmente&lt;br&gt; Um operário em construção.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Mas ele desconhecia&lt;br&gt; Esse fato extraordinário:&lt;br&gt; Que o operário faz a coisa&lt;br&gt; E a coisa faz o operário.&lt;br&gt; De forma que, certo dia&lt;br&gt; À mesa, ao cortar o pão&lt;br&gt; O operário foi tomado&lt;br&gt; De uma súbita emoção&lt;br&gt; Ao constatar assombrado&lt;br&gt; Que tudo naquela mesa&lt;br&gt; – Garrafa, prato, facão – &lt;br&gt; Era ele quem os fazia &lt;br&gt; Ele, um humilde operário, &lt;br&gt; Um operário em construção. &lt;br&gt; Olhou em torno: gamela &lt;br&gt; Banco, enxerga, caldeirão &lt;br&gt; Vidro, parede, janela &lt;br&gt; Casa, cidade, nação! &lt;br&gt; Tudo, tudo o que existia &lt;br&gt; Era ele quem o fazia &lt;br&gt; Ele, um humilde operário &lt;br&gt; Um operário que sabia &lt;br&gt; Exercer a profissão.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Ah, homens de pensamento &lt;br&gt; Não sabereis nunca o quanto &lt;br&gt; Aquele humilde operário &lt;br&gt; Soube naquele momento! &lt;br&gt; Naquela casa vazia &lt;br&gt; Que ele mesmo levantara &lt;br&gt; Um mundo novo nascia &lt;br&gt; De que sequer suspeitava. &lt;br&gt; O operário emocionado &lt;br&gt; Olhou sua própria mão &lt;br&gt; Sua rude mão de operário &lt;br&gt; De operário em construção &lt;br&gt; E olhando bem para ela &lt;br&gt; Teve um segundo a impressão &lt;br&gt; De que não havia no mundo &lt;br&gt; Coisa que fosse mais bela.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Foi dentro da compreensão&lt;br&gt; Desse instante solitário&lt;br&gt; Que, tal sua construção&lt;br&gt; Cresceu também o operário.&lt;br&gt; Cresceu em alto e profundo&lt;br&gt; Em largo e no coração&lt;br&gt; E como tudo que cresce&lt;br&gt; Ele não cresceu em vão&lt;br&gt; Pois além do que sabia&lt;br&gt; – Exercer a profissão –&lt;br&gt; O operário adquiriu&lt;br&gt; Uma nova dimensão:&lt;br&gt; A dimensão da poesia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; E um fato novo se viu&lt;br&gt; Que a todos admirava:&lt;br&gt; O que o operário dizia&lt;br&gt; Outro operário escutava.&lt;br&gt; &lt;br&gt; E foi assim que o operário&lt;br&gt; Do edifício em construção&lt;br&gt; Que sempre dizia &lt;i&gt;sim&lt;/i&gt;&lt;br&gt; Começou a dizer &lt;i&gt;não&lt;/i&gt;.&lt;br&gt; E aprendeu a notar coisas&lt;br&gt; A que não dava atenção:&lt;br&gt; &lt;br&gt; Notou que sua marmita&lt;br&gt; Era o prato do patrão&lt;br&gt; Que sua cerveja preta&lt;br&gt; Era o uísque do patrão&lt;br&gt; Que seu macacão de zuarte&lt;br&gt; Era o terno do patrão&lt;br&gt; Que o casebre onde morava&lt;br&gt; Era a mansão do patrão&lt;br&gt; Que seus dois pés andarilhos&lt;br&gt; Eram as rodas do patrão&lt;br&gt; Que a dureza do seu dia&lt;br&gt; Era a noite do patrão&lt;br&gt; Que sua imensa fadiga&lt;br&gt; Era amiga do patrão.&lt;br&gt; &lt;br&gt; E o operário disse: Não!&lt;br&gt; E o operário fez-se forte&lt;br&gt; Na sua resolução.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Como era de se esperar&lt;br&gt; As bocas da delação&lt;br&gt; Começaram a dizer coisas&lt;br&gt; Aos ouvidos do patrão.&lt;br&gt; Mas o patrão não queria&lt;br&gt; Nenhuma preocupação&lt;br&gt; – &amp;quot;Convençam-no&amp;quot; do contrário –&lt;br&gt; Disse ele sobre o operário&lt;br&gt; E ao dizer isso sorria.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Dia seguinte, o operário&lt;br&gt; Ao sair da construção&lt;br&gt; Viu-se súbito cercado&lt;br&gt; Dos homens da delação&lt;br&gt; E sofreu, por destinado&lt;br&gt; Sua primeira agressão.&lt;br&gt; Teve seu rosto cuspido&lt;br&gt; Teve seu braço quebrado&lt;br&gt; Mas quando foi perguntado&lt;br&gt; O operário disse: Não!&lt;br&gt; &lt;br&gt; Em vão sofrera o operário&lt;br&gt; Sua primeira agressão&lt;br&gt; Muitas outras se seguiram&lt;br&gt; Muitas outras seguirão.&lt;br&gt; Porém, por imprescindível&lt;br&gt; Ao edifício em construção&lt;br&gt; Seu trabalho prosseguia&lt;br&gt; E todo o seu sofrimento&lt;br&gt; Misturava-se ao cimento&lt;br&gt; Da construção que crescia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Sentindo que a violência&lt;br&gt; Não dobraria o operário&lt;br&gt; Um dia tentou o patrão&lt;br&gt; Dobrá-lo de modo vário.&lt;br&gt; De sorte que o foi levando&lt;br&gt; Ao alto da construção&lt;br&gt; E num momento de tempo&lt;br&gt; Mostrou-lhe toda a região&lt;br&gt; E apontando-a ao operário&lt;br&gt; Fez-lhe esta declaração:&lt;br&gt; – Dar-te-ei todo esse poder&lt;br&gt; E a sua satisfação&lt;br&gt; Porque a mim me foi entregue&lt;br&gt; E dou-o a quem bem quiser.&lt;br&gt; Dou-te tempo de lazer&lt;br&gt; Dou-te tempo de mulher.&lt;br&gt; Portanto, tudo o que vês&lt;br&gt; Será teu se me adorares&lt;br&gt; E, ainda mais, se abandonares&lt;br&gt; O que te faz dizer não.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Disse, e fitou o operário&lt;br&gt; Que olhava e que refletia&lt;br&gt; Mas o que via o operário&lt;br&gt; O patrão nunca veria.&lt;br&gt; O operário via as casas&lt;br&gt; E dentro das estruturas&lt;br&gt; Via coisas, objetos&lt;br&gt; Produtos, manufaturas.&lt;br&gt; Via tudo o que fazia&lt;br&gt; O lucro do seu patrão&lt;br&gt; E em cada coisa que via&lt;br&gt; Misteriosamente havia&lt;br&gt; A marca de sua mão.&lt;br&gt; E o operário disse: Não!&lt;br&gt; &lt;br&gt; – Loucura! – gritou o patrão&lt;br&gt; Não vês o que te dou eu?&lt;br&gt; – Mentira! – disse o operário&lt;br&gt; Não podes dar-me o que é meu.&lt;br&gt; &lt;br&gt; E um grande silêncio fez-se&lt;br&gt; Dentro do seu coração&lt;br&gt; Um silêncio de martírios&lt;br&gt; Um silêncio de prisão.&lt;br&gt; Um silêncio povoado&lt;br&gt; De pedidos de perdão&lt;br&gt; Um silêncio apavorado&lt;br&gt; Com o medo em solidão.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Um silêncio de torturas&lt;br&gt; E gritos de maldição&lt;br&gt; Um silêncio de fraturas&lt;br&gt; A se arrastarem no chão.&lt;br&gt; E o operário ouviu a voz&lt;br&gt; De todos os seus irmãos&lt;br&gt; Os seus irmãos que morreram&lt;br&gt; Por outros que viverão.&lt;br&gt; Uma esperança sincera&lt;br&gt; Cresceu no seu coração&lt;br&gt; E dentro da tarde mansa&lt;br&gt; Agigantou-se a razão&lt;br&gt; De um homem pobre e esquecido&lt;br&gt; Razão porém que fizera&lt;br&gt; Em operário construído&lt;br&gt; O operário em construção. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-3660500548891781676?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3660500548891781676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3660500548891781676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/08/o-operario-em-construcao-por-vinicius.html' title='O operário em construção por Vinícius de Moraes'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8772514485284857003</id><published>2010-08-16T13:27:00.001-03:00</published><updated>2010-08-16T13:27:52.814-03:00</updated><title type='text'>Tempo de travessia por Fernando Pessoa</title><content type='html'>&amp;quot;Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas ...&lt;br&gt;Que já têm a forma do nosso corpo ...&lt;br&gt;E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos&lt;br&gt;mesmos lugares ...&lt;br&gt;&lt;br&gt;É o tempo da travessia ...&lt;br&gt; E se não ousarmos fazê-la ...&lt;br&gt;Teremos ficado ... para sempre ...&lt;br&gt;À margem de nós mesmos...&amp;quot;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8772514485284857003?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8772514485284857003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8772514485284857003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/08/tempo-de-travessia-por-fernando-pessoa.html' title='Tempo de travessia por Fernando Pessoa'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1427352819112219603</id><published>2010-07-13T19:00:00.001-03:00</published><updated>2010-07-13T19:00:53.449-03:00</updated><title type='text'>Minha terra por Valéria Fagundes</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;               Minha terra por ventura&lt;br&gt;               merece tal descrição&lt;br&gt;               lá a vida é menos dura&lt;br&gt; qualquer um lhe estende a mão&lt;br&gt;               &lt;br&gt;               O céu é menos cinzento&lt;br&gt;               lá não tem poluição&lt;br&gt;               só existe um argumento&lt;br&gt;               que me parte o coração&lt;br&gt;               &lt;br&gt;               Ver o povo madrugar&lt;br&gt;               e seguir para o roçado&lt;br&gt;               mas se a chuva não chegar&lt;br&gt;               perde-se o que foi plantado&lt;br&gt;               &lt;br&gt;               Eu agora exilada&lt;br&gt;               só me resta descrever&lt;br&gt;               aqui não encontro nada&lt;br&gt;               que me motive a viver&lt;br&gt;               mas falar da minha terra&lt;br&gt;               ah, isso me dá prazer&lt;br&gt;               &lt;br&gt;               E mesmo aqui tão distante&lt;br&gt;               tenho algo a pedir&lt;br&gt;               quero agora, neste instante&lt;br&gt;               voltar para Manari&lt;br&gt;               pois eu não quero morrer&lt;br&gt; sem de lá me despedir. &lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1427352819112219603?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1427352819112219603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1427352819112219603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/07/minha-terra-por-valeria-fagundes.html' title='Minha terra por Valéria Fagundes'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8973031250692017022</id><published>2010-05-07T22:06:00.002-03:00</published><updated>2010-05-07T22:15:45.116-03:00</updated><title type='text'>Mensagem ecológica da Semana: o ipê</title><content type='html'>&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S-S5A6-17uI/AAAAAAAAADM/GkDc4SCEgM4/s1600/IPE_AM%7E1-771193.JPG"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S-S5A6-17uI/AAAAAAAAADM/GkDc4SCEgM4/s320/IPE_AM%7E1-771193.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468699273018601186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br /&gt;     &lt;div style="padding-right: 10px; padding-left: 10px; padding-top: 15px;" name="Compose message area"&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8973031250692017022?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8973031250692017022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8973031250692017022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/05/fwd-mensagem-ecologica-da-semana-o-ipe.html' title='Mensagem ecológica da Semana: o ipê'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S-S5A6-17uI/AAAAAAAAADM/GkDc4SCEgM4/s72-c/IPE_AM%7E1-771193.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-3376078242237202774</id><published>2010-04-30T09:57:00.001-03:00</published><updated>2010-05-07T22:30:11.821-03:00</updated><title type='text'>Dante - Divine Comedy - Canto XXXIII - Prayer to the Virgin. The Threefold Circle of the Trinity. Mystery of the Divine and Human Nature.</title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;table width="98%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="TOP"&gt;&lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt; &lt;i&gt;«Vergine Madre, figlia del tuo figlio,&lt;br /&gt;umile e alta più che creatura,&lt;br /&gt;termine fisso d’etterno consiglio,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;tu se’ colei che  l’umana natura&lt;br /&gt;nobilitasti sì, che ’l suo fattore&lt;br /&gt;non disdegnò di farsi sua fattura.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Nel ventre tuo si  raccese l’amore,&lt;br /&gt;per lo cui caldo ne l’etterna pace&lt;br /&gt;così è germinato questo fiore.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Qui se’ a noi  meridïana face&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;di caritate, e giuso, intra ’ mortali,&lt;br /&gt;se’ di speranza fontana vivace.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Donna, se’ tanto  grande e tanto vali,&lt;br /&gt;che qual vuol grazia e a te non ricorre,&lt;br /&gt;sua disïanza vuol volar sanz’ ali.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;La tua benignità  non pur soccorre&lt;br /&gt;a chi domanda, ma molte fïate&lt;br /&gt;liberamente al dimandar precorre.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;In te misericordia,  in te pietate,&lt;br /&gt;in te magnificenza, in te s’aduna&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;quantunque in creatura è di bontate.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Or questi, che da  l’infima lacuna&lt;br /&gt;de l’universo infin qui ha vedute&lt;br /&gt;le vite spiritali ad una ad una,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;supplica a te, per  grazia, di virtute&lt;br /&gt;tanto, che possa con li occhi levarsi&lt;br /&gt;più alto verso l’ultima salute.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;E io, che mai per  mio veder non arsi&lt;br /&gt;più ch’i’ fo per lo suo, tutti miei prieghi&lt;br /&gt;ti porgo, e priego che non sieno scarsi,&lt;sup&gt;30&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;perché tu ogne nube  li disleghi&lt;br /&gt;di sua mortalità co’ prieghi tuoi,&lt;br /&gt;sì che ’l sommo piacer li si dispieghi.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Ancor ti priego,  regina, che puoi&lt;br /&gt;ciò che tu vuoli, che conservi sani,&lt;br /&gt;dopo tanto veder, li affetti suoi.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Vinca tua guardia i  movimenti umani:&lt;br /&gt;vedi Beatrice con quanti beati&lt;br /&gt;per li miei prieghi ti chiudon le mani!».&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Li occhi da Dio  diletti e venerati,&lt;sup&gt;40&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;fissi ne l’orator, ne dimostraro&lt;br /&gt;quanto i devoti prieghi le son grati;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;indi a l’etterno  lume s’addrizzaro,&lt;br /&gt;nel qual non si dee creder che s’invii&lt;br /&gt;per creatura l’occhio tanto chiaro.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;E io ch’al fine di  tutt’ i disii&lt;br /&gt;appropinquava, sì com’ io dovea,&lt;br /&gt;l’ardor del desiderio in me finii.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Bernardo  m’accennava, e sorridea,&lt;br /&gt;perch’ io guardassi suso; ma io era&lt;sup&gt;50&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;già per me stesso tal qual ei volea:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;ché la mia vista,  venendo sincera,&lt;br /&gt;e più e più intrava per lo raggio&lt;br /&gt;de l’alta luce che da sé è vera.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Da quinci innanzi  il mio veder fu maggio&lt;br /&gt;che ’l parlar mostra, ch’a tal vista cede,&lt;br /&gt;e cede la memoria a tanto oltraggio.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Qual è colüi che  sognando vede,&lt;br /&gt;che dopo ’l sogno la passione impressa&lt;br /&gt;rimane, e l’altro a la mente non riede,&lt;sup&gt;60&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;cotal son io, ché  quasi tutta cessa&lt;br /&gt;mia visïone, e ancor mi distilla&lt;br /&gt;nel core il dolce che nacque da essa.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Così la neve al sol  si disigilla;&lt;br /&gt;così al vento ne le foglie levi&lt;br /&gt;si perdea la sentenza di Sibilla.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;O somma luce che  tanto ti levi&lt;br /&gt;da’ concetti mortali, a la mia mente&lt;br /&gt;ripresta un poco di quel che parevi,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;e fa la lingua mia  tanto possente,&lt;sup&gt;70&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;ch’una favilla sol de la tua gloria&lt;br /&gt;possa lasciare a la futura gente;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;ché, per tornare  alquanto a mia memoria&lt;br /&gt;e per sonare un poco in questi versi,&lt;br /&gt;più si conceperà di tua vittoria.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Io credo, per  l’acume ch’io soffersi&lt;br /&gt;del vivo raggio, ch’i’ sarei smarrito,&lt;br /&gt;se li occhi miei da lui fossero aversi.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;E’ mi ricorda ch’io  fui più ardito&lt;br /&gt;per questo a sostener, tanto ch’i’ giunsi&lt;sup&gt;80&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;l’aspetto mio col valore infinito.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Oh abbondante  grazia ond’ io presunsi&lt;br /&gt;ficcar lo viso per la luce etterna,&lt;br /&gt;tanto che la veduta vi consunsi!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Nel suo profondo  vidi che s’interna,&lt;br /&gt;legato con amore in un volume,&lt;br /&gt;ciò che per l’universo si squaderna:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;sustanze e  accidenti e lor costume&lt;br /&gt;quasi conflati insieme, per tal modo&lt;br /&gt;che ciò ch’i’ dico è un semplice lume.&lt;sup&gt;90&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;La forma universal  di questo nodo&lt;br /&gt;credo ch’i’ vidi, perché più di largo,&lt;br /&gt;dicendo questo, mi sento ch’i’ godo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Un punto solo m’è  maggior letargo&lt;br /&gt;che venticinque secoli a la ’mpresa&lt;br /&gt;che fé Nettuno ammirar l’ombra d’Argo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Così la mente mia,  tutta sospesa,&lt;br /&gt;mirava fissa, immobile e attenta,&lt;br /&gt;e sempre di mirar faceasi accesa.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;A quella luce cotal  si diventa,&lt;sup&gt;100&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;che volgersi da lei per altro aspetto&lt;br /&gt;è impossibil che mai si consenta;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;però che ’l ben,  ch’è del volere obietto,&lt;br /&gt;tutto s’accoglie in lei, e fuor di quella&lt;br /&gt;è defettivo ciò ch’è lì perfetto.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Omai sarà più corta  mia favella,&lt;br /&gt;pur a quel ch’io ricordo, che d’un fante&lt;br /&gt;che bagni ancor la lingua a la mammella.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Non perché più  ch’un semplice sembiante&lt;br /&gt;fosse nel vivo lume ch’io mirava,&lt;sup&gt;110&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;che tal è sempre qual s’era davante;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;ma per la vista che  s’avvalorava&lt;br /&gt;in me guardando, una sola parvenza,&lt;br /&gt;mutandom’ io, a me si travagliava.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Ne la profonda e  chiara sussistenza&lt;br /&gt;de l’alto lume parvermi tre giri&lt;br /&gt;di tre colori e d’una contenenza;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;e l’un da l’altro  come iri da iri&lt;br /&gt;parea reflesso, e ’l terzo parea foco&lt;br /&gt;che quinci e quindi igualmente si spiri.&lt;sup&gt;120&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Oh quanto è corto  il dire e come fioco&lt;br /&gt;al mio concetto! e questo, a quel ch’i’ vidi,&lt;br /&gt;è tanto, che non basta a dicer ‘poco’.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;O luce etterna che  sola in te sidi,&lt;br /&gt;sola t’intendi, e da te intelletta&lt;br /&gt;e intendente te ami e arridi!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Quella circulazion  che sì concetta&lt;br /&gt;pareva in te come lume reflesso,&lt;br /&gt;da li occhi miei alquanto circunspetta,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;dentro da sé, del  suo colore stesso,&lt;sup&gt;130&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;mi parve pinta de la nostra effige:&lt;br /&gt;per che ’l mio viso in lei tutto era messo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;Qual è ’l geomètra  che tutto s’affige&lt;br /&gt;per misurar lo cerchio, e non ritrova,&lt;br /&gt;pensando, quel principio ond’ elli indige,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;tal era io a quella  vista nova:&lt;br /&gt;veder voleva come si convenne&lt;br /&gt;l’imago al cerchio e come vi s’indova;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;ma non eran da ciò  le proprie penne:&lt;br /&gt;se non che la mia mente fu percossa&lt;sup&gt;140&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;da un fulgore in che sua voglia venne.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;A l’alta fantasia  qui mancò possa;&lt;br /&gt;ma già volgeva il mio disio e ’l velle,&lt;br /&gt;sì come rota ch’igualmente è mossa,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;&lt;i&gt;l’amor che move il  sole e l’altre stelle.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;    &lt;td valign="TOP"&gt;&lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt; "Thou Virgin Mother, daughter of thy Son,&lt;br /&gt;Humble and high beyond all other creature,&lt;br /&gt;The limit fixed of the eternal counsel,&lt;/span&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Thou art the one who  such nobility&lt;br /&gt;To human nature gave, that its Creator&lt;br /&gt;Did not disdain to make himself its creature.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Within thy womb  rekindled was the love,&lt;br /&gt;By heat of which in the eternal peace&lt;br /&gt;After such wise this flower has germinated.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Here unto us thou art a  noonday torch&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;Of charity, and below there among mortals&lt;br /&gt;Thou art the living fountain-head of hope.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Lady, thou art so  great, and so prevailing,&lt;br /&gt;That he who wishes grace, nor runs to thee,&lt;br /&gt;His aspirations without wings would fly.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Not only thy benignity  gives succour&lt;br /&gt;To him who asketh it, but oftentimes&lt;br /&gt;Forerunneth of its own accord the asking.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;In thee compassion is,  in thee is pity,&lt;br /&gt;In thee magnificence; in thee unites&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;Whate'er of goodness is in any creature.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Now doth this man, who  from the lowest depth&lt;br /&gt;Of the universe as far as here has seen&lt;br /&gt;One after one the spiritual lives,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Supplicate thee  through grace for so much power&lt;br /&gt;That with his eyes he may uplift himself&lt;br /&gt;Higher towards the uttermost salvation.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;And I, who never  burned for my own seeing&lt;br /&gt;More than I do for his, all of my prayers&lt;br /&gt;Proffer to thee, and pray they come not short,&lt;sup&gt;30&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;That thou wouldst  scatter from him every cloud&lt;br /&gt;Of his mortality so with thy prayers,&lt;br /&gt;That the Chief Pleasure be to him displayed.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Still farther do I  pray thee, Queen, who canst&lt;br /&gt;Whate'er thou wilt, that sound thou mayst preserve&lt;br /&gt;After so great a vision his affections.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Let thy protection  conquer human movements;&lt;br /&gt;See Beatrice and all the blessed ones&lt;br /&gt;My prayers to second clasp their hands to thee!"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;The eyes beloved and  revered of God,&lt;sup&gt;40&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;Fastened upon the speaker, showed to us&lt;br /&gt;How grateful unto her are prayers devout;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Then unto the Eternal  Light they turned,&lt;br /&gt;On which it is not credible could be&lt;br /&gt;By any creature bent an eye so clear.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;And I, who to the end  of all desires&lt;br /&gt;Was now approaching, even as I ought&lt;br /&gt;The ardour of desire within me ended.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Bernard was beckoning  unto me, and smiling,&lt;br /&gt;That I should upward look; but I already&lt;sup&gt;50&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;Was of my own accord such as he wished;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Because my sight,  becoming purified,&lt;br /&gt;Was entering more and more into the ray&lt;br /&gt;Of the High Light which of itself is true.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;From that time forward  what I saw was greater&lt;br /&gt;Than our discourse, that to such vision yields,&lt;br /&gt;And yields the memory unto such excess.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Even as he is who  seeth in a dream,&lt;br /&gt;And after dreaming the imprinted passion&lt;br /&gt;Remains, and to his mind the rest returns not,&lt;sup&gt;60&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Even such am I, for  almost utterly&lt;br /&gt;Ceases my vision, and distilleth yet&lt;br /&gt;Within my heart the sweetness born of it;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Even thus the snow is  in the sun unsealed,&lt;br /&gt;Even thus upon the wind in the light leaves&lt;br /&gt;Were the soothsayings of the Sibyl lost.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;O Light Supreme, that  dost so far uplift thee&lt;br /&gt;From the conceits of mortals, to my mind&lt;br /&gt;Of what thou didst appear re-lend a little,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;And make my tongue of  so great puissance,&lt;sup&gt;70&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;That but a single sparkle of thy glory&lt;br /&gt;It may bequeath unto the future people;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;For by returning to my  memory somewhat,&lt;br /&gt;And by a little sounding in these verses,&lt;br /&gt;More of thy victory shall be conceived!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;I think the keenness  of the living ray&lt;br /&gt;Which I endured would have bewildered me,&lt;br /&gt;If but mine eyes had been averted from it;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;And I remember that I  was more bold&lt;br /&gt;On this account to bear, so that I joined&lt;sup&gt;80&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;My aspect with the Glory Infinite.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;O grace abundant, by  which I presumed&lt;br /&gt;To fix my sight upon the Light Eternal,&lt;br /&gt;So that the seeing I consumed therein!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;I saw that in its  depth far down is lying&lt;br /&gt;Bound up with love together in one volume,&lt;br /&gt;What through the universe in leaves is scattered;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Substance, and  accident, and their operations,&lt;br /&gt;All interfused together in such wise&lt;br /&gt;That what I speak of is one simple light.&lt;sup&gt;90&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;The universal fashion  of this knot&lt;br /&gt;Methinks I saw, since more abundantly&lt;br /&gt;In saying this I feel that I rejoice.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;One moment is more  lethargy to me,&lt;br /&gt;Than five and twenty centuries to the emprise&lt;br /&gt;That startled Neptune with the shade of Argo!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;My mind in this wise  wholly in suspense,&lt;br /&gt;Steadfast, immovable, attentive gazed,&lt;br /&gt;And evermore with gazing grew enkindled.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;In presence of that  light one such becomes,&lt;sup&gt;100&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;That to withdraw therefrom for other prospect&lt;br /&gt;It is impossible he e'er consent;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Because the good,  which object is of will,&lt;br /&gt;Is gathered all in this, and out of it&lt;br /&gt;That is defective which is perfect there.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Shorter henceforward  will my language fall&lt;br /&gt;Of what I yet remember, than an infant's&lt;br /&gt;Who still his tongue doth moisten at the breast.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Not because more than  one unmingled semblance&lt;br /&gt;Was in the living light on which I looked,&lt;sup&gt;110&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;For it is always what it was before;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;But through the sight,  that fortified itself&lt;br /&gt;In me by looking, one appearance only&lt;br /&gt;To me was ever changing as I changed.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Within the deep and  luminous subsistence&lt;br /&gt;Of the High Light appeared to me three circles,&lt;br /&gt;Of threefold colour and of one dimension,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;And by the second  seemed the first reflected&lt;br /&gt;As Iris is by Iris, and the third&lt;br /&gt;Seemed fire that equally from both is breathed.&lt;sup&gt;120&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;O how all speech is  feeble and falls short&lt;br /&gt;Of my conceit, and this to what I saw&lt;br /&gt;Is such, 'tis not enough to call it little!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;O Light Eterne, sole  in thyself that dwellest,&lt;br /&gt;Sole knowest thyself, and, known unto thyself&lt;br /&gt;And knowing, lovest and smilest on thyself!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;That circulation,  which being thus conceived&lt;br /&gt;Appeared in thee as a reflected light,&lt;br /&gt;When somewhat contemplated by mine eyes,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Within itself, of its  own very colour&lt;sup&gt;130&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;Seemed to me painted with our effigy,&lt;br /&gt;Wherefore my sight was all absorbed therein.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;As the geometrician,  who endeavours&lt;br /&gt;To square the circle, and discovers not,&lt;br /&gt;By taking thought, the principle he wants,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Even such was I at  that new apparition;&lt;br /&gt;I wished to see how the image to the circle&lt;br /&gt;Conformed itself, and how it there finds place;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;But my own wings were  not enough for this,&lt;br /&gt;Had it not been that then my mind there smote&lt;sup&gt;140&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;A flash of lightning, wherein came its wish.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;Here vigour failed the  lofty fantasy:&lt;br /&gt;But now was turning my desire and will,&lt;br /&gt;Even as a wheel that equally is moved,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style="font-family:VERDANA,GENEVA,HELVETICA;"&gt;The Love which moves  the sun and the other stars&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table width="98%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="TOP"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="TOP"&gt;Source content: http://italian.about.com/library/anthology/dante/blparadiso033.htm&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-3376078242237202774?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3376078242237202774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3376078242237202774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/04/dantes-inquiry-on-prayers-for-dead.html' title='Dante - Divine Comedy - Canto XXXIII - Prayer to the Virgin. The Threefold Circle of the Trinity. Mystery of the Divine and Human Nature.'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2240071910093429046</id><published>2010-04-16T17:21:00.006-03:00</published><updated>2010-04-16T17:36:39.326-03:00</updated><title type='text'>Leo in Dublin ( Phoenix Park)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJIPFeg3I/AAAAAAAAADE/Jx1cJaiGoQg/s1600/100_2337.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJIPFeg3I/AAAAAAAAADE/Jx1cJaiGoQg/s320/100_2337.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460835691512365938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJHCIWNLI/AAAAAAAAAC0/I6au8KxYCdE/s1600/100_2328.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJHCIWNLI/AAAAAAAAAC0/I6au8KxYCdE/s320/100_2328.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460835670854874290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJGw5WLcI/AAAAAAAAACs/w4LqANeFAaM/s1600/100_2333.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJGw5WLcI/AAAAAAAAACs/w4LqANeFAaM/s320/100_2333.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460835666228555202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jIGgTZg9I/AAAAAAAAACc/-3E_PfrKAoc/s1600/100_2340.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jIGgTZg9I/AAAAAAAAACc/-3E_PfrKAoc/s320/100_2340.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460834562262795218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hello my friends! Are they Happy? Are they ok?&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJGqtsCOI/AAAAAAAAACk/_Ukzzn3QnwE/s1600/100_2329.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJGqtsCOI/AAAAAAAAACk/_Ukzzn3QnwE/s320/100_2329.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460835664569043170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; There are some photos from my adventure in Dublin. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;In the Picture there two brazillians and one Irish. Good Guys!&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jHbTwxBZI/AAAAAAAAACM/60nUyOHuvPk/s1600/100_2322.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jHbTwxBZI/AAAAAAAAACM/60nUyOHuvPk/s320/100_2322.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460833820161934738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jHs6eHRPI/AAAAAAAAACU/wEBU88rC8MI/s1600/100_2326.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jHs6eHRPI/AAAAAAAAACU/wEBU88rC8MI/s320/100_2326.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460834122610459890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJHjbNk-I/AAAAAAAAAC8/mvXEiB1EJC4/s1600/100_2344.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJHjbNk-I/AAAAAAAAAC8/mvXEiB1EJC4/s320/100_2344.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460835679792370658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br /&gt;Photos by Marcel Pinheiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2240071910093429046?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2240071910093429046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2240071910093429046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/04/leo-in-dublin-phoenix-park.html' title='Leo in Dublin ( Phoenix Park)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/S8jJIPFeg3I/AAAAAAAAADE/Jx1cJaiGoQg/s72-c/100_2337.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-826871613566788288</id><published>2010-03-24T00:36:00.002-03:00</published><updated>2010-03-24T00:39:06.781-03:00</updated><title type='text'>Don't take yourself too seriously! Just listen, practice, practice,  practice and accept correction when it is given. Have fun with it. And above  all, stay humble and don't let pride stand in your way.</title><content type='html'>&lt;h2&gt;Keys to Learning A Foreign Language: Be Humble&lt;/h2&gt;&lt;strong&gt;To learn another language, imitate how children learn. Don't be afraid of making mistakes or looking silly. Do what kids do - use what you know and accept help and correction.&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;Learning a new language can be a challenge at any age, but it can be especially hard for some adults. A key quality necessary to learning a new language is humility. Unfortunately, this runs counter to what our society values: Pride. When you think about it, we are constantly indoctrinated: school pride, pride of country, pride of race, pride of accomplishment. And the flip side to that is a fear of losing face, a fear of failing and being judged harshly. Fortunately for them, children learn language before that indoctrination takes too firm a hold on them.&lt;/p&gt;&lt;script src='http://trigger.bukisa.com/trigger/build_syndication_html/213403' type='text/javascript'&gt;&lt;/script&gt;&lt;p&gt;Content Source: &lt;strong&gt;Bukisa&lt;/strong&gt; - &lt;a title='Keys to Learning A Foreign Language: Be Humble' href='http://www.bukisa.com/articles/213403_keys-to-learning-a-foreign-language-be-humble'&gt;Keys to Learning A Foreign Language: Be Humble&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-826871613566788288?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/826871613566788288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/826871613566788288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/03/dont-take-yourself-too-seriously-just.html' title='Don&apos;t take yourself too seriously! Just listen, practice, practice,  practice and accept correction when it is given. Have fun with it. And above  all, stay humble and don&apos;t let pride stand in your way.'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1449419331311777825</id><published>2010-03-01T14:58:00.000-03:00</published><updated>2010-03-01T14:59:16.757-03:00</updated><title type='text'>Um homem que sabia das limitações da vida por Celso Ming</title><content type='html'>&lt;div class="textoPost"&gt;             &lt;p&gt;Não dá para separar o empresário do homem de cultura,  ambos notáveis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O nome de José Mindlin figurou em todas as listas de lideranças  empresariais dos anos 70, 80 e primeira metade dos anos 90.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas nunca foi um líder convencional, desses que às vezes aplaudem e  outras, discursam contra o governo e sua política econômica para ficar  bem conceituado nos corredores da sede da Fiesp e candidatar-se depois  aos favores de Brasília com os quais não contava, definitivamente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Era visto com desconfiança pelos dirigentes do governo militar  “porque falava russo” e porque convivia com intelectuais, sempre tão  suspeitos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com aquela fala pausada, quase discreta, e sorriso tímido, avisava  que o empresário não pode contar com favores dos governantes. Se a  política do governo coincidir com os objetivos de sua empresa, então é  justo tirar proveito dela. Mas empresário que é empresário não pode  depender dos créditos oficiais. Tem de avançar com seus próprios meios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais do que isso, tem de investir em si mesmo, tem de preparar-se  para ser o administrador de seu negócio e depois dotá-lo com a melhor  tecnologia disponível no momento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lamentava, sim, as agruras do custo Brasil, a excessiva carga  tributária, os juros altos demais, a burocracia paralisante, a Justiça  tão lenta e tão displicente na busca de solução para os conflitos que  cercam o setor produtivo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas considerava essas deficiências apenas problemas adicionais com  que lidar e juntar energia para avançar, apesar de tudo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Enquanto pôde, manteve a empresa que dirigiu, a Metal Leve, na ponta  do setor de autopeças. Abriu seu capital no início dos anos 70,  modernizou-a, dotou-a de tecnologia avançada, transformou-a em ilha de  excelência, anteviu que seu futuro pedia mais do que simplesmente  atendimento ao mercado interno e, por isso, investiu no projeto de  internacionalização.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um dia entendeu que tinha chegado a seu limite e que o processo de  globalização exigia mais do que simplesmente arrojo e redução de custos.  Exigia escala de produção ainda maior, mais contratos e mais conexões  no mundo dos negócios. E que a falta de tudo isso derrubava  decisivamente a qualidade da administração.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isto posto, não ficou lamentando pelos cantos, como tantos no seu  tempo. A despeito da oposição inicial dos seus sócios, decidiu passar o  controle de sua empresa. Os entendimentos afunilaram para um dos seus  concorrentes internacionais, a alemã Mahle. E assim foi feito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No século 4º antes de Cristo, os sete sábios da Grécia de então foram  convocados ao santuário de Delfos para sintetizar, em frases curtas, o  ideal do pensamento grego. E eles apontaram duas: “conheça-te a ti  mesmo” e “nunca passa do teu limite”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mindlin já havia mostrado antes que sabia conter-se. Mas foi no  episódio do desembarque da Metal Leve que essa qualidade ficou  conhecida. “Meu filho, não é fácil parar. Mas quem não para quando tem  de parar, destrói-se a si próprio” – disse, naqueles dias. Quem tem a  sabedoria de parar quando é preciso, também tem a sabedoria anterior, a  de conhecer-se a si próprio, porque sabe dos seus limites.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando repassou a direção da Metal Leve em 1996, deixou também seu  ofício de administrador de empresas. E dedicou-se definitivamente à  Cultura, à sua biblioteca e às leituras. E aí, novamente, teve de  enfrentar as limitações da vida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pouco depois de ter completado seus 80 anos, contava quanto  inevitável foi ter de fazer novas escolhas. “Não posso ler mais do que  dois ou três livros por mês, no máximo 36 por ano. E quantos anos mais  terei pela frente? Uns 10? Isso significa que só posso ler mais 360  livros, talvez 400…”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na condição de consagrado bibliófilo, José Mindlin foi eleito para a  Academia Brasileira de Letras em 2006. Paradoxalmente, ele nos deixa  agora quando o livro passa pela revolução tecnológica mais importante  depois da invenção da imprensa por Gutenberg, no século 15.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sabe-se lá até que ponto engenhocas eletrônicas, como o Kindle da  Amazon, vêm para ficar. Em todo o caso parece inevitável que o livro  virtual ou aquilo que virá depois dele está fadado a transformar o  próprio livro. Exigirá o redesenho de bibliotecas e livrarias e,  eventualmente, mudará o conceito do que hoje é ser bibliófilo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;(&lt;em&gt;Texto publicado no caderno Vida&amp;amp; do Estadão desta  segunda-feira, 1º/03&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2010/03/01/um-homem-que-sabia-das-limitacoes-da-vida/&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1449419331311777825?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1449419331311777825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1449419331311777825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/03/um-homem-que-sabia-das-limitacoes-da.html' title='Um homem que sabia das limitações da vida por Celso Ming'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6428376393626235905</id><published>2010-02-01T17:41:00.008-03:00</published><updated>2010-02-01T18:14:06.239-03:00</updated><title type='text'>Sobre o ofício do jornalismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Diálogo entre Mercúcio Parla e o espírito do avô dele, Luís, na casa do Pajé¹&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;-- O que o levou a escolher o jornalismo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;-- O jornalismo tem encanto para quem o pratica com um mínimo de empenho: preserva a juventude. Sabe por quê? Porque um dia é igual ao outro e as personagens a serem relatadas são sempre as mesmas, embora mudem de nome. E os enredos se repetem à exaustão. A certa altura,vvocê acha que o tempo não passou e jamais passará, inclusive para você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;--Mas é ilusão -- interrompe Mercúcio. O avô ri:-- Esta, meu caro, é mera questão semântica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;-- Você não chegou a ficar velho?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;-- Poderia ter morrido decrépito e seria a mesma coisa. Desde quando fugi de casa, aos quinze anos, porque mamãe, morto meu pai, se casara com um camarada insuportável, e me ofereci como contínuo do jornal da minha cidade, ficou claro que eu seria jovem para sempre...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;--Queria falar daquilo que deu sentido à sua vida de jornalista, você lutou contra a ditadura, foi perseguido, perdeu o emprego...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;-- Sim, algumas vezes achei que valia a pena ser jornalista, larguei o florete, com o qual desafiava os adversários da pena quando me considerava gravemente ultrajado -- na maioria dos casos, era um teatro, pode crer, atendia ao meu temperamento afogueado e, também, ao meu impulso para a diversão arriscada --, e passei a andar de pistola no bolso, um pequeno revólver com o gatilho retrátil. Recebia muitas ameaças e toda noite atravessava uma zona portuária ao voltar para casa, área escura, hirta de casarões, ensobrecem os becos que descem carregadando para o mar o vento vindo do próprio mar e rebatido pela crista dos nossos...Ah, veja como estas recordações me tornam falante, e estou com pressa, não posso perder o bonde...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Mercúcio queria perguntar a respeito do castelo, a visão da infância que há tempos nãos e repetia, e sem mais nem menos, o lustre inundou a sala com sua luz familiar. Lamentou ao esfregar os olhos ofuscados pela súbita claridade: -- Pajé, Pajé, foi rápido demais...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;----&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;1- Excerto do livro A sombra do Silêncio de Mino Carta - pág, 73&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6428376393626235905?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6428376393626235905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6428376393626235905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/02/sobre-o-oficio-do-jornalismo.html' title='Sobre o ofício do jornalismo'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4231959677220470341</id><published>2010-01-14T10:22:00.001-03:00</published><updated>2010-01-14T10:22:38.407-03:00</updated><title type='text'>O FUTURO por Marcelo Gama</title><content type='html'>Hora, o futuro!&lt;p&gt;&amp;#201; sol, &amp;#233; lua,&lt;p&gt;&amp;#233; estrela cadente.&lt;p&gt;&amp;#201; fruto, &amp;#233; flor,&lt;p&gt;&amp;#233; broto em forma de gente.&lt;p&gt;&amp;#201; luz, &amp;#233; sombra,&lt;p&gt;&amp;#233; puro reflexo,&lt;p&gt;inconsequente.&lt;p&gt;&amp;#201; perola da areia e &amp;#233; sempre,&lt;p&gt;o melhor e mais precioso&lt;p&gt;presente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4231959677220470341?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4231959677220470341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4231959677220470341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2010/01/o-futuro-por-marcelo-gama.html' title='O FUTURO por Marcelo Gama'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8743872172524184258</id><published>2009-10-01T16:35:00.001-03:00</published><updated>2009-10-01T16:35:17.496-03:00</updated><title type='text'>Um site para aprender inglês praticando</title><content type='html'>o link: &lt;a href="http://www.hylte.se/safirenglish/"&gt;http://www.hylte.se/safirenglish/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8743872172524184258?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8743872172524184258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8743872172524184258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/10/um-site-para-aprender-ingles-praticando.html' title='Um site para aprender inglês praticando'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2951974915903929220</id><published>2009-10-01T12:47:00.001-03:00</published><updated>2009-10-01T12:47:03.605-03:00</updated><title type='text'>"Tenho orgulho de ser jornalista", afirma Gay Talese</title><content type='html'>&lt;span class="revistasCorpo"&gt;&amp;quot;As pessoas esquecem que os jornais vão e vêm. O jornalismo, não. As pessoas vão  sempre precisar de notícia e informação. Sem informação não se administra um  negócio, não se vende ingresso para o teatro, não se divulga uma política  externa.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt; Todos os dias, nos jornais das cidades grandes ou pequenas, repórteres  vão à rua para fazer o que não é feito por mais ninguém. De todas as profissões,  se um jovem estiver interessado em honestidade e não estiver interessado em  ganhar muito dinheiro, eu aconselharia o jornalismo, que lida com a verdade e  tenta disseminar a verdade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;Há mentirosos em todas as profissões, inclusive no  jornalismo, mas nós não os protegemos. Os militares acobertam mentirosos. Os  políticos, os partidos, o governo, todos fazem isso. O escândalo do Watergate é  uma crônica de acobertamento. Os jornalistas não agem assim, não toleram o  mentiroso entre eles. Acho uma profissão honrosa, honesta. Tenho orgulho de ser  jornalista.&amp;quot;&lt;span class="revistasCorpo"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="revistasCorpo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2951974915903929220?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2951974915903929220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2951974915903929220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/10/tenho-orgulho-de-ser-jornalista-afirma.html' title='&quot;Tenho orgulho de ser jornalista&quot;, afirma Gay Talese'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8301929173840206166</id><published>2009-10-01T12:08:00.001-03:00</published><updated>2009-10-01T12:08:24.084-03:00</updated><title type='text'>Intrigas de Estado: jornalismo pra quê? Por Patrício Junior</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;De um lado, um jornalista experiente de um dos maiores jornais do mundo. Do outro, uma jovem blogueira responsável pelo braço on-line do jornal. No centro, um escândalo que envolve um promissor senador da república. Na tela, a crua diferença entre o&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;jornalismo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family: Georgia"&gt;responsável e o&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;jornalismo&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia; mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;banal. Crua a ponto de você sentir saudades da época em que comentários eram cartas e audiência eram edições vendidas. Esse é um resumo de "Intrigas de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;Estado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;", que coloca Russel Crowe, Ben Affleck, Helen Mirren e Rachel McAdams num longa que tem gostinho de Oscar. De melhor filme.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;A trama de "Intrigas de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;Estado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;" começa com dois crimes aparentemente sem relação. De um lado da cidade, um sem-teto é assassinado entre latas de lixo. Do outro, a assessora de um senador morre no metrô. Aos poucos, a investigação da imprensa liga esses dois crimes e aponta para uma grande conspiração envolvendo senadores, empresas e o Departamento de Defesa. Uma verdadeira bola de neve que desaba completamente na mesa dos dois jornalistas em questão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;A grande trama do filme, porém, é outra. Esta, muito mais burilada. O filme trata do fim do grande&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;jornalismo&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia; mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;com a chegada da internet. E vemos, ao longo de muitas reviravoltas de tirar o fôlego, a luta do personagem de Russel Crowe em não sucumbir à notícia fácil dos blogs e apurar a verdade até o fim. Até chegar ao supra-sumo da verdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;Coincidência ou não, esta&lt;/font&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;seman&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia; mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;Gay Talese, grande nome do new journalism, deu uma entrevista à Veja em que fala um pouco sobre essa nova realidade da imprensa. Segundo ele, a internet tende a reduzir nossa visão de mundo ao responder diretamente nossas questões sem dar margem ao acaso. Não é um panorama a ser ignorado. E o filme trata dessa questão de uma forma muito inteligente: o que poderia ser apenas um crime sem importância, perdido entre as centenas de atualizações diárias de um portal jornalístico, acaba se revelando o furo jornalístico do ano. Tudo porque um profissional se empenha em fazer algo cada vez mais raro hoje em dia nas redações: apurar o fato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;O filme não puxa o lado pro&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;jornalismo&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia; mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;antigo, nem defende o&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia; mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;jornalismo&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Georgia; mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;on-line. Apenas nos mostra uma realidade: na internet, não há grandes reportagens; ao passo que nos jornais impressos está cada vez mais difícil fazer esse tipo de trabalho. Uma fala da editora do jornal, interpretada grandiosamente por Helen Mirren, explica essa controvérsia: "Isso é uma notícia; o desmentido disso é outra notícia; a repercussão do desmentido é mais uma notícia; e tudo isso significa milhões de edições vendidas". Ao contrário do que se possa imaginar, Helen Mirren não interpreta uma vilã. É apenas uma editora desesperada por manter um negócio que não se mostra mais lucrativo. Uma dura realidade global.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;"Intrigas de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:Arial"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:10.5pt;font-family:Georgia"&gt;Estado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;font-family:Georgia"&gt;" é muito mais que um filme de suspense e ação. Mas se você quer apenas um filme de suspense e ação, ele cumpre perfeitamente o papel. Tem seqüências de tirar o fôlego, reviravoltas impressionantes e um roteiro muito bem amarrado. Se depois do filme você quiser pensar um pouquinho, vai perceber que a cena inicial casa perfeitamente com a cena final. E o filme poderia se resumir a estas duas cenas: não fosse um jornalista que resolveu cumprir seu dever de apurar a verdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Georgia" size="4"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Georgia; "&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black; "&gt;&lt;a href="http://colunas.digi.com.br/patricio/intrigas-de-estado-jornalismo-pra-que/"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 204); "&gt;http://colunas.digi.com.br/patricio/intrigas-de-estado-jornalismo-pra-que/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8301929173840206166?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8301929173840206166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8301929173840206166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/10/intrigas-de-estado-jornalismo-pra-que.html' title='Intrigas de Estado: jornalismo pra quê? Por Patrício Junior'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2176682475702280501</id><published>2009-09-26T10:37:00.001-03:00</published><updated>2009-09-26T10:37:32.947-03:00</updated><title type='text'>Belo Monte - ainda falta muito a ver</title><content type='html'>por Washington Novaes&lt;p&gt;&lt;br&gt;Certamente ainda haver&amp;#225; tempestades no caminho do licenciamento e da&lt;br&gt;implanta&amp;#231;&amp;#227;o da Usina Hidrel&amp;#233;trica de Belo Monte, no Rio Xingu, que o&lt;br&gt;ministro do Meio Ambiente anunciou que &amp;quot;provavelmente&amp;quot; receber&amp;#225;&lt;br&gt;licen&amp;#231;a provis&amp;#243;ria do Ibama em novembro e, pelos c&amp;#225;lculos oficiais,&lt;br&gt;dever&amp;#225; estar conclu&amp;#237;da at&amp;#233; 2014, ao custo estimado de R$ 16 bilh&amp;#245;es&lt;br&gt;(Estado, 23/9). Ser&amp;#225; a terceira maior hidrel&amp;#233;trica no mundo, com obras&lt;br&gt;de escava&amp;#231;&amp;#227;o de terras (150 milh&amp;#245;es de m3) e de rochas (60 milh&amp;#245;es de&lt;br&gt;m3) em volume superior ao do Canal do Panam&amp;#225;. Sua pot&amp;#234;ncia nominal&lt;br&gt;ser&amp;#225; de 11,2 mil MW nos per&amp;#237;odos de vaz&amp;#227;o mais favor&amp;#225;vel e de menos de&lt;br&gt;1 mil MW nos mais desfavor&amp;#225;veis. Com isso, a chamada &amp;quot;energia firme&amp;quot;&lt;br&gt;ser&amp;#225; de 4 mil MW. Na m&amp;#233;dia, seriam 4,5 mil MW.&lt;p&gt;O Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico Federal, apoiado pela OAB e outras institui&amp;#231;&amp;#245;es,&lt;br&gt;j&amp;#225; anunciou o ajuizamento de pedido para anula&amp;#231;&amp;#227;o das audi&amp;#234;ncias&lt;br&gt;p&amp;#250;blicas realizadas, com o argumento de que a manifesta&amp;#231;&amp;#227;o da&lt;br&gt;sociedade quanto aos impactos sobre 80 mil pessoas em 66 munic&amp;#237;pios&lt;br&gt;foi dificultada - al&amp;#233;m da falta de previs&amp;#227;o para compensa&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;dezenas de milhares de fam&amp;#237;lias atingidas, a &amp;quot;superestima&amp;#231;&amp;#227;o da&lt;br&gt;energia e dos empregos gerados na obra&amp;quot; e a n&amp;#227;o-avalia&amp;#231;&amp;#227;o das&lt;br&gt;consequ&amp;#234;ncias na floresta da prov&amp;#225;vel secagem da &amp;#225;gua num dos canais.&lt;br&gt;A Funda&amp;#231;&amp;#227;o Nacional do &amp;#205;ndio (Funai) - dizem os jornais - pedir&amp;#225; a&lt;br&gt;revis&amp;#227;o dos estudos e pronunciamento do Congresso, por entender que&lt;br&gt;n&amp;#227;o foram suficientemente avaliados os impactos em nove terras&lt;br&gt;ind&amp;#237;genas.&lt;p&gt;O coordenador de um painel de 38 especialistas que analisaram o estudo&lt;br&gt;de impacto ambiental, professor Francisco Hernandes, da USP, diz que o&lt;br&gt;documento tamb&amp;#233;m subestima as consequ&amp;#234;ncias da migra&amp;#231;&amp;#227;o de quase 100&lt;br&gt;mil pessoas para a &amp;#225;rea, atra&amp;#237;das pelas obras. A seu ver, o custo da&lt;br&gt;obra deveria incluir o das infraestruturas urbanas necess&amp;#225;rias para&lt;br&gt;atender a esse contingente - mas n&amp;#227;o inclui; e isso deveria ser&lt;br&gt;computado no custo do kW/hora a ser produzido (Folha de S.Paulo,&lt;br&gt;20/9). Da mesma forma, n&amp;#227;o se avalia o que significar&amp;#225; que quase 18&lt;br&gt;mil das 18.700 pessoas a serem contratadas para a obra ser&amp;#227;o&lt;br&gt;dispensadas no final. Nem se considera que com o seccionamento de&lt;br&gt;igarap&amp;#233;s ser&amp;#225; fortemente afetada a pesca, da qual dependem 72,9% dos&lt;br&gt;moradores de Volta Grande.&lt;p&gt;N&amp;#227;o &amp;#233; um problema diferente do que j&amp;#225; surgiu em outros projetos de&lt;br&gt;hidrel&amp;#233;tricas na Amaz&amp;#244;nia, desde a de Tucuru&amp;#237;, na d&amp;#233;cada de 80. Sobre&lt;br&gt;essa, lembra o professor Maur&amp;#237;lio de Abreu Monteiro, da Universidade&lt;br&gt;Federal do Par&amp;#225;, no n&amp;#250;mero 53 da revista Estudos Avan&amp;#231;ados, da USP,&lt;br&gt;que o or&amp;#231;amento de US$ 2,1 bilh&amp;#245;es chegou ao final a US$ 7,5 bilh&amp;#245;es,&lt;br&gt;sem incluir o custo das linhas de transmiss&amp;#227;o, rede vi&amp;#225;ria, sistema&lt;br&gt;portu&amp;#225;rio, etc. E como a energia para os grandes usu&amp;#225;rios (produtoras&lt;br&gt;e exportadoras de alum&amp;#237;nio e ferro gusa) foi subsidiada (em mais de&lt;br&gt;50%), o primeiro contrato gerou para a Eletronorte preju&amp;#237;zos (h&amp;#225; quem&lt;br&gt;diga que foram US$ 4 bilh&amp;#245;es, repassados para as contas de energia de&lt;br&gt;todos os usu&amp;#225;rios no Pa&amp;#237;s; no segundo contrato o subs&amp;#237;dio foi&lt;br&gt;ligeiramente reduzido). E ainda sem falar no consumo de 5 milh&amp;#245;es de&lt;br&gt;toneladas de carv&amp;#227;o vegetal para produzir at&amp;#233; 2004 quase 5 milh&amp;#245;es de&lt;br&gt;toneladas de ferro-gusa.&lt;p&gt;E ainda n&amp;#227;o &amp;#233; essa a parte mais contundente de estudos sobre Belo&lt;br&gt;Monte. O Boletim Regional, Urbano e Ambiental, do Ipea (julho de&lt;br&gt;2009), que pertence &amp;#224; Secretaria de Assuntos Estrat&amp;#233;gicos da&lt;br&gt;Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica, traz an&amp;#225;lise que considera extremamente&lt;br&gt;problem&amp;#225;ticos projetos como esse, examinados sob o &amp;#226;ngulo da&lt;br&gt;sustentabilidade da produ&amp;#231;&amp;#227;o de alum&amp;#237;nio prim&amp;#225;rio na Amaz&amp;#244;nia. &amp;#201; uma&lt;br&gt;an&amp;#225;lise do coordenador de Meio Ambiente e do F&amp;#243;rum do Ipea de Mudan&amp;#231;as&lt;br&gt;Clim&amp;#225;ticas, Jos&amp;#233; Aroudo Mota, e da pesquisadora Dumara Regina Mota, do&lt;br&gt;Centro de Desenvolvimento Sustent&amp;#225;vel da UnB. Para eles, a produ&amp;#231;&amp;#227;o do&lt;br&gt;alum&amp;#237;nio, &amp;quot;atividade intensiva em recursos naturais e de grande&lt;br&gt;impacto ambiental&amp;quot;, al&amp;#233;m de &amp;quot;intensiva em capital e tecnologia&amp;quot;,&lt;br&gt;associada ao com&amp;#233;rcio internacional, &amp;quot;ainda n&amp;#227;o se demonstrou capaz de&lt;br&gt;contribuir para a redu&amp;#231;&amp;#227;o das desigualdades sociais e regionais, que&lt;br&gt;colocam os &amp;#237;ndices de desenvolvimento humano da regi&amp;#227;o abaixo dos&lt;br&gt;&amp;#237;ndices nacionais&amp;quot;. Mais ainda: essa atividade precisa &amp;quot;internalizar&amp;quot;&lt;br&gt;os impactos sociais e ambientais de sua explora&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Ser&amp;#225; dif&amp;#237;cil para os governos federal e estadual ignorar esse&lt;br&gt;diagn&amp;#243;stico, no qual est&amp;#225; dito que a ind&amp;#250;stria dos eletrointensivos,&lt;br&gt;&amp;quot;controlada por um pequeno n&amp;#250;mero de grandes corpora&amp;#231;&amp;#245;es&amp;quot;, desde a&lt;br&gt;transforma&amp;#231;&amp;#227;o do min&amp;#233;rio at&amp;#233; os produtos finais, forma tamb&amp;#233;m um&lt;br&gt;&amp;quot;cartel de exporta&amp;#231;&amp;#227;o&amp;quot; que &amp;quot;controla igualmente os pre&amp;#231;os e mercados&amp;quot;.&lt;br&gt;E isso est&amp;#225; presente no aproveitamento da terceira maior reserva&lt;br&gt;mundial de bauxita, na Amaz&amp;#244;nia. Mas a implanta&amp;#231;&amp;#227;o do polo exportador&lt;br&gt;&amp;quot;envolve o reassentamento de comunidades inteiras, o incha&amp;#231;o de&lt;br&gt;cidades, o desflorestamento e a perda da diversidade biol&amp;#243;gica e&lt;br&gt;cultural, al&amp;#233;m de mudan&amp;#231;as no regime hidrol&amp;#243;gico e a gera&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;res&amp;#237;duos contaminantes do solo, da &amp;#225;gua e do ar&amp;quot;. Mais: gera conflitos&lt;br&gt;com a popula&amp;#231;&amp;#227;o, como no entorno de Tucuru&amp;#237;, que &amp;quot;sofre ainda com&lt;br&gt;problemas de abastecimento de energia&amp;quot;.&lt;p&gt;Sob esse &amp;#226;ngulo, destaca o estudo a incapacidade dos munic&amp;#237;pios de&lt;br&gt;responder &amp;#224; nova demanda por sa&amp;#250;de, educa&amp;#231;&amp;#227;o e infraestruturas urbanas&lt;br&gt;- at&amp;#233; porque os projetos que utilizam a energia s&amp;#227;o beneficiados pelas&lt;br&gt;isen&amp;#231;&amp;#245;es de impostos. Como destaca que n&amp;#227;o se leva em considera&amp;#231;&amp;#227;o que&lt;br&gt;&amp;quot;o alum&amp;#237;nio responde pela emiss&amp;#227;o de perfluorcarbono, e que tem um&lt;br&gt;potencial de 6.500 a 9.000 vezes maior que o do di&amp;#243;xido de carbono&amp;quot;. E&lt;br&gt;Belo Monte, conclui o estudo, significa o aumento da oferta de energia&lt;br&gt;para aquele setor, que induz &amp;quot;padr&amp;#245;es intensivos de explora&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;recursos e servi&amp;#231;os naturais, bem como contribui para o acirramento&lt;br&gt;das desigualdades sociais em escala local.&lt;p&gt;Parece claro que n&amp;#227;o h&amp;#225; como ignorar tantas quest&amp;#245;es. &amp;#201; preciso&lt;br&gt;coloc&amp;#225;-las na balan&amp;#231;a antes de licenciar a obra.&lt;p&gt;Washington Novaes &amp;#233; jornalista E-mail: &lt;a href="mailto:wlrnovaes@uol.com.br"&gt;wlrnovaes@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090925/not_imp440644,0.php"&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090925/not_imp440644,0.php&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2176682475702280501?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2176682475702280501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2176682475702280501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/09/belo-monte-ainda-falta-muito-ver.html' title='Belo Monte - ainda falta muito a ver'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8369904498728816732</id><published>2009-09-17T10:49:00.000-03:00</published><updated>2009-09-17T10:56:36.476-03:00</updated><title type='text'>Jornalismo no divã da telona por Leonardo Leal</title><content type='html'>Explorando uma rela&amp;#231;&amp;#227;o conturbada no mundo real, que &amp;#233; a do jornalista&lt;br&gt;com as fontes. O filme Intrigas de Estado (State of Play, EUA,&lt;br&gt;Inglaterra, 2009) analisa, por consequ&amp;#234;ncia, os dilemas e caminhos do&lt;br&gt;jornalismo no s&amp;#233;culo XXI, que tem seguido a tend&amp;#234;ncia de ser dominado&lt;br&gt;por corpora&amp;#231;&amp;#245;es e, aumentado a persegui&amp;#231;&amp;#227;o pelo lucro em detrimento do&lt;br&gt;papel social. O diretor Kevin Macdonald (que j&amp;#225; havia feito um&lt;br&gt;trabalho reflexivo com O &amp;#218;ltimo Rei da Esc&amp;#243;cia) aborda aspectos&lt;br&gt;contempor&amp;#226;neos que est&amp;#227;o mudando a forma de se fazer e de se comprar&lt;br&gt;not&amp;#237;cias.&lt;p&gt;Russel Crowe, que faz o papel do jornalista Cal McAffrey, &amp;#233;&lt;br&gt;caracterizado como um jornalista veterano (outsider), que escreve&lt;br&gt;pouco e tem um custo alto para a empresa. Ele ao chegar &amp;#224; reda&amp;#231;&amp;#227;o v&amp;#234;&lt;br&gt;uma placa sendo afixada embaixo do nome do jornal, que mostra a&lt;br&gt;aquisi&amp;#231;&amp;#227;o do jornal pela &amp;#39;MediaCorp&amp;#39; – um prov&amp;#225;vel monop&amp;#243;lio de&lt;br&gt;informa&amp;#231;&amp;#245;es. O detalhe da cena &amp;#233; um dos aspectos que o filme vai&lt;br&gt;explorar durante o desenrolar, o dom&amp;#237;nio das corpora&amp;#231;&amp;#245;es,&lt;br&gt;principalmente, a dos servi&amp;#231;os de seguran&amp;#231;a, como a &amp;#39;PointCorp&amp;#39;.&lt;p&gt;No longa metragem, a &amp;#39;PointCorp&amp;#39; est&amp;#225;  sendo investigada por um&lt;br&gt;deputado americano, Ben Affleck no papel de Stephen Collins, que&lt;br&gt;desconfia das licita&amp;#231;&amp;#245;es do governo em rela&amp;#231;&amp;#227;o a 14 diferentes&lt;br&gt;empresas de seguran&amp;#231;a, tanto dentro do pa&amp;#237;s como nos servi&amp;#231;os de apoio&lt;br&gt;ao ex&amp;#233;rcito americano no Iraque e Afeganist&amp;#227;o. O deputado quer provar&lt;br&gt;que as empresas fazem parte de um &amp;#250;nico grupo que monopoliza os&lt;br&gt;servi&amp;#231;os e t&amp;#234;m forte influ&amp;#234;ncia pol&amp;#237;tica – semelhante &amp;#224; vida real, com&lt;br&gt;os tradicionais lobbies.&lt;p&gt;A atriz coadjuvante &amp;#233; a rep&amp;#243;rter iniciante Della Frye, interpretada&lt;br&gt;por Rachel McAdams, que atende aos objetivos do jornal, nas palavras&lt;br&gt;da editora Hellen Mirren (Cameron Lynne): escreve um artigo atr&amp;#225;s do&lt;br&gt;outro; tem um custo  baixo para o jornal e um blog no qual especula as&lt;br&gt;rela&amp;#231;&amp;#245;es pessoais dos pol&amp;#237;ticos.&lt;p&gt;Ao conversar com a editora, o veterano rep&amp;#243;rter se queixa do&lt;br&gt;computador antigo e diz que a edi&amp;#231;&amp;#227;o impressa n&amp;#227;o vai muito bem, mas&lt;br&gt;que a vers&amp;#227;o online tem tido muito sucesso, mesmo que a Internet n&amp;#227;o&lt;br&gt;tenha conseguido adquirir credibilidade do impresso.&lt;p&gt;A hist&amp;#243;ria se desenvolve a partir da morte de uma funcion&amp;#225;ria do&lt;br&gt;congressista Collins que investigava a empresa de seguran&amp;#231;a e os&lt;br&gt;lobbies dela junto ao governo. Ap&amp;#243;s a morte da secret&amp;#225;ria do deputado,&lt;br&gt;a m&amp;#237;dia vai explorar a morte com o esc&amp;#226;ndalo do envolvimento de&lt;br&gt;Collins com a funcion&amp;#225;ria. As l&amp;#225;grimas do deputado em frente &amp;#224;s&lt;br&gt;c&amp;#226;meras servem como  ponto de partida para as especula&amp;#231;&amp;#245;es midi&amp;#225;ticas.&lt;p&gt;A hip&amp;#243;tese inicial &amp;#233; que ela tenha cometido su&amp;#237;cidio, por&amp;#233;m McFrey e&lt;br&gt;Della Frye v&amp;#227;o mais al&amp;#233;m do senso comum e passam a investigar outra&lt;br&gt;hip&amp;#243;tese: Quem matou S&amp;#244;nia Baker? Na investiga&amp;#231;&amp;#227;o o suspense se&lt;br&gt;desenvolve e revela uma cadeia de eventos relacionando pol&amp;#237;ticos,&lt;br&gt;empres&amp;#225;rios e ex-militares.&lt;p&gt;A rela&amp;#231;&amp;#227;o de amizade entre o jornalista e o deputado, que se&lt;br&gt;conheceram nos tempos da universidade &amp;#233; explorada no filme com a&lt;br&gt;quest&amp;#227;o: At&amp;#233; que ponto um amigo &amp;#233; inocente? Acreditando nesta&lt;br&gt;premissa, o rep&amp;#243;rter defende o congressista com a&amp;#231;&amp;#245;es question&amp;#225;veis&lt;br&gt;por seus colegas e superiores da reda&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Al&amp;#233;m do dilema citado acima, o filme tamb&amp;#233;m prop&amp;#245;e outros&lt;br&gt;questionamentos relevantes no qual o jornalismo &amp;#233; o ator principal.&lt;br&gt;Pode-se perceber uma press&amp;#227;o maior sobre rep&amp;#243;rteres e editores na&lt;br&gt;atualidade, provocada pelo surgimento da Internet e das inova&amp;#231;&amp;#245;es que&lt;br&gt;ela trouxe, como os blogs, o excesso de informa&amp;#231;&amp;#227;o e a batalha para&lt;br&gt;informar o leitor a cada segundo.&lt;p&gt;A mistura de informa&amp;#231;&amp;#227;o, interpreta&amp;#231;&amp;#227;o, opini&amp;#227;o e entretenimento &amp;#233;&lt;br&gt;abordada no filme. Provando que aquilo que pode ser bom para quem&lt;br&gt;escreve, muitas vezes se torna um labirinto para quem l&amp;#234;; obrigando o&lt;br&gt;leitor a confirmar informa&amp;#231;&amp;#245;es e separar opini&amp;#245;es de not&amp;#237;cias, sem ser&lt;br&gt;avisado.&lt;p&gt;Sutilmente, o longa questiona o car&amp;#225;ter do jornalista ao apresentar&lt;br&gt;uma rela&amp;#231;&amp;#227;o de amizade com toques de romance entre o rep&amp;#243;rter e a&lt;br&gt;mulher do deputado, Anne Collins, interpretado pela atriz Robin Wright&lt;br&gt;Penn. Em diversos momentos os amigos do rep&amp;#243;rter o questionam se as&lt;br&gt;perguntas que ele faz, n&amp;#227;o s&amp;#227;o do tipo que se faz para as fontes;&lt;br&gt;novamente se questiona a mistura entre amizade e rela&amp;#231;&amp;#227;o profissional&lt;p&gt;Como uma hist&amp;#243;ria sempre leva a outra, e como um filme dedicado &amp;#224; arte&lt;br&gt;de informar n&amp;#227;o poderia deixar de fora, aquilo que &amp;#233; mais comum do que&lt;br&gt;parece: a virada de pauta ou, reviravolta no caso; e que muitas vezes&lt;br&gt;&amp;#233; um questionamento do pr&amp;#243;prio trabalho do rep&amp;#243;rter sobre a certeza&lt;br&gt;das informa&amp;#231;&amp;#245;es que se apura, que &amp;#224;s vezes leva a caminhos diferentes&lt;br&gt;do real.&lt;p&gt;O edif&amp;#237;cio Watergate faz refer&amp;#234;ncia ao famoso caso que derrubou o&lt;br&gt;presidente Nixon. Outras refer&amp;#234;ncias tamb&amp;#233;m v&amp;#227;o levar &amp;#224; compara&amp;#231;&amp;#227;o com&lt;br&gt;Todos os homens do presidente. Principalmente quando os rep&amp;#243;rteres&lt;br&gt;McFrey e Della Frye v&amp;#227;o em busca das fontes.&lt;p&gt;Intrigas de Estado se tornar&amp;#225;  um filme obrigat&amp;#243;rio nos cursos de&lt;br&gt;jornalismo. O motivo principal ser&amp;#225;  mostrar que o que se aprende na&lt;br&gt;faculdade dever&amp;#225; ser complementado com o cotidiano e a experi&amp;#234;ncia dos&lt;br&gt;&amp;#39;dinossauros&amp;#39; das reda&amp;#231;&amp;#245;es. Tamb&amp;#233;m porque a &amp;#233;tica &amp;#233; de fundamental&lt;br&gt;import&amp;#226;ncia na profiss&amp;#227;o.&lt;p&gt;Embora os jornalistas n&amp;#227;o coloquem em risco a vida das pessoas, com&lt;br&gt;certeza as reputa&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o em jogo, e h&amp;#225; casos de pessoas que cometem&lt;br&gt;suic&amp;#237;dio ao terem sua reputa&amp;#231;&amp;#227;o abalada ap&amp;#243;s a divulga&amp;#231;&amp;#227;o de uma&lt;br&gt;not&amp;#237;cia.&lt;p&gt;Ele tamb&amp;#233;m vai demonstrar que, independente das adapta&amp;#231;&amp;#245;es a que s&amp;#227;o&lt;br&gt;obrigados os jornalistas, os princ&amp;#237;pios permanecem e d&amp;#227;o credibilidade&lt;br&gt;ao jornalismo n&amp;#227;o importando o meio em que a mensagem &amp;#233; transmitida.&lt;br&gt;Como neste exemplo da tela grande.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8369904498728816732?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8369904498728816732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8369904498728816732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/09/jornalismo-no-diva-da-telona-por.html' title='Jornalismo no divã da telona por Leonardo Leal'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-9183191570705451059</id><published>2009-09-11T10:09:00.001-03:00</published><updated>2009-09-11T10:09:17.348-03:00</updated><title type='text'>A lógica do STF na questão da não exigência do diploma de jornalista por Yone de Carvalho Abelaira</title><content type='html'>Um dos argumentos dos ministros do STF para derrubar a obrigatoriedade&lt;br&gt;do diploma para o exerc&amp;#237;cio do jornalismo foi de que tal exig&amp;#234;ncia&lt;br&gt;fere a Constitui&amp;#231;&amp;#227;o Federal no artigo que garante ao cidad&amp;#227;o a&lt;br&gt;liberdade de express&amp;#227;o. Tal argumento &amp;#233;, no m&amp;#237;nimo, pobre, se&lt;br&gt;considerarmos o fato de que nunca antes neste pa&amp;#237;s, e nem em qualquer&lt;br&gt;outra parte do mundo, tantos produziram tanta informa&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;#201;&lt;br&gt;desnecess&amp;#225;rio lembrar a revolu&amp;#231;&amp;#227;o que a Internet provocou na&lt;br&gt;quantidade, na velocidade, no conte&amp;#250;do e na forma como a informa&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;passou a circular pelo planeta. Falar em falta de liberdade de&lt;br&gt;express&amp;#227;o na era de sites, blogs, fotologs, twitter, facebook e mais&lt;br&gt;n&amp;#227;o sei &amp;#233; querer tapar o sol com a peneira.&lt;p&gt;Seguindo no terreno do lugar comum, j&amp;#225; que n&amp;#227;o adianta chorar pelo&lt;br&gt;leite derramado, proponho, ent&amp;#227;o seguindo a l&amp;#243;gica do STF, uma&lt;br&gt;revolu&amp;#231;&amp;#227;o nos nossos costumes. Todos h&amp;#227;o de concordar que se a&lt;br&gt;liberdade de express&amp;#227;o garantida na Constitui&amp;#231;&amp;#227;o Federal, precisa ser&lt;br&gt;mantida &amp;#224; custa de assassinar uma carreira, podemos sugerir ao STF uma&lt;br&gt;a&amp;#231;&amp;#227;o que proponha extinguir a necessidade de carteira de habilita&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;para o motorista, j&amp;#225; que tal exig&amp;#234;ncia fere o direito de ir e vir dos&lt;br&gt;cidad&amp;#227;os. Segundo a l&amp;#243;gica dos ministros do Supremo, assim como&lt;br&gt;qualquer alfabetizado pode exercer a fun&amp;#231;&amp;#227;o de jornalista, o cidad&amp;#227;o&lt;br&gt;que dirige bem e nunca foi multado est&amp;#225; apto a exercer a fun&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;motorista, sem que seja necess&amp;#225;rio fazer uma prova de habilita&amp;#231;&amp;#227;o. A&amp;#237;,&lt;br&gt;algu&amp;#233;m pode argumentar: &amp;quot;mas ele n&amp;#227;o precisa ir de carro! Pode pegar&lt;br&gt;um &amp;#244;nibus, o metr&amp;#244;, ir de t&amp;#225;xi&amp;quot;. Mas, assim, ele estaria tolhido de&lt;br&gt;optar por dirigir o pr&amp;#243;prio ve&amp;#237;culo e isso fere sua liberdade de ir e&lt;br&gt;vir.&lt;p&gt;A exig&amp;#234;ncia do diploma n&amp;#227;o proibia ningu&amp;#233;m de se expressar, de tornar&lt;br&gt;p&amp;#250;blicas as suas ideias, ainda mais nos dias de hoje. O que ela&lt;br&gt;preservava era a qualidade da informa&amp;#231;&amp;#227;o, era a forma&amp;#231;&amp;#227;o e a &amp;#233;tica no&lt;br&gt;ato profissional de informar. Haver&amp;#225; quem argumente que o diploma n&amp;#227;o&lt;br&gt;garante um bom profissional. Concordo. Cabe aos empres&amp;#225;rios julgar e&lt;br&gt;contratar aqueles que exercem o cargo com compet&amp;#234;ncia e &amp;#233;tica. E isso&lt;br&gt;&amp;#233; v&amp;#225;lido para qualquer profiss&amp;#227;o. Existem m&amp;#233;dicos bons e ruins, todos&lt;br&gt;com diploma. O bom hospital s&amp;#243; contrata os melhores. Bons e maus&lt;br&gt;advogados existem aos milhares. Os grandes escrit&amp;#243;rios s&amp;#243; contratam os&lt;br&gt;eficientes. H&amp;#225;, tamb&amp;#233;m, ju&amp;#237;zes respeit&amp;#225;veis. E h&amp;#225; os med&amp;#237;ocres, os&lt;br&gt;vendidos aos interesses do grande empresariado. Acho que boa parte&lt;br&gt;desses acaba de enterrar uma profiss&amp;#227;o e milhares de sonhos.&lt;p&gt;Um bom conselho aos que est&amp;#227;o cursando a faculdade de Comunica&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;Social e que, at&amp;#233; ontem, sonhavam em ser jornalistas &amp;#233; de que&lt;br&gt;abandonem a carreira e pe&amp;#231;am transfer&amp;#234;ncia para o curso de Direito.&lt;br&gt;Quem sabe, no futuro, n&amp;#227;o consigam escrever para alguma coluna de&lt;br&gt;defesa do consumidor de algum jornal comunit&amp;#225;rio?&lt;p&gt;fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2009/06/18/a-logica-do-stf-na-questao-da-nao-exigencia-do-diploma-de-jornalista-756404486.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2009/06/18/a-logica-do-stf-na-questao-da-nao-exigencia-do-diploma-de-jornalista-756404486.asp&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-9183191570705451059?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9183191570705451059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9183191570705451059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/09/logica-do-stf-na-questao-da-nao.html' title='A lógica do STF na questão da não exigência do diploma de jornalista por Yone de Carvalho Abelaira'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8254757566232738857</id><published>2009-09-04T17:50:00.001-03:00</published><updated>2009-09-04T17:50:54.093-03:00</updated><title type='text'>Gabeira escreve na folha sobre a pirotecnia do pré-sal</title><content type='html'>Voc&amp;#234; diz al&amp;#244;, eu digo adeus&lt;p&gt;No momento em que o governo faz uma grande festa pelo pr&amp;#233;-sal, a&lt;br&gt;revista &amp;quot;Foreign Policy&amp;quot; publica um n&amp;#250;mero sobre o longo adeus do&lt;br&gt;petr&amp;#243;leo.&lt;br&gt;&amp;#201; t&amp;#227;o grande o impacto festivo que um prefeito de Pernambuco&lt;br&gt;perguntou: j&amp;#225; posso contar este m&amp;#234;s com o dinheiro do pr&amp;#233;-sal?&lt;br&gt;Ao governo interessa desinformar -para isso tem um grande aparato. Mas&lt;br&gt;&amp;#233; fundamental nesse confronto fortalecer algumas teses. A primeira&lt;br&gt;delas &amp;#233; de que o recurso do &amp;#243;leo deveria ser usado para nos&lt;br&gt;libertarmos dele.&lt;br&gt;Parece simples. No entanto, pesquisas indicam que um ter&amp;#231;o dos&lt;br&gt;royalties s&amp;#227;o gastos por algumas cidades para aumentar a m&amp;#225;quina&lt;br&gt;administrativa. Isso quer dizer dar mais empregos e aumentar o poder&lt;br&gt;dos grupos pol&amp;#237;ticos locais.&lt;br&gt;Fala-se em usar a Noruega como modelo econ&amp;#244;mico de explora&amp;#231;&amp;#227;o. Mas&lt;br&gt;nada se fala no modelo de prote&amp;#231;&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica de l&amp;#225;.&lt;br&gt;O interessante &amp;#233; que o Estado n&amp;#227;o combinou com os russos, e o modelo&lt;br&gt;talvez n&amp;#227;o seja atrativo para empresas. A Petrobras cuida de quase&lt;br&gt;tudo, drenando imensos recursos que poderiam se voltar para a energia&lt;br&gt;renov&amp;#225;vel.&lt;br&gt;O importante &amp;#233; que houve uma grande festa. Alguns, como Sarney, sa&amp;#237;ram&lt;br&gt;de sua pir&amp;#226;mide para celebrar; outros, como Dilma, de resguardo contra&lt;br&gt;perguntas delicadas, reapareceram protegidos. J&amp;#225; havia legisla&amp;#231;&amp;#227;o e&lt;br&gt;toda uma hist&amp;#243;ria do petr&amp;#243;leo no pa&amp;#237;s. Mas a pressa em festejar parece&lt;br&gt;maior que a de pesquisar e contabilizar os recursos para saber o que&lt;br&gt;fazer com eles.&lt;br&gt;A diferen&amp;#231;a entre Obama e Lula em energia est&amp;#225; no ministro que&lt;br&gt;escolheram. L&amp;#225; &amp;#233; um Pr&amp;#234;mio Nobel de F&amp;#237;sica; aqui &amp;#233; o Lob&amp;#227;o, que&lt;br&gt;prepara uma nova estatal, para a alegria de netos, filhos e amantes.&lt;br&gt;Fazer um fogo e distribuir espelhinhos foi t&amp;#225;tica do poder desde a&lt;br&gt;chegada dos portugueses.&lt;br&gt;Caramuru.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8254757566232738857?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8254757566232738857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8254757566232738857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/09/gabeira-escreve-na-folha-sobre.html' title='Gabeira escreve na folha sobre a pirotecnia do pré-sal'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8117572710116107225</id><published>2009-09-04T15:42:00.001-03:00</published><updated>2009-09-04T15:42:12.133-03:00</updated><title type='text'>Censura para alguns, vale-tudo para outros por Washington Novaes</title><content type='html'>(fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090904/not_imp429373,0.php"&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090904/not_imp429373,0.php&lt;/a&gt; )&lt;p&gt;Quando faltavam tr&amp;#234;s dias para completar um m&amp;#234;s desde que um juiz de&lt;br&gt;Bras&amp;#237;lia imp&amp;#244;s a inacredit&amp;#225;vel censura pr&amp;#233;via a este jornal -&lt;br&gt;impedindo-o de cumprir sua miss&amp;#227;o de levar informa&amp;#231;&amp;#245;es que deveriam&lt;br&gt;ser p&amp;#250;blicas &amp;#224; sociedade (que tem o direito de acesso a elas) -, o&lt;br&gt;Judici&amp;#225;rio envolveu-se em mais um desses epis&amp;#243;dios que o tornam parte&lt;br&gt;decisiva da atual crise institucional do Pa&amp;#237;s. E o fez com uma&lt;br&gt;senten&amp;#231;a do Supremo Tribunal Federal (STF) - por maioria escassa - que&lt;br&gt;retira mais um direito dos cidad&amp;#227;os, o do sigilo em suas contas&lt;br&gt;banc&amp;#225;rias, e na pr&amp;#225;tica d&amp;#225; a autoridades livre acesso a elas, que lhes&lt;br&gt;deveria ser vedado. E ainda com a diferen&amp;#231;a de entender que o &amp;#250;nico&lt;br&gt;culpado &amp;#233; o dirigente da institui&amp;#231;&amp;#227;o banc&amp;#225;ria que violou o sigilo; um&lt;br&gt;ministro (na &amp;#233;poca do incidente) e seu assessor de Comunica&amp;#231;&amp;#227;o, a quem&lt;br&gt;as informa&amp;#231;&amp;#245;es sigilosas foram levadas, de nada t&amp;#234;m culpa. Com isso o&lt;br&gt;ex-ministro n&amp;#227;o precisa ser processado e pode candidatar-se a altos&lt;br&gt;cargos p&amp;#250;blicos, embora ainda responda a uma dezena de processos por&lt;br&gt;improbidade administrativa.&lt;p&gt;N&amp;#227;o &amp;#233; o primeiro imbr&amp;#243;glio que leva o Judici&amp;#225;rio &amp;#224; frente do palco&lt;br&gt;onde j&amp;#225; se encontram o Legislativo e o Executivo. O primeiro, com&lt;br&gt;esc&amp;#226;ndalo atr&amp;#225;s de esc&amp;#226;ndalo, tem 30 dos 81 senadores respondendo a&lt;br&gt;processos por crimes de natureza p&amp;#250;blica, ao lado de 165 deputados&lt;br&gt;federais processados pelas mesmas raz&amp;#245;es. O segundo, no jogo da&lt;br&gt;manuten&amp;#231;&amp;#227;o do poder, alia-se a inimigos que denunciava ontem, fecha os&lt;br&gt;olhos ao que for preciso. Mas tudo configura um quadro que leva a&lt;br&gt;temer rupturas indesej&amp;#225;veis, dado o horror que vai tomando conta de&lt;br&gt;boa parte da sociedade.&lt;p&gt;Censura &amp;#224; comunica&amp;#231;&amp;#227;o nos termos em que foi decretada por um juiz leva&lt;br&gt;a mem&amp;#243;ria de volta aos tempos mais duros do regime militar, em que at&amp;#233;&lt;br&gt;porteiros de Minist&amp;#233;rios se davam ao desplante de, por telefone,&lt;br&gt;ordenar a &amp;#243;rg&amp;#227;os de comunica&amp;#231;&amp;#227;o que n&amp;#227;o divulgassem este ou aquele&lt;br&gt;fato. Sem apela&amp;#231;&amp;#227;o. Ainda com muitos textos em seus arquivos, todos&lt;br&gt;simplesmente vedados por inteiro com um enorme X atravessando as&lt;br&gt;p&amp;#225;ginas, o autor destas linhas se lembra de um epis&amp;#243;dio muito&lt;br&gt;demonstrativo da prepot&amp;#234;ncia, na &amp;#233;poca em que dirigia a reda&amp;#231;&amp;#227;o do&lt;br&gt;Globo Rep&amp;#243;rter (da Rede Globo), na d&amp;#233;cada de 70. Ali, os roteiros&lt;br&gt;finais e os programas gravados tinham de ser vistos e aprovados por&lt;br&gt;censores da Pol&amp;#237;cia Federal, que impunham cortes parciais ou totais,&lt;br&gt;sem nem sequer justificar a decis&amp;#227;o. Foi assim com programas sobre as&lt;br&gt;invas&amp;#245;es no Pontal do Paranapanema, sobre o desaparecimento de Sete&lt;br&gt;Quedas, sobre riscos da energia nuclear, sobre polui&amp;#231;&amp;#227;o em Salvador e&lt;br&gt;em rios que des&amp;#225;guam em sua ba&amp;#237;a, sobre a vida de um delinquente&lt;br&gt;juvenil - Wilsinho Galil&amp;#233;ia - morto aos 17 anos pela pol&amp;#237;cia (programa&lt;br&gt;dirigido por Jo&amp;#227;o Batista Andrade).&lt;p&gt;Talvez o caso mais aberrante tenha sido o de um document&amp;#225;rio adaptado&lt;br&gt;da TV inglesa e ali j&amp;#225; exibido, sobre pigmeus africanos. A censora que&lt;br&gt;assistia &amp;#224; vers&amp;#227;o final determinou a este escriba que cortasse toda a&lt;br&gt;sequ&amp;#234;ncia mais bonita e emocionante, que documentava com muita&lt;br&gt;delicadeza o nascimento de um pigmeu, sua sa&amp;#237;da do ventre da m&amp;#227;e. E&lt;br&gt;ante a pergunta sobre as raz&amp;#245;es desse corte, limitou-se a censora a&lt;br&gt;responder: &amp;quot;Porque uma crian&amp;#231;a n&amp;#227;o pode ver isso, uma mulher nua dando&lt;br&gt;&amp;#224; luz.&amp;quot; Ante o argumento de que as crian&amp;#231;as do Rio de Janeiro (onde&lt;br&gt;est&amp;#225;vamos) e de outros lugares viam todos os dias mulheres de biqu&amp;#237;ni&lt;br&gt;e &amp;quot;fio dental&amp;quot; nas praias, praticamente nuas, insistiu: &amp;quot;Mas &amp;#233;&lt;br&gt;imoral.&amp;quot; Um terceiro argumento - &amp;quot;&amp;#233; inacredit&amp;#225;vel que a senhora,&lt;br&gt;mulher, considere imoral o momento mais bonito da vida das mulheres&amp;quot; -&lt;br&gt;de nada adiantou, a censora foi categ&amp;#243;rica: &amp;quot;Corta!&amp;quot; E cortada foi&lt;br&gt;toda a sequ&amp;#234;ncia.&lt;p&gt;Estaremos nos aproximando de tempos semelhantes, e n&amp;#227;o apenas por&lt;br&gt;causa de censura pr&amp;#233;via &amp;#224; comunica&amp;#231;&amp;#227;o, de um lado, e liberalidade&lt;br&gt;inaceit&amp;#225;vel para poderosos? Que dizer do quadro da Justi&amp;#231;a no Pa&amp;#237;s,&lt;br&gt;que a toda hora volta a ser objeto de notici&amp;#225;rio, por causa de&lt;br&gt;epis&amp;#243;dios extremos?&lt;p&gt;Quando escreveu o cap&amp;#237;tulo A conquista dos direitos e o acesso &amp;#224;&lt;br&gt;Justi&amp;#231;a para o Relat&amp;#243;rio do Desenvolvimento Humano no Brasil 1996 (do&lt;br&gt;Programa das Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas para o Desenvolvimento), o autor destas&lt;br&gt;linhas documentou na Justi&amp;#231;a brasileira um quadro preocupante: 25% dos&lt;br&gt;cargos de juiz n&amp;#227;o preenchidos, processos acumulados &amp;#224;s centenas de&lt;br&gt;milhares em todos os graus, a cidadania &amp;quot;em boa parte um atributo de&lt;br&gt;apenas uma parte da popula&amp;#231;&amp;#227;o; em amplas &amp;#225;reas a exclus&amp;#227;o social n&amp;#227;o&lt;br&gt;permite sequer o reconhecimento dos direitos fundamentais, muito menos&lt;br&gt;o acesso &amp;#224; Justi&amp;#231;a&amp;quot; (ser&amp;#225; que o caseiro Francenildo, que teve seu&lt;br&gt;sigilo banc&amp;#225;rio violado, a&amp;#237; se reconheceria?).&lt;p&gt;Seria outro o quadro hoje? O notici&amp;#225;rio das &amp;#250;ltimas semanas informa&lt;br&gt;que h&amp;#225; 45 milh&amp;#245;es de processos &amp;#224; espera de julgamento na Justi&amp;#231;a. S&amp;#243;&lt;br&gt;em 2008 deram entrada 70,1 milh&amp;#245;es de a&amp;#231;&amp;#245;es novas; em 2007 haviam sido&lt;br&gt;67,7 milh&amp;#245;es. E o estoque crescendo.&lt;p&gt;A garantia do reconhecimento dos direitos do cidad&amp;#227;o inscritos na&lt;br&gt;Constitui&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; um dos pressupostos da democracia. Mas quando n&amp;#227;o pode&lt;br&gt;contar com a Justi&amp;#231;a, a quem o cidad&amp;#227;o recorrer&amp;#225;? &amp;#192; for&amp;#231;a, correndo&lt;br&gt;riscos? E se a isso se agrega a descren&amp;#231;a nos outros Poderes da&lt;br&gt;Rep&amp;#250;blica, como ocorre agora com parte dos cidad&amp;#227;os?&lt;p&gt;Teremos de repensar esse quadro institucional, inclusive para escrever&lt;br&gt;na Constitui&amp;#231;&amp;#227;o que a informa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; um bem da sociedade e o acesso a&lt;br&gt;ela, um pressuposto da democracia (&amp;quot;quem tem mais informa&amp;#231;&amp;#227;o tem mais&lt;br&gt;poder&amp;quot;, costuma-se dizer). A experi&amp;#234;ncia da censura no per&amp;#237;odo militar&lt;br&gt;mostrou &amp;#224; exaust&amp;#227;o os males a que se submete a sociedade. N&amp;#227;o podemos&lt;br&gt;chegar a outra situa&amp;#231;&amp;#227;o terminal. Mas &amp;#233; fundamental que a sociedade&lt;br&gt;seja capaz de formular os caminhos reparadores. &amp;#201; preciso repetir e&lt;br&gt;repetir que apenas a &amp;quot;ret&amp;#243;rica da indigna&amp;#231;&amp;#227;o&amp;quot; que presenciamos hoje,&lt;br&gt;sozinha, a nada leva. &amp;#201; decisivo fazer chegar ao mundo da pol&amp;#237;tica as&lt;br&gt;propostas da sociedade para mudar os nossos rumos.&lt;p&gt;Washington Novaes &amp;#233; jornalista&lt;br&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:wlrnovaes@uol.com.br"&gt;wlrnovaes@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Artigo publicado na p&amp;#225;g. 2 do Jornal O Estado de SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8117572710116107225?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8117572710116107225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8117572710116107225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/09/censura-para-alguns-vale-tudo-para.html' title='Censura para alguns, vale-tudo para outros por Washington Novaes'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-3999844050514901458</id><published>2009-09-02T11:57:00.001-03:00</published><updated>2009-09-02T11:57:30.888-03:00</updated><title type='text'>Science Facts</title><content type='html'>Deixai que os fatos sejam fatos naturalmente&lt;br&gt;Sem que sejam forjados para acontecer&lt;br&gt;Deixai que os olhos vejam os pequenos detalhes&lt;br&gt;Lentamente deixai que as coisas que lhe circundam&lt;br&gt;Estejam sempre inertes como m&amp;#243;veis&lt;br&gt;Inofensivos para lhe servir quando for&lt;br&gt;Preciso e nunca lhe causar danos&lt;br&gt;Sejam eles morais f&amp;#237;sicos ou psicol&amp;#243;gicos&lt;br&gt;.&lt;br&gt;.&lt;br&gt;let the facts be facts naturally&lt;br&gt;without they be forged to happen&lt;br&gt;let our eyes to see the small details&lt;br&gt;slowly let things that surround you&lt;br&gt;be always mobile and harmless inert&lt;br&gt;to serve you when you need and never cause&lt;br&gt;physical, moral or psychological damages&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.drliteratura.blogspot.com/"&gt;http://www.drliteratura.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-3999844050514901458?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3999844050514901458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3999844050514901458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/09/science-facts.html' title='Science Facts'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2920754458588439258</id><published>2009-08-26T10:32:00.001-03:00</published><updated>2009-08-26T10:32:47.064-03:00</updated><title type='text'>Manifesto Jornalístico por Leandro Fortes</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Uni-vos!&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não tem mais "barriga" nos jornais brasileiros, ninguém é sequer advertido quando faz uma cagada. Só pode ser. Ou é má fé explícita. Essa matéria recente sobre Tião Viana, na Folha de S.Paulo, tirada do nada, é uma investigação jornalística enviesada, usada para encobrir uma óbvia encomenda editorial. A assessoria do senador já havia informado à repórter sobre o fato de o imóvel estar no nome da mulher dele. Mas aí aparecem os tais "especialistas" convocados, sistematicamente, para dar suporte às chifradas jornalísticas dessa que ainda se intitula "grande imprensa".&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Olhem o trecho da chamada do portal UOL, do qual sou assinante, e, por isso, cobro duplamente:&lt;/p&gt; &lt;p&gt; "A assessoria do senador alegou que o terreno não foi declarado à Justiça Eleitoral porque pertencia à sua mulher, Marlúcia Cândida Viana. Mas, como o senador é casado em regime de comunhão total de bens, o imóvel pertence aos dois, segundo tributaristas ouvidos pela &lt;strong&gt;Folha&lt;/strong&gt;."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que significa isso? A interpretação ocasional de tributaristas como mecanismo para se montar um escândalo! Não nutro nenhuma simpatia pelo senador Tião Viana, tão novo e já deslumbrado com a chaga do patrimonialismo, a ponto de ter dado à filha, em viagem de férias ao México, um celular do Senado para que ela gastasse à vontade. Coisa, aliás, que ela levou a sério: a conta foi de 14 mil reais, só ressarcidos aos cofres públicos porque a mordomia foi descoberta. Isso, no entanto, não justifica o exercício de um certo tipo, este sim, escandaloso, de jornalismo, cada vez mais difundido como normal e corriqueiro. E é coisa diária, diuturna, que despreza a inteligência alheia, o poder da internet, a capacidade de reação dos leitores e dos jornalistas, estes, culpados em última instância.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A canalha é de jornalistas, não de patrões, é preciso que se diga. Quem faz o trabalho sujo nas redações não são os donos dos meios de comunicação, são os jornalistas. O problema é que as redações, hoje, têm gente demais disponível para fazer qualquer coisa. Vive-se a primazia da má fé e louva-se a inversão dos valores como condição primordial à sobrevivência dentro do mercado. Não é verdade. É possível ser jornalista e trabalhar em qualquer lugar sem se submeter ao mau-caratismo. Arriscado, mas possível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O pior é que nós, jornalistas, temos uma arma institucional com alto potencial de marketing corporativo, a cláusula de consciência do Código de Ética, mas a coisa virou letra fria. Tinha que ter uma campanha dos sindicatos e da Fenaj, dentro das redações, com o slogan "Isso eu não faço!". Para o jornalista novo, o foca, o repórter que está angustiado se sentir apoiado pela categoria. Para dizer, sem medo: isso eu não faço porque é ilegal, é imoral, é desrespeitoso, é injusto, é antijornalístico, enfim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A internet abriu uma perspectiva sem limites para se fazer alguma coisa de concreto, além de expor esse estado de coisas na blogosfera, que já é uma coisa sensacional. Eu queria muito que todos nós, jornalistas do Brasil, pensássemos na possibilidade de criar um blog coletivo, jornalístico, independente, com receita publicitária capaz de fazer as coisas funcionarem. Para se posicionar acima dessas figuras que aí estão, cheias de cargos, títulos honoríficos e salários polpudos, mas incapazes (ou capazes até demais) de entender o valor agregado da blogosfera e o potencial crítico – e realmente jornalístico – do mundo virtual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As grandes estruturas de comunicação do Brasil têm dinheiro, crédito, pessoal e equipamento, mas, apesar de toda essa vantagem, estão aprisionadas por compromissos políticos e econômicos cada vez mais restritos. Ficam assustadíssimas, contudo, com a capacidade que a internet tem para tornar explícita essa relação e, mais ainda, colocar a nu o mundinho autista e auto-referencial no qual estão encapsuladas. Um mundo onde repórteres e colunistas escrevem uns para os outros, se auto elogiam e compartilham vaidades ensaiadas, numa tentativa patética de se parecer com quem lhes paga o salário. O resultado disso é um descolamento absoluto da realidade social, na qual se inserem de forma superficial e, por isso mesmo, descompromissada, como se fazer jornalismo fosse, como quer o STF, tarefa para qualquer um.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Sociedade Americana de Revistas dos Estados Unidos calculou, no ano passado, que criar uma revista de papel e lança-la nacionalmente custa cerca de 15 milhões de dólares por mês. Uma, na web, sai por 100 mil dólares. Essa relação não deve ser muito diferente no Brasil. Talvez seja até mais barato. Entre 1976 e 1983, jornalistas do Rio Grande do Sul, jogados no desemprego por se posicionarem contra a ditadura militar, fundaram e tocaram o Coojornal, uma experiência jornalística corajosa e altamente profissional, baseada no cooperativismo. Talvez seja a hora de pensarmos em algo semelhante, antes que só restem maus exemplos – embora, dizia Santo Agostinho, sejam esses os melhores exemplos para quem se disponha a aprender, verdadeiramente,  a diferença entre o bem e o mal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://brasiliaeuvi.wordpress.com/2009/08/25/180/#comment-1083"&gt;http://brasiliaeuvi.wordpress.com/2009/08/25/180/#comment-1083&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2920754458588439258?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2920754458588439258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2920754458588439258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/08/manifesto-jornalistico-por-leandro.html' title='Manifesto Jornalístico por Leandro Fortes'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1483559410363922927</id><published>2009-08-21T11:47:00.001-03:00</published><updated>2009-08-21T11:47:14.973-03:00</updated><title type='text'>Teach Yourself Programming in Ten Years by Peter Novig</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;center&gt;&lt;h1 style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;Obs: Este texto tem tradução em português no link: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; white-space: pre; "&gt;&lt;a href="http://pihisall.wordpress.com/2007/03/15/aprenda-a-programar-em-dez-anos/"&gt;http://pihisall.wordpress.com/2007/03/15/aprenda-a-programar-em-dez-anos/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;Como o jornalismo também é uma linguagem o texto se torna instrutivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fonte:&lt;a href="goog_1250865414204"&gt; &lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 12px; white-space: pre; "&gt;&lt;a href="http://norvig.com/21-days.html"&gt;http://norvig.com/21-days.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt;&lt;table cellpadding="4"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;h2&gt;Why is everyone in such a rush?&lt;/h2&gt;Walk into any bookstore, and you&amp;#39;ll see how to &lt;i&gt;Teach Yourself Java in 7 Days&lt;/i&gt; alongside endless variations offering to teach Visual Basic, Windows, the Internet, and so on in a few days or hours. I did the following &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/tg/browse/-/468558/104-5938873-6579160"&gt;power search&lt;/a&gt; at&lt;a href="http://www.amazon.com/"&gt;Amazon.com&lt;/a&gt;:&lt;pre&gt;      &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/search-handle-url/ix=books&amp;amp;rank=%2Bfeaturedrank&amp;amp;fqp=power%01pubdate%3A%20after%201992%20and%20title%3A%20days%20and%0D%20%28title%3A%20learn%20or%20title%3A%20teach%20yourself%29&amp;amp;sz=25&amp;amp;pg=1/ref=s_b_np"&gt;pubdate: after 1992 and title: days and&lt;/a&gt;       &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/search-handle-url/ix=books&amp;amp;rank=%2Bfeaturedrank&amp;amp;fqp=power%01pubdate%3A%20after%201992%20and%20title%3A%20days%20and%0D%20%28title%3A%20learn%20or%20title%3A%20teach%20yourself%29&amp;amp;sz=25&amp;amp;pg=1/ref=s_b_np"&gt;(title: learn or title: teach yourself)&lt;/a&gt;&lt;/pre&gt; and got back 248 hits. The first 78 were computer books (number 79 was &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0781802245/"&gt;&lt;i&gt;Learn Bengali in 30 days&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;). I replaced &amp;quot;days&amp;quot; with &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/search-handle-url/ix=books&amp;amp;rank=%2Bfeaturedrank&amp;amp;fqp=power%01pubdate%3A%20after%201992%20and%20title%3A%20hours%20and%0D%20%28title%3A%20learn%20or%20title%3A%20teach%20yourself%29&amp;amp;sz=25&amp;amp;pg=3/ref=s_b_np"&gt;&amp;quot;hours&amp;quot;&lt;/a&gt; and got remarkably similar results: 253 more books, with 77 computer books followed by &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0028638999/"&gt;&lt;i&gt;Teach Yourself Grammar and Style in 24 Hours&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; at number 78. Out of the top 200 total, 96% were computer books.&lt;p&gt; The conclusion is that either people are in a big rush to learn about computers, or that computers are somehow fabulously easier to learn than anything else. There are no books on how to learn Beethoven, or Quantum Physics, or even Dog Grooming in a few days. Felleisen &lt;i&gt;et al.&lt;/i&gt; give a nod to this trend in their book &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.ccs.neu.edu/home/matthias/HtDP2e/index.html"&gt;How to Design Programs&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, when they say &amp;quot;Bad programming is easy. &lt;i&gt;Idiots&lt;/i&gt; can learn it in &lt;i&gt;21 days&lt;/i&gt;, even if they are &lt;i&gt;dummies&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Let&amp;#39;s analyze what a title like &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Learn-C-Three-Days-Rachele/dp/1556227078"&gt;Learn C++ in Three Days&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; could mean:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Learn:&lt;/b&gt; In 3 days you won&amp;#39;t have time to write several significant programs, and learn from your successes and failures with them. You won&amp;#39;t have time to work with an experienced programmer and understand what it is like to live in a C++ environment. In short, you won&amp;#39;t have time to learn much. So the book can only be talking about a superficial familiarity, not a deep understanding. As Alexander Pope said, a little learning is a dangerous thing.&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;C++:&lt;/b&gt; In 3 days you might be able to learn some of the syntax of C++ (if you already know another language), but you couldn&amp;#39;t learn much about how to use the language. In short, if you were, say, a Basic programmer, you could learn to write programs in the style of Basic using C++ syntax, but you couldn&amp;#39;t learn what C++ is actually good (and bad) for. So what&amp;#39;s the point? &lt;a href="http://www-pu.informatik.uni-tuebingen.de/users/klaeren/epigrams.html"&gt;Alan Perlis&lt;/a&gt; once said: &amp;quot;A language that doesn&amp;#39;t affect the way you think about programming, is not worth knowing&amp;quot;. One possible point is that you have to learn a tiny bit of C++ (or more likely, something like JavaScript or Flash&amp;#39;s Flex) because you need to interface with an existing tool to accomplish a specific task. But then you&amp;#39;re not learning how to program; you&amp;#39;re learning to accomplish that task.&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;in Three Days:&lt;/b&gt; Unfortunately, this is not enough, as the next section shows.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h2&gt;Teach Yourself Programming in Ten Years&lt;/h2&gt;Researchers (&lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/034531509X/"&gt;Bloom (1985)&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://norvig.com/21-days.html#bh"&gt;Bryan &amp;amp; Harter (1899)&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0805803092"&gt;Hayes (1989)&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://norvig.com/21-days.html#sc"&gt;Simmon &amp;amp; Chase (1973)&lt;/a&gt;) have shown it takes about ten years to develop expertise in any of a wide variety of areas, including chess playing, music composition, telegraph operation, painting, piano playing, swimming, tennis, and research in neuropsychology and topology. The key is &lt;i&gt;deliberative&lt;/i&gt;practice: not just doing it again and again, but challenging yourself with a task that is just beyond your current ability, trying it, analyzing your performance while and after doing it, and correcting any mistakes. Then repeat. And repeat again. There appear to be no real shortcuts: even Mozart, who was a musical prodigy at age 4, took 13 more years before he began to produce world-class music. In another genre, the Beatles seemed to burst onto the scene with a string of #1 hits and an appearance on the Ed Sullivan show in 1964. But they had been playing small clubs in Liverpool and Hamburg since 1957, and while they had mass appeal early on, their first great critical success, &lt;i&gt;Sgt. Peppers&lt;/i&gt;, was released in 1967. &lt;a href="http://www.amazon.com/Outliers-Story-Success-Malcolm-Gladwell/dp/0316017922"&gt;Malcolm Gladwell&lt;/a&gt; reports that a study of students at the Berlin Academy of Music compared the top, middle, and bottom third of the class and asked them how much they had practiced:&lt;blockquote&gt; Everyone, from all three groups, started playing at roughly the same time - around the age of five. In those first few years, everyone practised roughly the same amount - about two or three hours a week. But around the age of eight real differences started to emerge. The students who would end up as the best in their class began to practise more than everyone else: six hours a week by age nine, eight by age 12, 16 a week by age 14, and up and up, until by the age of 20 they were practising well over 30 hours a week. By the age of 20, the elite performers had all totalled 10,000 hours of practice over the course of their lives. The merely good students had totalled, by contrast, 8,000 hours, and the future music teachers just over 4,000 hours.&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;So it may be that 10,000 hours, not 10 years, is the magic number. Samuel Johnson (1709-1784) thought it took longer: &amp;quot;Excellence in any department can be attained only by the labor of a lifetime; it is not to be purchased at a lesser price.&amp;quot; And Chaucer (1340-1400) complained &amp;quot;the lyf so short, the craft so long to lerne.&amp;quot; Hippocrates (c. 400BC) is known for the excerpt &amp;quot;ars longa, vita brevis&amp;quot;, which is part of the longer quotation &amp;quot;Ars longa, vita brevis, occasio praeceps, experimentum periculosum, iudicium difficile&amp;quot;, which in English renders as &amp;quot;Life is short, [the] craft long, opportunity fleeting, experiment treacherous, judgment difficult.&amp;quot; Although in Latin, &lt;i&gt;ars&lt;/i&gt; can mean either art or craft, in the original Greek the word &amp;quot;techne&amp;quot; can only mean &amp;quot;skill&amp;quot;, not &amp;quot;art&amp;quot;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Here&amp;#39;s my recipe for programming success:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Get interested in programming, and do some because it is fun. Make sure that it keeps being enough fun so that you will be willing to put in ten years.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Talk to other programmers; read other programs. This is more important than any book or training course.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Program. The best kind of learning is &lt;a href="http://www.engines4ed.org/hyperbook/nodes/NODE-120-pg.html"&gt;learning by doing&lt;/a&gt;. To put it more technically, &amp;quot;the maximal level of performance for individuals in a given domain is not attained automatically as a function of extended experience, but the level of performance can be increased even by highly experienced individuals as a result of deliberate efforts to improve.&amp;quot; &lt;a href="http://www2.umassd.edu/swpi/DesignInCS/expertise.html"&gt;(p. 366)&lt;/a&gt; and &amp;quot;the most effective learning requires a well-defined task with an appropriate difficulty level for the particular individual, informative feedback, and opportunities for repetition and corrections of errors.&amp;quot; (p. 20-21) The book&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0521357349"&gt;Cognition in Practice: Mind, Mathematics, and Culture in Everyday Life&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; is an interesting reference for this viewpoint.&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;If you want, put in four years at a college (or more at a graduate school). This will give you access to some jobs that require credentials, and it will give you a deeper understanding of the field, but if you don&amp;#39;t enjoy school, you can (with some dedication) get similar experience on the job. In any case, book learning alone won&amp;#39;t be enough. &amp;quot;Computer science education cannot make anybody an expert programmer any more than studying brushes and pigment can make somebody an expert painter&amp;quot; says Eric Raymond, author of &lt;i&gt;The New Hacker&amp;#39;s Dictionary&lt;/i&gt;. One of the best programmers I ever hired had only a High School degree; he&amp;#39;s produced a lot of &lt;a href="http://www.xemacs.org/"&gt;great&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.mozilla.org/"&gt;software&lt;/a&gt;, has his own &lt;a href="http://groups.google.com/groups?q=alt.fan.jwz&amp;amp;meta=site%3Dgroups"&gt;news group&lt;/a&gt;, and made enough in stock options to buy his own &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DNA_Lounge"&gt;nightclub&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Work on projects with other programmers. Be the best programmer on some projects; be the worst on some others. When you&amp;#39;re the best, you get to test your abilities to lead a project, and to inspire others with your vision. When you&amp;#39;re the worst, you learn what the masters do, and you learn what they don&amp;#39;t like to do (because they make you do it for them).&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Work on projects &lt;i&gt;after&lt;/i&gt; other programmers. Be involved in understanding a program written by someone else. See what it takes to understand and fix it when the original programmers are not around. Think about how to design your programs to make it easier for those who will maintain it after you.&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Learn at least a half dozen programming languages. Include one language that supports class abstractions (like Java or C++), one that supports functional abstraction (like Lisp or ML), one that supports syntactic abstraction (like Lisp), one that supports declarative specifications (like Prolog or C++ templates), one that supports coroutines (like Icon or Scheme), and one that supports parallelism (like Sisal).&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Remember that there is a &amp;quot;computer&amp;quot; in &amp;quot;computer science&amp;quot;. Know how long it takes your computer to execute an instruction, fetch a word from memory (with and without a cache miss), read consecutive words from disk, and seek to a new location on disk. (&lt;a href="http://norvig.com/21-days.html#answers"&gt;Answers here.&lt;/a&gt;)&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Get involved in a language standardization effort. It could be the ANSI C++ committee, or it could be deciding if your local coding style will have 2 or 4 space indentation levels. Either way, you learn about what other people like in a language, how deeply they feel so, and perhaps even a little about why they feel so.&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Have the good sense to get off the language standardization effort as quickly as possible.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;With all that in mind, its questionable how far you can get just by book learning. Before my first child was born, I read all the&lt;i&gt;How To&lt;/i&gt; books, and still felt like a clueless novice. 30 Months later, when my second child was due, did I go back to the books for a refresher? No. Instead, I relied on my personal experience, which turned out to be far more useful and reassuring to me than the thousands of pages written by experts.&lt;p&gt; Fred Brooks, in his essay &lt;i&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/No_Silver_Bullet"&gt;No Silver Bullet&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; identified a three-part plan for finding great software designers:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Systematically identify top designers as early as possible.&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Assign a career mentor to be responsible for the development of the prospect and carefully keep a career file.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Provide opportunities for growing designers to interact and stimulate each other.&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;This assumes that some people already have the qualities necessary for being a great designer; the job is to properly coax them along. &lt;a href="http://www-pu.informatik.uni-tuebingen.de/users/klaeren/epigrams.html"&gt;Alan Perlis&lt;/a&gt; put it more succinctly: &amp;quot;Everyone can be taught to sculpt: Michelangelo would have had to be taught how not to. So it is with the great programmers&amp;quot;.&lt;p&gt; So go ahead and buy that Java book; you&amp;#39;ll probably get some use out of it. But you won&amp;#39;t change your life, or your real overall expertise as a programmer in 24 hours, days, or even months.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;h2&gt;References&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Bloom, Benjamin (ed.) &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/034531509X"&gt;Developing Talent in Young People&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, Ballantine, 1985.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Brooks, Fred, &lt;i&gt;&lt;a href="http://citeseer.nj.nec.com/context/7718/0"&gt;No Silver Bullets&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, IEEE Computer, vol. 20, no. 4, 1987, p. 10-19.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="bh"&gt;Bryan, W.L. &amp;amp; Harter, N. &amp;quot;Studies on the telegraphic language: The acquisition of a hierarchy of habits. &lt;i&gt;Psychology Review&lt;/i&gt;, 1899, 8, 345-375&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hayes, John R., &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0805803092"&gt;Complete Problem Solver&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; Lawrence Erlbaum, 1989.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name="cs"&gt;Chase, William G. &amp;amp; Simon, Herbert A. &lt;/a&gt;&lt;a href="http://books.google.com/books?id=dYPSHAAACAAJ&amp;amp;dq=%22perception+in+chess%22+simon&amp;amp;ei=z4PyR5iIAZnmtQPbyLyuDQ"&gt;&amp;quot;Perception in Chess&amp;quot;&lt;/a&gt; &lt;i&gt;Cognitive Psychology&lt;/i&gt;, 1973, 4, 55-81.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lave, Jean, &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0521357349"&gt;Cognition in Practice: Mind, Mathematics, and Culture in Everyday Life&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, Cambridge University Press, 1988.&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;a name="answers"&gt;&lt;h2&gt; Answers&lt;/h2&gt;&lt;/a&gt;Approximate timing for various operations on a typical 1GHz PC in 2001:&lt;p&gt;&lt;table border="1" cellpadding="2" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;execute single instruction&lt;/td&gt;&lt;td&gt;1 nanosec = (1/1,000,000,000) sec&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;fetch word from L1 cache memory&lt;/td&gt;&lt;td&gt;2 nanosec&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;fetch word from main memory&lt;/td&gt;&lt;td&gt;10 nanosec&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;fetch word from consecutive disk location&lt;/td&gt;&lt;td&gt;200 nanosec&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt; fetch word from new disk location (seek)&lt;/td&gt;&lt;td&gt;8,000,000 nanosec = 8 millisec&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;h2&gt;Appendix: Language Choice&lt;/h2&gt;Several people have asked what programming language they should learn first. There is no one answer, but consider these points:&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Use your friends&lt;/i&gt;. When asked &amp;quot;what operating system should I use, Windows, Unix, or Mac?&amp;quot;, my answer is usually: &amp;quot;use whatever your friends use.&amp;quot; The advantage you get from learning from your friends will offset any intrinsic difference between OS, or between programming languages. Also consider your future friends: the community of programmers that you will be a part of if you continue. Does your chosen language have a large growing community or a small dying one? Are there books, web sites, and online forums to get answers from? Do you like the people in those forums?&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;i&gt;Keep it simple&lt;/i&gt;. Programming languages such as C++ and Java are designed for professional development by large teams of experienced programmers who are concerned about the run-time efficiency of their code. As a result, these languages have complicated parts designed for these circumstances. You&amp;#39;re concerned with learning to program. You don&amp;#39;t need that complication. You want a language that was designed to be easy to learn and remember by a single new programmer.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;i&gt;Play.&lt;/i&gt; Which way would you rather learn to play the piano: the normal, interactive way, in which you hear each note as soon as you hit a key, or &amp;quot;batch&amp;quot; mode, in which you only hear the notes after you finish a whole song? Clearly, interactive mode makes learning easier for the piano, and also for programming. Insist on a language with an interactive mode and use it.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;Given these criteria, my recommendations for a first programming language would be &lt;b&gt;&lt;a href="http://python.org/"&gt;Python&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; or &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.schemers.org/"&gt;Scheme&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. But your circumstances may vary, and there are other good choices. If your age is a single-digit, you might prefer &lt;a href="http://alice.org/"&gt;Alice&lt;/a&gt; or &lt;a href="http://www.squeak.org/"&gt;Squeak&lt;/a&gt;(older learners might also enjoy these). The important thing is that you choose and get started.&lt;hr&gt; &lt;h2&gt;Appendix: Books and Other Resources&lt;/h2&gt;Several people have asked what books and web pages they should learn from. I repeat that &amp;quot;book learning alone won&amp;#39;t be enough&amp;quot; but I can recommend the following:&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Scheme:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/0262011530"&gt;Structure and Interpretation of Computer Programs (Abelson &amp;amp; Sussman)&lt;/a&gt; is probably the best introduction to computer science, and it does teach programming as a way of understanding the computer science. You can see&lt;a href="http://www.swiss.ai.mit.edu/classes/6.001/abelson-sussman-lectures/"&gt;online videos of lectures&lt;/a&gt; on this book, as well as the &lt;a href="http://mitpress.mit.edu/sicp/full-text/book/book.html"&gt;complete text online&lt;/a&gt;. The book is challenging and will weed out some people who perhaps could be successful with another approach.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;b&gt;Scheme:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/0262062186"&gt;How to Design Programs (Felleisen &lt;i&gt;et al.&lt;/i&gt;)&lt;/a&gt; is one of the best books on how to actually design programs in an elegant and functional way.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;b&gt;Python:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/1887902996"&gt;Python Programming: An Intro to CS (Zelle)&lt;/a&gt; is a good introduction using Python.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Python:&lt;/b&gt; Several online &lt;a href="http://wiki.python.org/moin/BeginnersGuide"&gt;tutorials&lt;/a&gt; are available at &lt;a href="http://python.org/"&gt;Python.org&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;b&gt;Oz:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/0262220695"&gt;Concepts, Techniques, and Models of Computer Programming (Van Roy &amp;amp; Haridi)&lt;/a&gt; is seen by some as the modern-day successor to Abelson &amp;amp; Sussman. It is a tour through the big ideas of programming, covering a wider range than Abelson &amp;amp; Sussman while being perhaps easier to read and follow. It uses a language, Oz, that is not widely known but serves as a basis for learning other languages. &amp;lt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;h2&gt;Notes&lt;/h2&gt;T. Capey points out that the &lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0805803092"&gt;Complete Problem Solver&lt;/a&gt; page on Amazon now has the &amp;quot;Teach Yourself Bengali in 21 days&amp;quot; and &amp;quot;Teach Yourself Grammar and Style&amp;quot; books under the &amp;quot;Customers who shopped for this item also shopped for these items&amp;quot; section. I guess that a large portion of the people who look at that book are coming from this page. Thanks to Ross Cohen for help with Hippocrates&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1483559410363922927?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1483559410363922927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1483559410363922927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/08/teach-yourself-programming-in-ten-years.html' title='Teach Yourself Programming in Ten Years by Peter Novig'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1114124262825744098</id><published>2009-07-24T16:16:00.001-03:00</published><updated>2009-07-24T16:16:03.960-03:00</updated><title type='text'>La vita è adesso</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 16px; "&gt;La vita è adesso,&lt;br style="clear: none; "&gt;Nel vecchio albergo&lt;br style="clear: none; "&gt;Della terra e ognuno in una&lt;br style="clear: none; "&gt; Stanza e in storia di mattini piú legerri e cieli&lt;br style="clear: none; "&gt;Smarginati di speranza e di silenzi da ascoltare&lt;br style="clear: none; "&gt;E ti sorprenderai a cantare ma,&lt;br style="clear: none; "&gt;Non sai perché&lt;br style="clear: none; "&gt; &lt;br style="clear: none; "&gt;La vita è adesso&lt;br style="clear: none; "&gt;Nei pomeriggi appena freschi&lt;br style="clear: none; "&gt;Che ti viene sonno e le campane&lt;br style="clear: none; "&gt;Girano le nuvole e piove&lt;br style="clear: none; "&gt; Sui capelli e sopra i tavolini&lt;br style="clear: none; "&gt;Dei caffè all&amp;#39;aperto&lt;br style="clear: none; "&gt;E ti domandi incerto chi sei tu&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Sei tu, sei tu, sei tu,&lt;br style="clear: none; "&gt; &lt;br style="clear: none; "&gt;Sei tu che spingi avanti il cuore, ed il lavoro duro&lt;br style="clear: none; "&gt;Si essere uomo e non sapere, cosa sarà il futuro&lt;br style="clear: none; "&gt;Sei tu, nel tempo che ci fa più grandi e soli in mezzo al mondo&lt;br style="clear: none; "&gt; Con l&amp;#39;ansia di cercare insieme, un bene più profondo&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;E un altro che ti dia respiro e che si curvi verso te&lt;br style="clear: none; "&gt;Con una attesa di volersi di più senza capire cos&amp;#39;è&lt;br style="clear: none; "&gt; E tu che mi ricambi gli occhi in questo instante immenso&lt;br style="clear: none; "&gt;Sopra il rumore della gente, dimmi se questo ha un senso&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;La vita è adesso&lt;br style="clear: none; "&gt; Nell&amp;#39;aria tenera&lt;br style="clear: none; "&gt;Di un dopocena e musi&lt;br style="clear: none; "&gt;Di bambini contro i vetri e i prati che si lisciano&lt;br style="clear: none; "&gt;Come gattini e stelle che si appicciano ai lampioni millioni&lt;br style="clear: none; "&gt; Mentre ti chiederai dove sei tu,&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Sei tu, sei tu, sei tu&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Sei tu che porterai il tuo amore per cento e mille strade&lt;br style="clear: none; "&gt; Perchè non c&amp;#39;è mai fine al viaggio anche se un sogno cade&lt;br style="clear: none; "&gt;Sei tu che hai un vento nuovo tra le braccia&lt;br style="clear: none; "&gt;Mentre mi vieni incontro&lt;br style="clear: none; "&gt;E impanerai che per morire ti basterà un tramonto&lt;br style="clear: none; "&gt; &lt;br style="clear: none; "&gt;In una gioia che fa male di più della malinconia&lt;br style="clear: none; "&gt;E in qualunque sera ti troverai non ti buttare via&lt;br style="clear: none; "&gt;E non lasciare andare un giorno per ritovar te stesso&lt;br style="clear: none; "&gt; Figlio di un cielo così bello perché la vita è adess&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1114124262825744098?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1114124262825744098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1114124262825744098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/07/la-vita-e-adesso.html' title='La vita è adesso'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7806475814064115881</id><published>2009-07-04T10:23:00.001-03:00</published><updated>2009-07-04T10:23:23.667-03:00</updated><title type='text'>Quem quer passar além do Bojador tem que passar além da dor</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 85%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Mar Português__Fernando Pessoa&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ó mar salgado, quanto do teu sal&lt;br&gt;São lágrimas de Portugal!&lt;br&gt;Por te cruzarmos, quantas mães choraram,&lt;br&gt;Quantos filhos em vão rezaram!&lt;br&gt; Quantas noivas ficaram por casar&lt;br&gt;Para que fosses nosso, ó mar!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Valeu a pena? Tudo vale a pena&lt;br&gt;Se a alma não é pequena.&lt;br&gt;Quem quer passar além do Bojador&lt;br&gt;Tem que passar além da Dor.&lt;br&gt;Deus ao mar o perigo e o abismo deu,&lt;br&gt; Mas nele é que espelhou o céu.&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7806475814064115881?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7806475814064115881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7806475814064115881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/07/quem-quer-passar-alem-do-bojador-tem.html' title='Quem quer passar além do Bojador tem que passar além da dor'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8328268312010892246</id><published>2009-07-03T16:04:00.004-03:00</published><updated>2009-07-03T16:10:16.473-03:00</updated><title type='text'>Lutaremos até conseguir nosso direito de volta</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/Sk5XYYkqjcI/AAAAAAAAAB8/QjaG4Fm1TUA/s1600-h/selo_campanha_profissao_jornalista_2009_retangular.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 340px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/Sk5XYYkqjcI/AAAAAAAAAB8/QjaG4Fm1TUA/s400/selo_campanha_profissao_jornalista_2009_retangular.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354313083414810050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/Sk5XYskxP3I/AAAAAAAAACE/A7k2889hPGw/s1600-h/folder_campanha_profissao_jornalista_2009.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 190px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/Sk5XYskxP3I/AAAAAAAAACE/A7k2889hPGw/s400/folder_campanha_profissao_jornalista_2009.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354313088783957874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8328268312010892246?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8328268312010892246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8328268312010892246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/07/lutaremos-ate-conseguir-nosso-direito.html' title='Lutaremos até conseguir nosso direito de volta'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/Sk5XYYkqjcI/AAAAAAAAAB8/QjaG4Fm1TUA/s72-c/selo_campanha_profissao_jornalista_2009_retangular.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-954011094503051375</id><published>2009-06-29T10:44:00.003-03:00</published><updated>2009-06-29T10:51:14.134-03:00</updated><title type='text'>O doutor que desqualificou os jornalistas por Gerson Moreira Lima</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Fonte: http://www.boqnews.com/coluna.php?cod=2145&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só ocupo esse espaço semanalmente porque existo. E se existo, devo a algumas pessoas,&lt;br /&gt;entre elas minha avó Calixta, espanhola da gema. Foi por intermédio de suas mãos que cheguei ao mundo, em um quarto arejado de um sobrado na Rua João Guerra, 330, em Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço até hoje sua perícia de parteira. Habilidade, aliás, elogiada pelo médico que  visitou mamãe, posteriormente:“Dona Calixta se saiu melhor do que muito obstetra”,ouvi de minha própria mãe anos mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o juiz do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, surgiu no STF pelas mãos&lt;br /&gt;de alguém. Claro, não foi de dona Calixta, mas sim de uma indicação do então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois foi exatamente o doutor Gilmar quem, como relator, praticamente definiu que, a partir de agora, o diploma de Jornalismo deixa de existir como pré-requisito para aqueles que pretendem exercer a profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um arroubo de argumentação, equiparou o Jornalismo à arte da Culinária. Bem, entendo que há pessoas extremamente competentes em todos os segmentos e, é lógico,&lt;br /&gt;também na cozinha. Mas considero que todas essas pessoas, se tiverem a oportunidade de frequentar um bom curso na área, terão condição de se tornar melhores profissionais ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, pode até haver autodidatas, e há. Alguns que até demonstrem desempenho melhor&lt;br /&gt;do que formados recém saídos dos bancos universitários. Mas é óbvio - só mesmo&lt;br /&gt;quem esbarra na miopia não entende - que, por mais talento tenha o sujeito, um bom curso no qual se discutam os dilemas éticos e mesmo técnicos das profissões será de fundamental relevância para melhores profissionais no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico aqui imaginando minha avó parteira se tivesse a oportunidade de frequentar uma escola de Medicina. Provavelmente teria alcançado fama na área médica. Da mesma forma, pessoas que desde a infância apresentam sensos crítico e ético apurados, amplo repertório cultural e facilidade de expressão parecem me ter futuro assegurado no Jornalismo. Mas aí tenho que ouvir, ver e ler baboseiras de que Medicina e Jornalismo são diferentes. Um profissional da área branca mata, o das letras não. Ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Grande Reportagem interpretativa tem historicamente suas raízes no crack da Bolsa&lt;br /&gt;dos EUA, em 1929. A crítica na época foi a de que o Jornalismo precisaria mudar para dar mais contexto para seus leitores. Explicar aos investidores que a Bolsa sobe, mas também cai. Ocorre que o Jornalismo de então não cumpriu seu dever. Resultado: desespero dos aplicadores. Consequência imediata: diversos suicídios nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, tanto quanto qualquer profissão, o Jornalismo mal feito traz consequências desastrosas. Por isso, precisa, cada vez mais, de base científica para ser praticado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha avó Calixta, se estivesse viva, tenho certeza, pensaria assim. Pena que o ministro do STF Gilmar Mendes não pense. Tanto que em uma simples canetada, com o apoio de outros juízes, jogou todos os jornalistas brasileiros dentro de uma cozinha. Acendeu o fogo e, debaixo de sua toga, parece torcer para que uma das profissões mais importantes do Planeta vire pó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, está na Bíblia: do pó vieste e ao pó retornarás. Até lá doutor Gilmar!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo, prometo falar de futebol na semana que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs: reproduzido do jornal Boqueirão News –  A mudança no título do artigo foi feita pelo autor do blog visando especificar o tema.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-954011094503051375?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/954011094503051375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/954011094503051375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/06/o-doutor-que-desqualificou-os.html' title='O doutor que desqualificou os jornalistas por Gerson Moreira Lima'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5642522938361199694</id><published>2009-06-24T09:58:00.001-03:00</published><updated>2009-06-24T09:58:29.084-03:00</updated><title type='text'>Primeira Página por Ailton Medeiros</title><content type='html'>Leitor compulsivo, entrei &amp;#224; madrugada lendo &amp;quot;Os Melhores Jornais do&lt;br&gt;Mundo&amp;quot;, do jornalista Matias M. Molina.&lt;p&gt;O livro &amp;#233; um catatau de 675 p&amp;#225;ginas.&lt;p&gt;S&amp;#227;o perfis de 17 dos principais jornais do mundo. Dois deles foram&lt;br&gt;fundados no s&amp;#233;culo XVIII, onze no s&amp;#233;culo XIX e quatro no s&amp;#233;culo XX.&lt;p&gt;O espanhol &amp;quot;El Pa&amp;#237;s, fundado em 1976, &amp;#233; o ca&amp;#231;ula da turma. Os mais&lt;br&gt;antigos s&amp;#227;o os ingleses &amp;quot;The Times&amp;quot; (1785) e &amp;quot;The Guardian&amp;quot; (1821).&lt;p&gt;Est&amp;#227;o l&amp;#225; o alem&amp;#227;o &amp;quot;Neue Zurcher Zeitung&amp;quot;, os americanos &amp;quot;New York&lt;br&gt;Times&amp;quot;, &amp;quot;The Washington Post&amp;quot; e &amp;quot;Los Angeles Times&amp;quot;, os franceses &amp;quot;Le&lt;br&gt;Monde&amp;quot; e &amp;quot;Le Figaro&amp;quot;, o italiano &amp;quot;Corriere della Sera&amp;quot;, os japoneses&lt;br&gt;&amp;quot;Asahi Shimbun&amp;quot; e &amp;quot;Nihon Keizai Shimbun&amp;quot;, entre outros.&lt;p&gt;Quais os crit&amp;#233;rios para se avaliar uma publica&amp;#231;&amp;#227;o?&lt;p&gt;Molina cita a revista &amp;quot;Time&amp;quot; que atribui como caracter&amp;#237;stica de um&lt;br&gt;jornal de qualidade sua preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com a comunidade.&lt;br&gt;&amp;quot;Um bom jornal di&amp;#225;rio tem de servir de consci&amp;#234;ncia, de guardi&amp;#227;o e de&lt;br&gt;guia dessa comunidade&amp;quot;, escreve.&lt;p&gt;&amp;quot;Tamb&amp;#233;m precisa ter uma curiosidade universal e fazer com que seus&lt;br&gt;leitores participem dela&amp;quot;. Ou, nas palavras do dramaturgo americano&lt;br&gt;Arthur Miller, um bom jornal &amp;#233; uma na&amp;#231;&amp;#227;o falando para si mesma.&lt;p&gt;Molina conta hist&amp;#243;rias que engrandecem algumas publica&amp;#231;&amp;#245;es em&lt;br&gt;detrimento de outras.&lt;br&gt;Uma delas:&lt;p&gt;Quando Harrison Salisbury, do &amp;quot;New York Times&amp;quot;, escreveu de Han&amp;#243;i que&lt;br&gt;a avia&amp;#231;&amp;#227;o americana tinha atingido popula&amp;#231;&amp;#245;es civis, o &amp;quot;Washington&lt;br&gt;Post&amp;quot; saiu em defesa do bombardeio e acusou seu concorrente de estar &amp;#224;&lt;br&gt;servi&amp;#231;o de Ho Chi Min, o l&amp;#237;der do Vietn&amp;#227; do Norte.&lt;p&gt;Dias depois, as informa&amp;#231;&amp;#245;es de Salisbury foram confirmadas pelo&lt;br&gt;pr&amp;#243;prio governo e tamb&amp;#233;m pelo &amp;quot;Post&amp;quot; que esqueceu de pedir desculpas&lt;br&gt;pelas rela&amp;#231;&amp;#245;es incestuosas com o goveno Lyndo Johnson.&lt;p&gt;Katharine Graham, a toda poderosa dona do &amp;quot;Post&amp;quot;, era defensora da&lt;br&gt;manuten&amp;#231;&amp;#227;o das tropas americanas no Vietn&amp;#227;. Achava, como a maioria da&lt;br&gt;imprensa da &amp;#233;poca, que a fronteira dos Estados Unidos estava no rio&lt;br&gt;Saigon.&lt;p&gt;Molina tamb&amp;#233;m conta epis&amp;#243;dios nada edificantes para a hist&amp;#243;ria do &amp;quot;New&lt;br&gt;York Times&amp;quot;.&lt;p&gt;Nos anos de chumbo da era macartista, na d&amp;#233;cada de 50, o jornal&lt;br&gt;demitiu dois jornalistas por se recusarem a depor perante o comit&amp;#234; do&lt;br&gt;Senado.&lt;p&gt;Mas vale ressaltar que o &amp;quot;Times&amp;quot; n&amp;#227;o apenas recusou transferir do&lt;br&gt;Vietn&amp;#227; o correspondente David  Halberstam a pedido de John Kennedy,&lt;br&gt;como tamb&amp;#233;m cancelou suas f&amp;#233;rias para que o governo n&amp;#227;o achasse que o&lt;br&gt;jornal estava cedendo &amp;#224; press&amp;#227;o do presidente. (Halberstam ganharia&lt;br&gt;depois o Pr&amp;#234;mio Pulitzer com suas reportagens sobre o conflito no&lt;br&gt;sudeste asi&amp;#225;tico).&lt;p&gt;Os republicanos, nesse terreno, n&amp;#227;o s&amp;#227;o muito diferentes dos democratas.&lt;p&gt;Molina relata uma reuni&amp;#227;o de Bush com Arthur Ochs Sulzberger Jr.,&lt;br&gt;&amp;quot;publisher&amp;quot; do &amp;quot;Times&amp;quot;, na Casa Branca, em dezembro de 2005.&lt;br&gt;Bush n&amp;#227;o queria que o jornal publicasse que a Ag&amp;#234;ncia de Seguran&amp;#231;a&lt;br&gt;Nacional tinha instalado escutas clandestinas no pa&amp;#237;s sem autoriza&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;da Justi&amp;#231;a.&lt;p&gt;A not&amp;#237;cia saiu uma semana depois e teve ampla repercuss&amp;#227;o internacional.&lt;p&gt;Como resultado, o Senado n&amp;#227;o aprovou a prorroga&amp;#231;&amp;#227;o do Patriot Act e&lt;br&gt;Bush acusou o &amp;quot;New York Times&amp;quot; de &amp;quot;traidor&amp;quot; e &amp;quot;desleal&amp;quot;.&lt;p&gt;Recheado de informa&amp;#231;&amp;#245;es, &amp;quot;Os Melhores Jornais do Mundo&amp;quot; &amp;#233; leitura obrigat&amp;#243;ria.&lt;p&gt;Vamos, leitor hip&amp;#243;crita, tire a bunda da areia.&lt;p&gt;A vida n&amp;#227;o &amp;#233; s&amp;#243; praia, cerveja e sol.&lt;p&gt;fonte: &lt;a href="http://www.ailtonmedeiros.com.br/primeira-pagina-3/2008/01/17/"&gt;http://www.ailtonmedeiros.com.br/primeira-pagina-3/2008/01/17/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5642522938361199694?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5642522938361199694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5642522938361199694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/06/primeira-pagina-por-ailton-medeiros.html' title='Primeira Página por Ailton Medeiros'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2004941439189636649</id><published>2009-06-19T12:07:00.000-03:00</published><updated>2009-06-19T12:08:01.316-03:00</updated><title type='text'>O erro de Gilmar por João Campos (advogado especialista em direito do consumidor)</title><content type='html'>&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" width="460" align="center" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;font face="Arial" color="#000000" size="2"&gt;&lt;font face="Arial" color="#000000" size="1"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" color="#000000" size="2"&gt; &lt;p&gt;Você já viu uma ilha de edição? Você sabe como fazer uma matéria sobre menores infratores, quais os limites, as cautelas?  Um texto sobre portador de deficiência física? Qual é o jargão do jornalismo econômico, do jornalismo científico, do texto político? Como tratar adequadamente uma matéria sobre um cadáver ou um acidente?&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p&gt;Quando um box (texto menor que o principal, que traz informações extras etc. Ele se diferencia da retranca por estar dentro de uma "caixa", em negrito) é necessário na sua reportagem principal?  Como saber fazer o relato de um fato, apontando todos os lados envolvidos. O que são os critérios de proximidade, relevância e atualidade de uma matéria? O que é uma notícia quente ou fatual, o que vem a ser notícia fria ou de "validade expandida"?&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"&gt;Você sabe o que é um "lead" ou consegue escrever um título adequado à matéria, ou seja, que não revele tudo, que atraia a atenção do leitor para o texto, que caiba em duas, três, quatro colunas?&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"&gt;Por que o título costuma ser na voz ativa? Quando deve estar no tempo passado ou refletir o presente?&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"&gt;O que é "chapéu" (geralmente uma ou duas palavras, colocadas acima do título, que identificam o assunto geral tratado por aquela notícia) ou "olho" (frase colocada em destaque na matéria, que oferece uma informação a mais sobre o assunto). &lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: list 36.0pt"&gt;Qual é o ritual para uma entrevista coletiva, o que é pauta, réplica, direito de resposta ou sigilo da fonte? Ou pior, como checar as fontes e apurar a verdade que vai para as páginas do jornal? Ou linha fina, créditos de repórter, de fotos ou ilustrações, retranca e selo?&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p&gt;Tudo isso você terá de saber no Google depois que o Ministro Gilmar Mendes, assinando o maior equívoco de todos os tempos cometido pelo Supremo Tribunal Federal (afinal, nove ministros o acompanharam no erro), extinguiu a obrigatoriedade da formação acadêmica do jornalista.&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p&gt;Batendo uma vez no prego, outra na estopa, o Ministro disse que não extinguia os cursos superiores de jornalismo, o que é verdade. A Corte apenas disse que o diploma não é obrigatório para o exercício da profissão.&lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p&gt;Na verdade, não há como se exercer a profissão sem a formação acadêmica, sem uma faculdade, pois são tantos os detalhes técnicos, as facetas, os equipamentos, as exigências do jornalismo moderno, o tratamento da cor em uma foto, a localização precisa de um texto na página que um pretendente a jornalista, a bem da verdade, nunca vai chegar lá. &lt;/p&gt; &lt;br&gt; &lt;p&gt;Ou seja, o Supremo errou feio, decidiu contra uma categoria inteira que acreditou na prevalência da formação sobre a aventura e não chegou a lugar algum. Os grandes jornais e as maiores emissoras de TV vão preferir o jornalista formado. Não por uma questão de lei, de jurisprudência ou de reserva de mercado, mas de qualidade na prestação de um dos bens mais preciosos da humanidade: a informação.  &lt;/p&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2004941439189636649?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2004941439189636649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2004941439189636649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/06/o-erro-de-gilmar-por-joao-campos.html' title='O erro de Gilmar por João Campos (advogado especialista em direito do consumidor)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2416152144698823990</id><published>2009-06-19T10:12:00.001-03:00</published><updated>2009-06-19T10:12:43.554-03:00</updated><title type='text'>Em berço esplêndido</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi:&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt; &amp;#39;Dai pão a quem tem fome&amp;#39;. &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;&amp;#39;Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;O que houve, meu Brasil brasileiro?&lt;br&gt;Perguntei-lhe!&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo...&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt; &lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.&lt;br&gt;Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt; &lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?&lt;br&gt;Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt; &lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt; &lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim.&lt;br&gt;Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei... Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais... Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?&lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt; &lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Georgia"&gt;Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.&amp;#39;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2416152144698823990?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2416152144698823990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2416152144698823990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/06/em-berco-esplendido.html' title='Em berço esplêndido'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5265535327136064879</id><published>2009-06-18T11:49:00.001-03:00</published><updated>2009-06-18T11:49:39.644-03:00</updated><title type='text'>O Diploma e o Curso de Jornalismo por Jonatha Carvalho</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;quot;Acredito que estamos encarando um desafio. É preciso repensar os cursos de comunicação e as novas especificidades de nossa área.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Questionar a obrigatoriedade ou não do diploma deixa para trás um debate mais profundo: na prática, nas rotinas de assessorias e redações, o que nos diferencia de um bom leitor com o mínimo de técnica para um lead e a &amp;quot;inteligência&amp;quot; de fazer um clipping?&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Qualquer um aprende os métodos.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Tenho percebido no dia a dia que o curso pelo qual passamos é extremamente deficiente em diversos pontos.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Aprendemos sociologia, filosofia, sim. Mas quase tudo a que somos instruídos se perde no limbo do tempo (&lt;em&gt;dead line&lt;/em&gt;) e nas necessidades empresariais que sobrepõem qualquer livre pensamento. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;E nossa profissão não está ligada ao simples escrever bem - atribuição mínima - mas, também e principalmente, à discussão de como solucionar problemas de comunicação e novas ferramentas que levem a mensagem (opinativa, informativa, o que for...) a quem dela necessita. Isso vale para periódicos como vale para estratégias de assessoria. Somos comunicólogos, acima de tudo.&lt;span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Se não encontrarmos novas soluções para os problemas de comunicação existentes hoje - caso consigamos identificá-los, já que não &amp;quot;nos orientaram&amp;quot; sobre isso - não haverá muito sentido em insistir num atestado que nos reconhece como uma &amp;quot;categoria de pensadores que, por motivos óbvios, não pode pensar, sob o risco de ficar desempregada&amp;quot;. Devemos enveredar para o estudo da comunicação em si. Devemos ser mais teóricos da comunicação do que idealistas com mordaças. Acredito que seria uma melhor justificativa para nosso suado diploma.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Quero chegar ao ponto de que, como profissionais de comunicação, precisamos repensar os formatos (e meios) de comunicação existentes com o objetivo de nos tornarmos profissionalmente mais independentes do sistema ao qual temos que nos sujeitar - e que tanto aprendemos a criticar no meio acadêmico, e sempre sem propor soluções, infelizmente. Assim devem pensar as universidades e assim devem pensar os estudantes e jornalistas. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;O futuro é esse. Ou então podemos continuar a despejar sorrisos amarelados em entrevistas de emprego (agora concorrendo com ex-atletas, administradores, advogados...).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Vale ressaltar de quem veio o latido para a não obrigatoriedade do diploma.&amp;quot;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5265535327136064879?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5265535327136064879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5265535327136064879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/06/o-diploma-e-o-curso-de-jornalismo-por.html' title='O Diploma e o Curso de Jornalismo por Jonatha Carvalho'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4120225971257971913</id><published>2009-05-26T17:01:00.000-03:00</published><updated>2009-05-26T17:02:00.442-03:00</updated><title type='text'>Adapt or die by Robert Picard</title><content type='html'>&lt;h3 style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 1.6em; TEXT-TRANSFORM: uppercase; COLOR: #666; FONT-FAMILY: arial, sans-serif"&gt; &lt;/h3&gt; &lt;div class="p_p_id_DEPRECATED"&gt; &lt;div class="portlet-container"&gt; &lt;div class="portlet-box"&gt; &lt;div class="portlet-minimum-height"&gt; &lt;div class="p_p_body_DEPRECATED"&gt; &lt;div class="slide-maximize-reference"&gt; &lt;div class="p_p_content_DEPRECATED" style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px"&gt; &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="headline"&gt;&lt;strong&gt;Why journalists deserve low pay&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="headline"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="sub"&gt;The demise of the news business can be halted, but only if journalists commit to creating real value for consumers and become more involved in setting the course of their companies. &lt;/div&gt; &lt;div class="byline" style="MARGIN-BOTTOM: 0px"&gt;&lt;strong&gt;By Robert G. Picard&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="postdate" style="MARGIN-TOP: 0px"&gt;from the May 19, 2009 edition&lt;/div&gt; &lt;style type="text/css"&gt; /* story tools */  #story-tools { 	width:640px; 	height:18px; 	padding:8px 0 4px; 	margin:10px 0 20px 0; 	text-align:right; 	border-top:1px dotted #ccc; 	border-bottom:1px dotted #ccc; 	}  #story-tools ul { 	text-align:left; 	list-style-type:none; 	padding:0 0 0 0; 	margin:0 0 20px 0; 	}  #story-tools ul li { 	color:#31639c; 	font-family: 'Arial', 'Helvetica', sans-serif; 	font-size:11px;         font-weight:normal; 	line-height:12px;         display:inline; 	border-left:1px solid #bbb; 	padding:0 0 0 10px; 	margin:0 0 20px 10px; 	}  #story-tools ul li.first{ 	border:0; 	padding:0 0 0 0px; 	margin:0 0 20px 0px; 	} 	 #story-tools img { 	border: none !important; 	padding: 0 !important; 	margin: 0 5px 0 0;  	display: inline; 	float: none; 	vertical-align: middle; 	}	 &lt;/style&gt;   &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;div&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="dateline"&gt;Oxford, England - &lt;/span&gt;Journalists like to think of their work in moral or even sacred terms. With each new layoff or paper closing, they tell themselves that no business model could adequately compensate the holy work of enriching democratic society, speaking truth to power, and comforting the afflicted. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Actually, journalists deserve low pay. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Wages are compensation for value creation. And journalists simply aren&amp;#39;t creating much value these days.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Until they come to grips with that issue, no amount of blogging, twittering, or micropayments is going to solve their failing business models. &lt;/p&gt; &lt;p class="divvy"&gt;Where does value come from?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Moral philosophers differentiate intrinsic and instrumental value. Intrinsic value involves things that are good in and of themselves, such as beauty, truth, and harmony. Instrumental value comes from things that facilitate action and achievement, including awareness, belonging, and understanding. Journalism produces only instrumental value. It is important not in itself, but because it enlightens the public, supports social interaction, and facilitates democracy. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Economic value is rooted in worth and exchange. It is created when finished products and services have more value – as determined by consumers – than the sum of the value of their components. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;To comprehend journalistic value creation, we need to focus on the benefits it provides. Journalism creates functional, emotional, and self-expressive benefits for consumers. Functional benefits include providing useful information and ideas. Emotional benefits include a sense of belonging and community, reassurance and security, and escape. Self-expressive benefits are provided when individuals identify with the publication&amp;#39;s perspectives or opinions, or when they&amp;#39;re empowered to express their own ideas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;These benefits used to produce significant economic value. Not today. That&amp;#39;s because producers and providers have less control over the communication space than ever before. In the past, the difficulty and cost of operation, publication, and distribution severely limited the number of content suppliers. This scarcity raised the economic value of content. That additional value is gone today because a far wider range of sources of news and information exist. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;The primary value that is created today comes from the basic underlying value of the labor of journalists. Unfortunately, that value is now near zero. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;The total value is the value of content plus the value of advertising. However, advertisers don&amp;#39;t care about journalism – only the audience that it produces. Thus the real measure of journalistic value is value created by serving readers. &lt;/p&gt;  &lt;p class="divvy"&gt;What are journalists worth?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Economic outcomes have traditionally held low priority for journalists. That&amp;#39;s got to change. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Journalists are not professionals with a unique base of knowledge such as professors or electricians. Consequently, the primary economic value of journalism derives not from its own knowledge, but in distributing the knowledge of others. In this process three fundamental functions and related skills have historically created economic value: Accessing sources, determining significance of information, and conveying it effectively. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Accessing sources is crucial because information and knowledge do not exist as a natural resource that merely has to be harvested. It must be constructed by someone. The journalistic skill of identifying and reaching authorities or others who construct expertise traditionally gave journalists opportunities to report in ways that the general public could not. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Determining significance has been critical because journalists sort through an enormous amount of information to find the most significant and interesting items for consumers. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Effective presentation involves the ability to reduce information to its core to meet space and time requirements and presenting it in an interesting and attractive manner. These are built on linguistic and artistic skills and formatting techniques. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Today all this value is being severely challenged by technology that is &amp;quot;de-skilling&amp;quot; journalists. It is providing individuals – without the support of a journalistic enterprise – the capabilities to access sources, to search through information and determine its significance, and to convey it effectively. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;To create economic value, journalists and news organizations historically relied on the exclusivity of their access to information and sources, and their ability to provide immediacy in conveying information. The value of those elements has been stripped away by contemporary communication developments. Today, ordinary adults can observe and report news, gather expert knowledge, determine significance, add audio, photography, and video components, and publish this content far and wide (or at least to their social network) with ease. And much of this is done for no pay. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Until journalists can redefine the value of their labor above this level, they deserve low pay. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Well-paying employment requires that workers possess unique skills, abilities, and knowledge. It also requires that the labor must be non-commoditized. Unfortunately, journalistic labor has become commoditized. Most journalists share the same skills sets and the same approaches to stories, seek out the same sources, ask similar questions, and produce relatively similar stories. This interchangeability is one reason why salaries for average journalists are relatively low and why columnists, cartoonists, and journalists with special expertise (such as finance reporters) get higher wages. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Across the news industry, processes and procedures for news gathering are guided by standardized news values, producing standardized stories in standardized formats that are presented in standardized styles. The result is extraordinary sameness and minimal differentiation. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;It is clear that journalists do not want to be in the contemporary labor market, much less the highly competitive information market. They prefer to justify the value they create in the moral philosophy terms of instrumental value. Most believe that what they do is so intrinsically good and that they should be compensated to do it even if it doesn&amp;#39;t produce revenue. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A century and half ago, journalists were much closer to the market and more clearly understood they were sellers of labor in the market. Before professionalism of journalism, many journalists not only wrote the news, but went to the streets to distribute and sell it and few journalists had regular employment in the news and information business. Journalists and social observers debated whether practicing journalism for a news entity was desirable. Even Karl Marx argued that &amp;quot;The first freedom of the press consists in it not being a trade.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="divvy"&gt;Adapt or die&lt;/p&gt; &lt;p&gt;If the news business is to survive, we must find ways to alter journalism&amp;#39;s practice and skills to create new economic value. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Journalism must innovate and create new means of gathering, processing, and distributing information so it provides content and services that readers, listeners, and viewers cannot receive elsewhere. And these must provide sufficient value so audiences and users are willing to pay a reasonable price. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;If value is to be created, journalists cannot continue to report merely in the traditional ways or merely re-report the news that has appeared elsewhere. They must add something novel that creates value. They will have to start providing information and knowledge that is not readily available elsewhere, in forms that are not available elsewhere, or in forms that are more useable by and relevant to their audiences. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;One cannot expect newspaper readers to pay for page after page of stories from news agencies that were available online yesterday and are in a thousand other papers today. Providing a food section that pales by comparison to the content of food magazines or television cooking shows is not likely to create much value for readers. Neither are scores of disjointed, undigested short news stories about events in far off places. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Some news magazines have confronted the issue and are already changing and trying to provide unique news content. Newsweek has moved away from creating a compendium of events to a publication that explores the issues and implications of events and trends. US News &amp;amp; World Report has emphasized its consumer review and rankings activities. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Daily newspapers don&amp;#39;t have quite as much leeway with content but they can emphasize uniqueness. The Boston Globe, for example, could become the national leader in education and health reporting because of the multitude of higher education and medical institutions in its coverage area. Not only would it make the paper more valuable to readers, but it could sell that coverage to other publications. Similarly, The Dallas Morning News could provide specialized coverage of oil and energy, The Des Moines Register could become the leader in agricultural news; and the Chicago Tribune in airline and aircraft coverage. Every paper will have to be the undisputed leader in terms of their quality and quantity of local news. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Finding the right formula of practice, functions, skills, and business model will not be easy, but the search must be undertaken. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;It is not just a matter of embracing uses of new technologies. Journalists today are often urged to change practice to embrace crowd sourcing, to search specialty websites, social networks, blogs, and micro-blogs for story ideas, and to embrace in collaborative journalism with their audiences. Although all of these provide useful new ways to find information, access knowledge, and engage with readers, listeners, and viewers, the amount of value that they add and its monetization is highly debatable. The primary reason is that those who are most highly interested in that information and knowledge are able to harvest it themselves using increasingly common tools. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Finding the rights means to create and protect value will require collaboration throughout news enterprises. It is not something that journalists can leave to management. Journalists and managers alike will need to develop collaboration skills and create social relations that make it possible. Journalists will also need to acquire entrepreneurial and innovation skills that makes it possible for them to lead change rather than merely respond to it. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;The demise of the news business can be halted, but only if journalists commit to creating value for consumers and become more involved in setting the course of their companies. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;Robert G. Picard is a professor of media economics at Sweden&amp;#39;s Jonkoping University, a visiting fellow at the Reuters Institute at Oxford University, and the author and editor of 23 books, including &amp;quot;The Economics and Financing of Media Companies.&amp;quot; This essay is adapted from a lecture Professor Picard gave at Oxford. He blogs at &lt;/i&gt;&lt;a href="http://themediabusiness.blogspot.com/"&gt;http://themediabusiness.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4120225971257971913?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4120225971257971913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4120225971257971913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/05/adapt-or-die-by-robert-picard.html' title='Adapt or die by Robert Picard'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1896827939968379277</id><published>2009-04-22T15:19:00.000-03:00</published><updated>2009-04-22T15:20:00.763-03:00</updated><title type='text'>Buscar dentro de si a resposta e a força para encontrar a saída -- por Mahatma Gandhi</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Além do pão, o trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Além do trabalho, a ação.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Além da ação o cultivo à amizade.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;E, quando tudo mais faltasse, deixaria um segredo:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" dir="ltr" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída".&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1896827939968379277?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1896827939968379277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1896827939968379277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/04/buscar-dentro-de-si-resposta-e-forca.html' title='Buscar dentro de si a resposta e a força para encontrar a saída -- por Mahatma Gandhi'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-3773362345944843250</id><published>2009-04-21T11:07:00.003-03:00</published><updated>2009-04-21T11:16:50.299-03:00</updated><title type='text'>A Felicidade nas coisas simples -- por Sócrates ( O jogador)</title><content type='html'>(Quem nasce, e não por acaso, recebe o nome de um filósofo deve levar consigo um pouco do peso do nome. Sócrates, embora, tenha se destacado no arquirival do Santos tem agradado e desagradado a gregos e troianos como comentarista ou analista de futebol, todavia é autêntico e sincero e, se alguém duvidar, ele usa exemplos de sua própria vida para provar. No texto abaixo, uma visão clara de alguém que sabe a importância da vida dos amigos e das ilusões do mundo.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Ao acompanhar as reações de quase todos em relação ao episódio envolvendo o atacante Adriano, diante da notícia de seu afastamento por estar insatisfeito com os rumos de sua vida, lembrei-me de quando resolvi abandonar a minha aventura italiana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, acreditem, muitos consideram um absurdo minha decisão de voltar para a minha terra e o meu povo, deixando por lá um caminhão de dinheiro, algo em torno de 1 milhão e meio de dólares americanos. São os mesmos que jamais conseguirão entender que morar em Florença, o berço da Renascença, tomar na hora em que quiser um dos melhores vinhos do mundo, o Chianti, comer uma suculenta bisteca à Fiorentina, quando, como e onde preferir. Ou visitar cotidianamente, se conseguir, a galeria Degli Ufizzi e ver de perto o original da escultura Davi, de Michelangelo, e mil outras obras de arte. Jantar em um restaurante chiquérrimo na Piazzale, batizada com o nome do mestre, visitar as ruínas da civilização etrusca em Fiesole. Tudo isso ou ainda qualquer outro atrativo é NADA comparado ao que chamamos de felicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicidade não é ter, e, sim, ser. É um estado de espírito e uma série de sentimentos concomitantes em que predominam a paz interior e a alegria de se sentir vivo e sabedor do que e de para que estamos aqui. Para tanto, temos de estar onde nos sentimos bem, com quem nos faz bem, envoltos em uma bruma que nos afague e acaricie e nos complete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicidade está no sorriso de uma criança, bem ou malvestida, bem ou mal alimentada. Não em uma bolsa Louis Vuitton ou em um perfume igualmente francês. Felicidade está em sentir o frescor da brisa marinha ao lado da mulher ou do homem amado, caminhando despreocupadamente pela areia banhada pela água salgada. E não nas inúmeras horas passadas no cabeleireiro, falando mal dos outros e maquiando a si próprio. Ou apenas no prazer de se deleitar na leitura de um bom livro, ouvindo uma linda música. Ou em uma gostosa gargalhada escutada a dezenas de metros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que vivemos em uma sociedade viciada em consumo e que muitos dos que dela fazem parte pouco estão se lixando com a tal da felicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos, justamente por esse motivo, tanta gente infeliz, mal-amada, mascarando o seu dia a dia, para, quem sabe, nele achar alguma coisa de útil ou prazeroso. Também é por isso que o amor pelos outros parece definitivamente em extinção, pois já não vemos um cavalheiro levantar para dar lugar a uma pessoa de idade, muito menos para uma dama jovial nos metrôs da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, contudo, a ficarem estarrecidos com a opção de um indivíduo em busca da felicidade é uma demonstração de acomodação completa com a própria escolha, o que os torna incapazes de enxergar a grandiosidade do gesto. Além do que, ele pode estimular pelo menos uma reflexão crítica das futuras gerações para, eventualmente, estas optarem por um comportamento mais realista e mais humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, para um fato como esse tornar-se uma ferramenta de educação social é preciso contemplar os dois lados da questão. Que se analisem com isenção os prós e contras de atitude tão radical. Respeitando-se, claro, as decisões pessoais, pois estas são indiscutíveis. Assim como Leandro decidiu não viajar para a Copa do Mundo realizada no México, jogando pela janela tudo o que conquistara e o futuro na profissão, em solidariedade ao colega Renato Gaúcho, que com ele havia ferido o dogma da “concentração-prisão” em determinada situação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solidariedade é uma ação comportamental que deveria ser eternamente valorizada, para o bem das relações sociais. E apenas energúmenos podem declinar de utilizar exemplos públicos como este para difundi-la no seio da sociedade. E foi o que infelizmente aconteceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte da mídia e, consequentemente, das pessoas que engolem qualquer “sapo” vindo da mesma sem ao menos usufruir de uma visão crítica – eternamente escondida no fundo de algum porão de suas personalidades – difundiu o episódio como se fosse um caso de homossexualismo barato, rebaixando-o ao menor nível possível, como é praxe dos preconceituosos e racistas, para não falar de coisa pior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos, pois, Adriano seguir o caminho escolhido. Só a ele cabe essa decisão. Não divaguemos pelo desconhecido da especulação maldosa e vil, numa tentativa de arrasar um ser humano só porque este tomou uma estrada que causa aversão a tantos, já que não lhes foi dado o prazer de conhecê-la. Somos poucos, mas ainda acreditamos que viver bem passa necessariamente pela felicidade que podemos conquistar."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&amp;a2=5&amp;i=3882"&gt;http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&amp;a2=5&amp;i=3882&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-3773362345944843250?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3773362345944843250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3773362345944843250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/04/felicidade-nas-coisas-simples-por.html' title='A Felicidade nas coisas simples -- por Sócrates ( O jogador)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6029902707507059114</id><published>2009-04-07T12:02:00.003-03:00</published><updated>2009-04-07T12:34:00.760-03:00</updated><title type='text'>Link</title><content type='html'>Os amigos e os 15 leitores, que acompanham este blog bissexto, vão ter uma boa surpresa. O autor destas linhas percorreu as ruas de Santos e conversou com alguns personagens de outros tempos para um trabalho acadêmico. O resultado pode ser conferido na revista virtual Capitu.(Também um trabalho acadêmico do colega Duanne Ribeiro). A &lt;a href="http://www.revistacapitu.com/reportagem_5060santos.html"&gt;reportagem sobre a Santos&lt;/a&gt; dos anos dourados está no link sublinhado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog está aberto para receber comentários sobre a matéria. Amigos e leitores fiquem à vontade. Jornalisticamente falando, 2009, agora que já passou o carnaval, vai ser um ano de muitas matérias e diversos assuntos. Não necessariamente nesta ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito para afirmar que a Revista Capitu é uma nova janela que vai mostrar os horizontes culturais em várias vertentes e que fico feliz em poder participar do projeto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6029902707507059114?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6029902707507059114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6029902707507059114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/04/link.html' title='Link'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2233145272257893974</id><published>2009-04-04T20:06:00.001-03:00</published><updated>2009-04-04T20:06:39.388-03:00</updated><title type='text'>Trecho da coluna do Caligaris (02/04/09)</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Georgia; mso-fareast-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-bidi-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Uma boa notícia não faz mal: no Estado de São Paulo, começa agora o programa &amp;quot;O Cinema Vai a Escola&amp;quot; para o ensino médio. Os educadores já receberam uma primeira caixa com 20 filmes em DVD (outra virá) e dois volumes do &amp;quot;Caderno de Cinema do Professor&amp;quot; (um terceiro também chegará mais tarde). O primeiro lote inclui o DVD &amp;quot;Luz, Câmera... Educação&amp;quot;, que mostra um pouco os artifícios e recursos do cinema, mas o projeto do programa aparece sobretudo no primeiro caderno dos professores. Trata-se de um guia para conversas possíveis com os alunos, depois de cada filme. Sem esquecer completamente a análise da linguagem cinematográfica e a história do cinema, o acento é sobre a relação de cada filme com questões que podem surgir em outras disciplinas ou, simplesmente, na vida dos alunos: problemas, dramas e dilemas que são, no fundo, cotidianos. &lt;br&gt; Ou seja, a intenção é a de enriquecer a experiência cinematográfica dos alunos, não para que jubilem ao reconhecer, em cada cena, planos abertos e planos fechados, mas para que possam, graças aos filmes aos quais eles assistem, tornar sua existência mais complexa e mais intensa. Talvez alguém se queixe de que não há, no novo ensino, teoria e história suficientes ou que ele não transforma os alunos em críticos. Respondo assim. &lt;br&gt; Na faculdade, fui aluno de alguns grandes professores de literatura (J. Starobinski, J. Rousset, G. Steiner, R. Dragonetti, R. Barthes). Cada um de seu jeito, eles me ensinaram a analisar um texto, mas a razão de minha gratidão por eles é outra: todos confirmaram meu amor pela ficção, porque todos entendiam que a primeira tarefa do crítico é a de se deixar seduzir pela obra e, com isso, ajudar o leitor a permitir que a obra entre na sua vida e a transforme. Havia, na faculdade, uma exceção: um professor (de novo, de literatura italiana) que parecia medíocre, e talvez fosse mesmo. Ele sabia pouco ou nada de teoria crítica, não analisava os textos, apenas declamava longos trechos das obras e, emocionando-se, contava casos de sua vida nos quais a leitura daquela obra o tinha ajudado a viver. &lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt; &lt;br style="mso-special-character: line-break"&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2233145272257893974?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2233145272257893974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2233145272257893974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/04/trecho-da-coluna-do-caligaris-020409.html' title='Trecho da coluna do Caligaris (02/04/09)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2579709721384165147</id><published>2009-03-17T15:33:00.001-03:00</published><updated>2009-03-17T15:33:32.930-03:00</updated><title type='text'>Conselho por Fernando Pessoa</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Cerca de grandes muros quem te sonhas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Depois, onde é visível o jardim&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Através do portão de grade dada,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Põe quantas flores são as mais risonhas,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Para que te conheçam só assim.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Onde ninguém o vir não ponhas nada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Faze canteiros como os que outros têm,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Onde os olhares possam entrever&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;O teu jardim como lho vais mostrar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Mas onde és teu, e nunca o vê ninguém,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Deixa as flores que vêm do chão crescer&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;E deixa as ervas naturais medrar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Faze de ti um duplo ser guardado;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;E que ninguém, que veja e fite, possa&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Saber mais que um jardim de quem tu és –&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Um jardim ostensivo e reservado, &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;Por trás do qual a flor nativa roça&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;font face="Georgia" size="4"&gt;A erva tão pobre que nem tu a vês...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2579709721384165147?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2579709721384165147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2579709721384165147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/03/conselho-por-fernando-pessoa.html' title='Conselho por Fernando Pessoa'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7101888247147095689</id><published>2009-03-15T01:08:00.001-03:00</published><updated>2009-03-15T01:08:06.445-03:00</updated><title type='text'>Volver a los diecisiete by Violeta Parra</title><content type='html'>Volver a los diecisiete&lt;br&gt;despu&amp;#233;s de vivir un siglo&lt;br&gt;es como descifrar signos&lt;br&gt;sin ser sabio competente,&lt;br&gt;volver a ser de repente&lt;br&gt;tan fr&amp;#225;gil como un segundo,&lt;br&gt;volver a sentir profundo&lt;br&gt;como un ni&amp;#241;o frente a Dios,&lt;br&gt;eso es lo que siento yo&lt;br&gt;en este instante fecundo.&lt;p&gt;Se va enredando, enredando,&lt;br&gt;como en el muro la hiedra,&lt;br&gt;y va brotando, brotando,&lt;br&gt;como el musguito en la piedra.&lt;br&gt;Ay si si si&lt;p&gt;Mi paso retrocedido&lt;br&gt;cuando el de ustedes avanza,&lt;br&gt;el arco de las alianzas&lt;br&gt;ha penetrado en mi nido,&lt;br&gt;con todo su colorido&lt;br&gt;se ha paseado por mis venas&lt;br&gt;y hasta las duras cadenas&lt;br&gt;con que nos ata el destino&lt;br&gt;es como un diamante fino&lt;br&gt;que alumbra mi alma serena.&lt;p&gt;Lo que puede el sentimiento&lt;br&gt;no lo ha podido el saber,&lt;br&gt;ni el mas claro proceder&lt;br&gt;ni el m&amp;#225;s ancho pensamiento,&lt;br&gt;todo lo cambia el momento&lt;br&gt;cual mago condescendiente,&lt;br&gt;nos aleja dulcemente&lt;br&gt;de rencores y violencias,&lt;br&gt;s&amp;#243;lo el amor con su ciencia&lt;br&gt;nos vuelve tan inocentes.&lt;p&gt;El amor es torbellino&lt;br&gt;de pureza original,&lt;br&gt;hasta el feroz animal&lt;br&gt;susurra su dulce trino,&lt;br&gt;detiene a los peregrinos,&lt;br&gt;libera a los prisioneros,&lt;br&gt;el amor con sus esmeros&lt;br&gt;al viejo lo vuelve ni&amp;#241;o&lt;br&gt;y al malo solo el cari&amp;#241;o&lt;br&gt;lo vuelve puro y sincero.&lt;p&gt;De par en par la ventana&lt;br&gt;se abri&amp;#243; como por encanto,&lt;br&gt;entr&amp;#243; el amor con su manto&lt;br&gt;como una tibia ma&amp;#241;ana,&lt;br&gt;al son de su bella diana&lt;br&gt;hizo brotar el jazmln,&lt;br&gt;volando cual seraf&amp;#237;n&lt;br&gt;al cielo le puso aretes&lt;br&gt;y mis a&amp;#241;os en diecisiete&lt;br&gt;los convirti&amp;#243; el querub&amp;#237;n&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7101888247147095689?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7101888247147095689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7101888247147095689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/03/volver-los-diecisiete-by-violeta-parra.html' title='Volver a los diecisiete by Violeta Parra'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5369772100539041695</id><published>2009-02-22T09:46:00.004-03:00</published><updated>2009-02-22T09:59:30.287-03:00</updated><title type='text'>Sertão das Águas</title><content type='html'>&lt;object width="353" height="132"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=2252aa3" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Milton Nascimento e Ronaldo Bastos &lt;br /&gt;(Do álbum Txai, 1990)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem e me abraça&lt;br /&gt;Me leva pra beira do igarapé&lt;br /&gt;Mapas escorrem das mãos&lt;br /&gt;Que vão me fazer cafuné&lt;br /&gt;A vida começa agora&lt;br /&gt;Ilhas de mel&lt;br /&gt;São rios de mel&lt;br /&gt;Remansos e correnteza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sertão das águas o amor quando quer é bater e valer&lt;br /&gt;Inunda os dias de sol, pode chover se quiser&lt;br /&gt;Lá no sertão quando vem a noite chover estrelas&lt;br /&gt;Pingos de luz&lt;br /&gt;São contas de luz teus olhos na corredeira&lt;br /&gt;Sertão veredas do Grão-Pará&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sertão canoa das populações ribeirinhas&lt;br /&gt;Que vivem dos frutos da mata e que não podem&lt;br /&gt;A floresta ver destruída&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não venha o fogo queimar&lt;br /&gt;Nem trator poder arrastar&lt;br /&gt;Pra que a vida queira pulsar&lt;br /&gt;E correr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rede que embala o amor e lambuza de tambatajá&lt;br /&gt;Lábios com fino licor sede de se lambuzar&lt;br /&gt;O meu pensamento voa, chega primeiro a minha voz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cai nos meus braços, aperta os laços desfaz os nós&lt;br /&gt;O grito dessas pessoas&lt;br /&gt;No fundo dos seringais&lt;br /&gt;Devia ser escutado em Beléns e Manais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corre nas veias, remar e seguir a viagem&lt;br /&gt;Viver só carece coragem, esperança que a paz reine na floresta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não venha o fogo queimar&lt;br /&gt;Nem trator poder arrastar&lt;br /&gt;Pra que a vida queira pulsar&lt;br /&gt;E correr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sertão das águas o amor quando quer é bater e valer&lt;br /&gt;Inunda os dias de sol e pode chover se quiser&lt;br /&gt;O meu pensamento vai, chega primeiro a minha voz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cai nos meus braços, aperta os laços desfaz os nós&lt;br /&gt;O grito dessas pessoas&lt;br /&gt;No fundo dos seringais&lt;br /&gt;Precisa ser escutado em Beléns e Manais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: aprendi com o Altino:&lt;a href="http://http://altino.blogspot.com/2009/02/sertao-das-aguas.html"&gt;http://altino.blogspot.com/2009/02/sertao-das-aguas.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5369772100539041695?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5369772100539041695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5369772100539041695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/02/milton-nascimento-e-ronaldo-bastos-do.html' title='Sertão das Águas'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4442779252550837591</id><published>2009-02-20T19:32:00.001-03:00</published><updated>2009-02-20T19:32:43.624-03:00</updated><title type='text'>Trecho da coluna do Contardo Calligaris sobre os trotes aos calouros  _FSP 19.02.2009</title><content type='html'>&amp;quot;A partir de 68, na Europa, por efeito da contracultura, ser universitário não foi mais um passaporte para o privilégio, mas uma responsabilidade social. Em 92, estudantes brasileiros pintaram a cara por uma razão diferente do trote: teria sido uma boa ocasião para eles deixarem de ver a celebração do duvidoso privilégio de esculachar os moradores do andar (social) de baixo. Não aconteceu: a selvageria da divisão social continuou falando mais alto. &lt;br&gt; Na Folha de domingo passado, José Goldenberg, ex-reitor da USP, observou que as instituições universitárias não podem intervir em acontecimentos que, em geral, são externos à faculdade. Discordo. &lt;br&gt;Não são tão &amp;quot;externos&amp;quot; assim: o trote compromete o próprio sentido do ensino, alimentando uma visão doentia do privilégio conferido pelo fato de frequentar uma universidade. A universidade e as próprias profissões às quais ela dá acesso deveriam, no mínimo, impor aos responsáveis pelos trotes uma formação suplementar: anos de serviço social e de cursos básicos de ética. Afinal, queremos uma &amp;quot;elite&amp;quot; que se ufana de seu privilégio e de seus abusos ou uma elite sem aspas?&amp;quot; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4442779252550837591?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4442779252550837591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4442779252550837591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/02/trecho-da-coluna-do-contardo-calligaris.html' title='Trecho da coluna do Contardo Calligaris sobre os trotes aos calouros  _FSP 19.02.2009'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1806358248525707883</id><published>2009-02-09T11:56:00.000-03:00</published><updated>2009-02-09T12:02:11.098-03:00</updated><title type='text'>Ser mineiro -- por um Autor desconhecido (mineiro, uai)</title><content type='html'>Ser mineiro &amp;#233; n&amp;#227;o dizer o que faz nem o que vai fazer. &amp;#201; fingir que&lt;br&gt;n&amp;#227;o sabe, falar pouco e escutar muito. &amp;#201; passar por bobo e ser&lt;br&gt;inteligente. &amp;#201; vender queijos e possuir bancos.&lt;p&gt;Um bom mineiro n&amp;#227;o la&amp;#231;a boi com embira, n&amp;#227;o da rasteira no vento, n&amp;#227;o&lt;br&gt;pisa no escuro, n&amp;#227;o anda no molhado, n&amp;#227;o estica conversa com&lt;br&gt;estranhos. S&amp;#243; acredita na fuma&amp;#231;a quando v&amp;#234; o fogo, N&amp;#227;o troca um&lt;br&gt;p&amp;#225;ssaro na m&amp;#227;o por dois voando.&lt;p&gt;Ser mineiro &amp;#233; dizer &amp;#39;uai&amp;#39; e ser diferente, &amp;#233; ter marca registrada, &amp;#233;&lt;br&gt;ter historia. Ser mineiro &amp;#233; ter simplicidade e pureza, humildade e&lt;br&gt;mod&amp;#233;stia, Coragem e bravura, fidalguia e eleg&amp;#226;ncia.&lt;p&gt;Ser mineiro &amp;#233; ver o nascer do sol e o brilhar da lua. &amp;#201; ouvir o cantar&lt;br&gt;dos p&amp;#225;ssaros e o mugir do gado. &amp;#201; sentir o despertar de tempo e o&lt;br&gt;amanhecer da vida.&lt;p&gt;Ser mineiro &amp;#233; ser religioso e conservador. &amp;#201; cultivar as letras e as&lt;br&gt;artes.&amp;#201; ser poeta e literato. &amp;#201; gostar de pol&amp;#237;tica e amar a liberdade.&lt;br&gt;&amp;#201; viver nas montanhas e ter vida interior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1806358248525707883?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1806358248525707883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1806358248525707883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/02/ser-mineiro-por-um-autor-desconhecido.html' title='Ser mineiro -- por um Autor desconhecido (mineiro, uai)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-9069089137063404937</id><published>2009-01-29T12:39:00.001-03:00</published><updated>2009-01-29T12:39:27.834-03:00</updated><title type='text'>Provocações -- por Luís Fernando Veríssimo</title><content type='html'>A primeira provoca&amp;#231;&amp;#227;o ele ag&amp;#252;entou calado. Na verdade, gritou e&lt;br&gt;esperneou. Mas todos os beb&amp;#234;s fazem assim, mesmo os que nascem em&lt;br&gt;maternidade, ajudados por especialistas. E n&amp;#227;o como ele, numa toca,&lt;br&gt;aparado s&amp;#243; pelo ch&amp;#227;o.&lt;p&gt;A segunda provoca&amp;#231;&amp;#227;o foi a alimenta&amp;#231;&amp;#227;o que lhe deram, depois do leite&lt;br&gt;da m&amp;#227;e. Uma porcaria. N&amp;#227;o reclamou porque n&amp;#227;o era disso.&lt;p&gt;Outra provoca&amp;#231;&amp;#227;o foi perder a metade dos seus dez irm&amp;#227;os, por doen&amp;#231;a e&lt;br&gt;falta de atendimento. N&amp;#227;o gostou nada daquilo. Mas ficou firme. Era de&lt;br&gt;boa paz.&lt;p&gt;Foram lhe provocando por toda a vida.&lt;p&gt;N&amp;#227;o pode ir a escola porque tinha que ajudar na ro&amp;#231;a. Tudo bem,&lt;br&gt;gostava da ro&amp;#231;a. Mas a&amp;#237; lhe tiraram a ro&amp;#231;a.&lt;p&gt;Na cidade, para aonde teve que ir com a fam&amp;#237;lia, era provoca&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;tudo que era lado. Resistiu a todas. Morar em barraco. Depois perder o&lt;br&gt;barraco, que estava onde n&amp;#227;o podia estar. Ir para um barraco pior.&lt;br&gt;Ficou firme.&lt;p&gt;Queria um emprego, s&amp;#243; conseguiu um subemprego. Queria casar, conseguiu&lt;br&gt;uma submulher. Tiveram subfilhos. Subnutridos. Para conseguir ajuda,&lt;br&gt;s&amp;#243; entrando em fila. E a ajuda n&amp;#227;o ajudava.&lt;p&gt;Estavam lhe provocando.&lt;p&gt;Gostava da ro&amp;#231;a. O neg&amp;#243;cio dele era a ro&amp;#231;a. Queria voltar pra ro&amp;#231;a.&lt;p&gt;Ouvira falar de uma tal reforma agr&amp;#225;ria. N&amp;#227;o sabia bem o que era.&lt;br&gt;Parece que a id&amp;#233;ia era lhe dar uma terrinha. Se n&amp;#227;o era outra&lt;br&gt;provoca&amp;#231;&amp;#227;o, era uma boa.&lt;p&gt;Terra era o que n&amp;#227;o faltava.&lt;p&gt;Passou anos ouvindo falar em reforma agr&amp;#225;ria. Em voltar &amp;#224; terra. Em&lt;br&gt;ter a terra que nunca tivera. Amanh&amp;#227;. No pr&amp;#243;ximo ano. No pr&amp;#243;ximo&lt;br&gt;governo. Concluiu que era provoca&amp;#231;&amp;#227;o. Mais uma.&lt;p&gt;Finalmente ouviu dizer que desta vez a reforma agr&amp;#225;ria vinha mesmo.&lt;br&gt;Para valer. Garantida. Se animou. Se mobilizou. Pegou a enxada e foi&lt;br&gt;brigar pelo que pudesse conseguir. Estava disposto a aceitar qualquer&lt;br&gt;coisa. S&amp;#243; n&amp;#227;o estava mais disposto a aceitar provoca&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;A&amp;#237; ouviu que a reforma agr&amp;#225;ria n&amp;#227;o era bem assim. Talvez amanh&amp;#227;.&lt;br&gt;Talvez no pr&amp;#243;ximo ano... Ent&amp;#227;o protestou.&lt;p&gt;Na d&amp;#233;cima mil&amp;#233;sima provoca&amp;#231;&amp;#227;o, reagiu. E ouviu espantado, as pessoas&lt;br&gt;dizerem, horrorizadas com ele:&lt;p&gt;- Viol&amp;#234;ncia, n&amp;#227;o!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-9069089137063404937?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9069089137063404937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9069089137063404937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2009/01/provocacoes-por-luis-fernando-verissimo.html' title='Provocações -- por Luís Fernando Veríssimo'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5028660911519692621</id><published>2008-12-11T15:18:00.001-03:00</published><updated>2008-12-11T15:18:21.076-03:00</updated><title type='text'>Palavras de Aldir Blanc em Resposta ao tempo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Batidas na porta da frente &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;é o tempo &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Eu bebo um pouquinho pra ter &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;argumento &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Mas fico sem jeito, calado &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;ele ri &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Ele zomba de quanto eu chorei &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;porque sabe passar &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;e eu não sei &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Num dia azul de verão sinto vento &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;há folhas no meu coração é o tempo &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;recordo um amor que eu perdi &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;ele ri &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Diz que somos iguais &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;se eu notei &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;pois não sabe ficar &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;e eu também não sei &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;E gira em volta de mim &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;sussurra que apaga os caminhos &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;que amores terminam no escuro &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;sozinhos &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Respondo que ele aprisiona, &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;eu liberto &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Que ele adormece as paixões &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;e eu desperto &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;E o tempo se vai com inveja &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;de mim &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Me vigia querendo aprender &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Como eu morro de amor &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;pra tentar reviver &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;No fundo é uma eterna criança &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;que não soube amadurecer &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;Eu posso, ele não vai poder &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;me esquecer &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5028660911519692621?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5028660911519692621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5028660911519692621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/12/palavras-de-aldir-blanc-em-resposta-ao.html' title='Palavras de Aldir Blanc em Resposta ao tempo'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6131369272387388159</id><published>2008-12-10T17:08:00.001-03:00</published><updated>2008-12-10T17:08:51.429-03:00</updated><title type='text'>acendedor de lampiões das estrelas</title><content type='html'>&lt;div&gt;Como jornalismo é igual em qualquer lugar do mundo, bem vale a pena ler a definição da profissão pelo mestre Gay Talese. Conhecedor de todos os meandros do ofício, não se furta de contar as vantagens e desvantagens. Sem contar o parecer que no nosso ramo é mais importante do que o ser. Abaixo o trecho do livro &amp;#39;O Reino e o Poder&amp;#39; disponível no site da editora que publica no Brasil.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Em sua maioria, os jornalistas são incansáveis voyeurs que vêem os defeitos do mundo, as imperfeições das pessoas e dos lugares. Uma cena sadia, que compõe boa parte da vida, ou a parte do planeta sem marcas de loucura não os atraem da mesma forma que tumultos e invasões, países em ruínas e navios a pique, banqueiros banidos para o Rio de Janeiro e monjas budistas em chamas - a tristeza é seu jogo, o espetáculo, sua paixão, a normalidade, sua nêmese.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Os jornalistas viajam em bandos, a tensão à flor da pele, e mal podem adivinhar em que medida essa presença tem o poder de desencadear um incidente, acender as pessoas. As entrevistas coletivas, com suas câmeras e microfones, se tornaram de tal forma parte integrante dos acontecimentos de nosso tempo que ninguém sabe mais se são as pessoas que fazem as notícias ou vice-versa: o general Ki, no Vietnã, sentindo-se sem dúvida mais poderoso depois de ser pela sexta vez matéria de capa de uma revista, desafia a China; a polícia de Nova York invadiu o quartel-general de alguns jovens delinqüentes e descobriu que os líderes da gangue mantinham livros de recortes da imprensa; em Baltimore, um dia depois de o Relatório Huntley-Brinkley mencionar que a cidade tinha sobrevivido ao verão sem nenhum episódio de tumulto racial, houve um desses episódios. Se a imprensa está ausente, políticos cancelam seus discursos, manifestantes em defesa dos direitos civis adiam suas marchas, alarmistas deixam de fazer suas previsões lúgubres. Os soldados que guardam o Muro de Berlim, amplamente ignorados desde que o Vietnã tomou seu lugar nas manchetes, observam, despreocupados, as garotas que passam.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Uma notícia não publicada não causa impacto. Poderia muito bem não ter acontecido. Assim, o jornalista é um aliado importante da ambição, é o acendedor de lampiões das estrelas. É convidado para festas, cortejado e cumprimentado, tem acesso a telefones que não constam da lista e a muitos estilos de vida. Pode mandar para os Estados Unidos uma matéria provocativa sobre pobreza na África, sobre distúrbios e ameaças tribais, e depois dar um mergulho na piscina do embaixador. Às vezes, o jornalista pode supor erroneamente que é seu charme, e não sua utilidade, que lhe rende esses privilégios; mas, em sua maioria, são homens realistas que não se deixam enganar pelo jogo. Eles o usam tanto quanto são usados. Ainda assim, são seres inquietos. Seu trabalho, publicado instantaneamente, é quase instantaneamente esquecido e o tempo todo eles precisam procurar algo novo, conservar o nome nas páginas dos jornais para não ser esquecidos, devem suprir o apetite insaciável dos jornais e das redes de televisão, a ânsia comercial por novos rostos, modas, modismos, rixas; não devem se preocupar quando as notícias parecem acontecer porque eles estão lá, nem devem pensar na possibilidade de que tudo que testemunharam e escreveram ao longo de suas vidas pode um dia ocupar apenas umas poucas linhas nos livros de texto do século XXI.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;em&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;E assim, a cada dia, sem pensar na história, mas apenas no instante, jornalistas de todas as crenças e, qualidades registram de seu modo peculiar as notícias do mundo como eles as vêem, ouvem, e crêem compreender. Depois, boa parte delas é distribuída por todos os Estados Unidos, milhões de palavras por minuto, e milhares delas chegam a uma grande fábrica de fatos de catorze andares localizada na rua 43, perto da Broadway, o prédio do The New York Times, onde todo os dias úteis, às quatro horas da tarde - antes que estejam prontas para ser impressas, antes que possam influenciar o Departamento de Estado, deixar perplexo o presidente do país, irritar o produtor teatral David Merrick, abalar Wall Street e fazer cabeças rolarem no Congo -, são apresentadas pelos editores do Times, sentados em torno de uma mesa de conferências, ao diretor de redação Clifton &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;Daniel.&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Trata-se de um homem de aparência muito interessante, mas difícil de descrever porque as palavras que de início o captam bem parecem totalmente inadequadas para qualquer homem. Mas a impressão persiste. Clifton Daniel é quase adorável. Seu rosto longo, pálido e suave, dominado por grandes olhos negros e cílios muito compridos, e seus cabelos grisalhos e ondeados, apuradamente penteados, dão a ele essa aparência. Seus ternos são bem talhados; suas mãos e unhas, imaculadas; sua voz, uma mistura suave e acetinada do sotaque da Carolina do Norte, onde nasceu numa pequenina cidade dedicada ao tabaco, e da Inglaterra, onde atingiu a maioridade como jornalista, namorou mulheres da moda e era chamado, às vezes, de xeque da Fleet Street. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Naqueles dias, durante e logo depois da Segunda Guerra Mundial, Londres era uma grande cidade para jovens jornalistas americanos. Havia um sentimento para objetivos comuns e de simpatia com os britânicos, um laço romântico criado durante os bombardeios e blecautes; a sociedade britânica era democrática em todos os níveis, e se um jornalista americano, em especial um solteiro de boa aparência, possuísse também, como Clifton Daniel, certa formalidade e reserva, certo charme discreto - modos conservadores que, no caso de Daniel, eram, em parte, conseqüência da timidez do rapaz nascido numa cidade sulista pequena -, então Londres podia ser uma cidade ainda mais sensível, como foi com Daniel. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Ele era requisitado por anfitriãs londrinas, era visto muitas vezes acompanhando mulheres distintas ao teatro e ao balé. Em geral, evitava os clubes masculinos e freqüentava as salas de visitas, onde, em companhia de Bea Lillie e Noel Coward, Margot Fonteyn e Clarissa Spencer-Churchill, que se casou mais tarde com Anthony Eden, podia ouvir as últimas fofocas da política e da sociedade, da mesma forma como fizera anos antes, quando trabalhara atrás do balcão da farmácia de seu pai em Zebulon, Carolina do Norte.&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Hoje, é difícil imaginar Clifton Daniel, mesmo quando menino, numa farmácia. Sua elegância cool, o modo cortês com que conduz as questões empresariais do New York Times, a facilidade com que, sem nenhuma pretensão, rejeita uma boa garrafa de vinho no Oak Room, no Plaza, tudo sugere que se trata de um homem que cresceu num mundo de privilégios e poder. E é essa impressão, essa fachada que Daniel exibe, seus modos londrinos, o que a maioria de seus editores e subordinados no jornal vê.&amp;nbsp;Eles raramente o encontram fora do trabalho, e assim o contato pessoal mais próximo ocorre na reunião da redação que se realiza em seu escritório todas as tardes, às quatro horas, e nem um segundo depois.&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;/em&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6131369272387388159?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6131369272387388159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6131369272387388159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/12/acendedor-de-lampies-das-estrelas.html' title='acendedor de lampiões das estrelas'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-9035440732062744774</id><published>2008-10-16T21:28:00.001-03:00</published><updated>2008-10-16T21:28:13.537-03:00</updated><title type='text'>Uma canção para acalmar os colegas da faculdade...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Verdana; font-size: 11px; line-height: 16px; "&gt;Prepare o seu coração&lt;br style="clear: none; "&gt;Prás coisas&lt;br style="clear: none; "&gt;Que eu vou contar&lt;br style="clear: none; "&gt; Eu venho lá do sertão&lt;br style="clear: none; "&gt;Eu venho lá do sertão&lt;br style="clear: none; "&gt;Eu venho lá do sertão&lt;br style="clear: none; "&gt;E posso não lhe agradar...&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Aprendi a dizer não&lt;br style="clear: none; "&gt; Ver a morte sem chorar&lt;br style="clear: none; "&gt;E a morte, o destino, tudo&lt;br style="clear: none; "&gt;A morte e o destino, tudo&lt;br style="clear: none; "&gt;Estava fora do lugar&lt;br style="clear: none; "&gt;Eu vivo prá consertar...&lt;br style="clear: none; "&gt; &lt;br style="clear: none; "&gt;Na boiada já fui boi&lt;br style="clear: none; "&gt;Mas um dia me montei&lt;br style="clear: none; "&gt;Não por um motivo meu&lt;br style="clear: none; "&gt;Ou de quem comigo houvesse&lt;br style="clear: none; "&gt;Que qualquer querer tivesse&lt;br style="clear: none; "&gt; Porém por necessidade&lt;br style="clear: none; "&gt;Do dono de uma boiada&lt;br style="clear: none; "&gt;Cujo vaqueiro morreu...&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Boiadeiro muito tempo&lt;br style="clear: none; "&gt;Laço firme e braço forte&lt;br style="clear: none; "&gt; Muito gado, muita gente&lt;br style="clear: none; "&gt;Pela vida segurei&lt;br style="clear: none; "&gt;Seguia como num sonho&lt;br style="clear: none; "&gt;E boiadeiro era um rei...&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Mas o mundo foi rodando&lt;br style="clear: none; "&gt; Nas patas do meu cavalo&lt;br style="clear: none; "&gt;E nos sonhos&lt;br style="clear: none; "&gt;Que fui sonhando&lt;br style="clear: none; "&gt;As visões se clareando&lt;br style="clear: none; "&gt;As visões se clareando&lt;br style="clear: none; "&gt; Até que um dia acordei...&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Então não pude seguir&lt;br style="clear: none; "&gt;Valente em lugar tenente&lt;br style="clear: none; "&gt;E dono de gado e gente&lt;br style="clear: none; "&gt; Porque gado a gente marca&lt;br style="clear: none; "&gt;Tange, ferra, engorda e mata&lt;br style="clear: none; "&gt;Mas com gente é diferente...&lt;br style="clear: none; "&gt;&lt;br style="clear: none; "&gt;Se você não concordar&lt;br style="clear: none; "&gt; Não posso me desculpar&lt;br style="clear: none; "&gt;Não canto prá enganar&lt;br style="clear: none; "&gt;Vou pegar minha viola&lt;br style="clear: none; "&gt;Vou deixar você de lado&lt;br style="clear: none; "&gt;Vou cantar noutro lugar&lt;br style="clear: none; "&gt; &lt;br style="clear: none; "&gt;Na boiada já fui boi&lt;br style="clear: none; "&gt;Boiadeiro já fui rei&lt;br style="clear: none; "&gt;Não por mim nem por ninguém&lt;br style="clear: none; "&gt;Que junto comigo houvesse&lt;br style="clear: none; "&gt; Que quisesse ou que pudesse&lt;br style="clear: none; "&gt;Por qualquer coisa de seu&lt;br style="clear: none; "&gt;Por qualquer coisa de seu&lt;br style="clear: none; "&gt;Querer ir mais longe&lt;br style="clear: none; "&gt;Do que eu...&lt;br style="clear: none; "&gt; &lt;br style="clear: none; "&gt;Mas o mundo foi rodando&lt;br style="clear: none; "&gt;Nas patas do meu cavalo&lt;br style="clear: none; "&gt;E já que um dia montei&lt;br style="clear: none; "&gt;Agora sou cavaleiro&lt;br style="clear: none; "&gt;Laço firme e braço forte&lt;br style="clear: none; "&gt; Num reino que não tem rei&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-9035440732062744774?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9035440732062744774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9035440732062744774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/10/uma-cano-para-acalmar-os-colegas-da.html' title='Uma canção para acalmar os colegas da faculdade...'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-3149718033836627750</id><published>2008-10-07T16:25:00.001-03:00</published><updated>2008-10-07T16:25:55.972-03:00</updated><title type='text'>A benção do Samba por Vinícius de Moraes</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: 16px; "&gt;&lt;p class="style2" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;É melhor ser alegre que ser triste&lt;br&gt; Alegria é melhor coisa que existe&lt;br&gt;É assim como a luz do coração&lt;br&gt;Mas pra fazer um samba com beleza&lt;br&gt;É preciso um bocado de tristeza&lt;br&gt;É preciso um bocado de tristeza&lt;br&gt;Senão, não se faz um samba, não&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Senão, é como amar uma mulher só linda. E daí? Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza. Qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora, qualquer coisa que sente saudade. Um molejo de amor machucado. Uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher, feita apenas para amar, para sofrer pelo seu amor e pra ser só mulher.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/em&gt;Fazer samba não é contar piada&lt;br&gt;Quem faz samba assim não é de nada&lt;br&gt;O bom samba é uma forma de oração&lt;br&gt;Porque o samba é a tristeza que balança&lt;br&gt;A tristeza tem sempre uma esperança&lt;br&gt;A tristeza tem sempre uma esperança&lt;br&gt; De um dia não ser mais triste não&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Feito essa gente que anda por aí brincando com a vida. Cuidado companheiro! A vida é pra valer. E não se engane não, tem uma só. Duas mesmo que é bom ninguém vai me dizer que tem, sem provar muito bem provado, com certidão passada em cartório do céu e assinada embaixo: Deus. E com firma reconhecida! A vida não é brincadeira, amigo. A vida é arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida. Há sempre uma mulher à sua espera, com os olhos cheios de carinho e as mãos cheias de perdão .&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="style2" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; "&gt;Ponha um pouco de amor numa cadência&lt;br&gt;E vai ver que ninguém no mundo vence&lt;br&gt;A beleza que tem um samba, não&lt;br&gt;Porque o samba nasceu lá na Bahia&lt;br&gt; E se hoje ele é branco na poesia&lt;br&gt;E se hoje ele é grande na poesia&lt;br&gt;Ele é negro demais no coração&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-3149718033836627750?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3149718033836627750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3149718033836627750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/10/beno-do-samba-por-vincius-de-moraes.html' title='A benção do Samba por Vinícius de Moraes'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8414180731255857851</id><published>2008-09-28T23:39:00.001-03:00</published><updated>2008-09-28T23:39:39.712-03:00</updated><title type='text'>SOUVENIR DE MARIE A. pour Bertold Brecht</title><content type='html'>1&lt;p&gt;C&amp;#39;&amp;#233;tait par un beau jour du bleu septembre,&lt;br&gt;Silencieux, sous un jeune prunier,&lt;br&gt;Entre mes bras comme en un r&amp;#234;ve tendre,&lt;br&gt;Je la tenais, la calme et p&amp;#226;le aim&amp;#233;e.&lt;br&gt;Par dessus nous, dans le beau ciel d&amp;#39;&amp;#233;t&amp;#233;,&lt;br&gt;Il y avait tout l&amp;#224;-haut un nuage,&lt;br&gt;Toute blancheur, longuement je le vis,&lt;br&gt;Et quand je le cherchai, il avait fui.&lt;p&gt;2&lt;p&gt;Depuis ce jour, beaucoup, beaucoup de mois,&lt;br&gt;Avec tranquillit&amp;#233; s&amp;#39;en sont all&amp;#233;s.&lt;br&gt;On a sans doute abattu les pruniers&lt;br&gt;Et si tu viens &amp;#224; me dire: Et l&amp;#39;aim&amp;#233;e?&lt;br&gt;Je r&amp;#233;pondrai: je ne me souviens pas.&lt;br&gt;Bien s&amp;#251;r, je sais ce que tu as pens&amp;#233;,&lt;br&gt;Mais son visage, il n&amp;#39;est plus rien pour moi,&lt;br&gt;Ce que je sais, c&amp;#39;est que je l&amp;#39;embrassai.&lt;p&gt;3&lt;p&gt;Et ce baiser serait en quel oubli,&lt;br&gt;Si n&amp;#39;avait pas &amp;#233;t&amp;#233; l&amp;#224; ce nuage!&lt;br&gt;Je me souviens et souviendrai de lui&lt;br&gt;Toujours, de lui tr&amp;#232;s blanc qui descendait.&lt;br&gt;Les pruniers peut-&amp;#234;tre ont encor fleuri&lt;br&gt;Et la femme en est au septi&amp;#232;me enfant,&lt;br&gt;Mais ce nuage, lui, n&amp;#39;eut qu&amp;#39;un instant&lt;br&gt;Et quand je le cherchai, mourait au vent.&lt;p&gt;(traduction Maurice Regnaut)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8414180731255857851?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8414180731255857851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8414180731255857851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/09/souvenir-de-marie-pour-bertold-brecht.html' title='SOUVENIR DE MARIE A. pour Bertold Brecht'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7468221650785986530</id><published>2008-09-28T23:17:00.001-03:00</published><updated>2008-09-28T23:17:23.977-03:00</updated><title type='text'>Poem from the Life of Others By Bertrolt Brecht</title><content type='html'>1&lt;p&gt;On a certain day in the blue-moon month of September&lt;p&gt;Beneath a young plum tree, quietly&lt;p&gt;I held her there, my quiet, pale beloved&lt;p&gt;In my arms just like a graceful dream.&lt;p&gt;And over us in the beautiful summer sky&lt;p&gt;There was a cloud on which my gaze rested&lt;p&gt;It was very white and so immensely high&lt;p&gt;And when I looked up, it had disappeared.&lt;p&gt;2&lt;p&gt;Since that day many, many months&lt;p&gt;Have quietly floated down and past.&lt;p&gt;No doubt the plum trees were chopped down&lt;p&gt;And you ask me: what&amp;#39;s happened to my love?&lt;p&gt;So I answer you: I can&amp;#39;t remember.&lt;p&gt;And still, of course, I know what you mean&lt;p&gt;But I honestly can&amp;#39;t recollect her face&lt;p&gt;I just know: there was a time I kissed it.&lt;p&gt;3&lt;p&gt;And that kiss too I would have long forgotten&lt;p&gt;Had not the cloud been present there&lt;p&gt;That I still know and always will remember&lt;p&gt;It was so white and came from on high.&lt;p&gt;Perhaps those plum trees still bloom&lt;p&gt;And that woman now may have had her seventh child&lt;p&gt;But that cloud blossomed just a few minutes&lt;p&gt;And when I looked up, it had disappeared in the wind.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7468221650785986530?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7468221650785986530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7468221650785986530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/09/poem-from-life-of-others-by-bertrolt.html' title='Poem from the Life of Others By Bertrolt Brecht'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-473116163951891487</id><published>2008-09-07T16:27:00.001-03:00</published><updated>2008-09-07T16:34:03.037-03:00</updated><title type='text'>"Todas as estradas vão pro Oeste”</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;“Chris tratava a si e aqueles a seu redor com um código de normas rígido e impiedoso. Ele arriscou-se no que poderia ter sido um caminho solitário e cruel, mas encontrou companhia nos personagens dos livros que gostava de escritores como Tolstoy, Jack London e Thoreau. E evocava suas palavras para adaptarem-se a cada situação, que geralmente combinavam.”&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;“Esqueci de perguntar qual citação ele reservara para o jantar de graduação, mas tinha uma boa idéia de quem seria o alvo. Era inevitável o rompimento de Chris. E quando acontecesse, ele o faria do seu jeito desequilibrado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;"Não se pode negar que a liberdade sempre nos extasiou. Está associado em nossas mentes como fuga da história da opressão e das obrigações entediantes. Liberdade Absoluta. "&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Trecho do filme Na Natureza Selvagem (Into the Wild) dirigido por Sean Pean, baseado no livro homônimo de John Krakauer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-473116163951891487?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/473116163951891487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/473116163951891487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/09/todas-as-estradas-vo-pro-oeste.html' title='&quot;Todas as estradas vão pro Oeste”'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8574356214209960499</id><published>2008-08-20T19:35:00.002-03:00</published><updated>2008-08-27T12:17:53.840-03:00</updated><title type='text'>Olimpíadas para chinês ver</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Em competições esportivas, principalmente a atual, ouve-se falar, às vezes em espírito olímpico. Na prática ocorre uma exaltação ao vencedor, como um herói que cumpriu a missão a que estava submetido. Há quem diga que o esporte substitui a guerra, pois direciona nossos instintos e desejos para um objetivo menos bélico e mais, digamos, artístico.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;A experiência que tenho de jogos esportivos é que certa vez, ainda menino, quando me aventurei pelo futebol num campo de várzea, tomei um jogo de corpo que me deixou desnorteado. Passei a pensar na deslealdade do jogo e dos jogadores aliada à minha pouca vontade de jogar bola, que foram suficientes para abandonar a carreira nada promissora.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Todavia descobri o Xadrez, este sim, uma guerra na prática, onde uma das maiores qualidades talvez seja a lealdade dos jogadores. Um lance fora do regulamento é facilmente percebido, qualquer tentativa de se desestabilizar o adversário fora do tabuleiro pode ser respondida com um simples silêncio, onde as palavras, no melhor sentido budista, ficam com quem as pronunciou.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Bom, é lógico que o xadrez faz pouco sucesso, além dos esforços de raciocínio, memorização e antecipação de jogadas, muitas vezes o jogo está decidido algum tempo antes do fim. Razão dos abandonos de partida. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Como não tenho o talento de começar um texto com o título. Mas, tentando, pegar o fio da meada. Vou citar Caetano e corrigir o traçado, no meio da corrida: Sejamos imperialistas!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;As chances do Brasil, como tem se comprovado, no quadro de medalhas são remotas. A disputa, desta "guerra esportiva" se dá entre Estados Unidos e China. Com a vantagem, que o país do oriente está jogando em casa. O mesmo país que pretende mostrar que consegue aliar crescimento econômico com boas condições de vidas para os chineses. Ao menos os que participam das competições esportivas e lutam por um ideal. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Nesse caso preferiria torcer para o outro império que, queremos ou não, tem oferecido melhores condições à sociedade com contas pagas por outros países, mas isto é outra história.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Todavia a Rússia, com alguns esportistas consegue se interpor entre os dois impérios. E é aqui que entra o mote deste texto. A russa, destaque no salto com vara e uma mão nas costas competiu com a americana que se esforçou como nunca, e, perdeu.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;A imagem que fica é a mulher correndo, o instante em câmera lenta, pode-se ouvir o coração da atleta, a vontade de ganhar em todos os esforços. Dos passos da corrida ao impulso do salto. No momento em que ela salta, a tv nos mostra os detalhes com perfeição, por um momento torcemos para que ela ganhe.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Mas, a contração do corpo a impede, ela derruba a barra. Da primeira vez, tem mais uma chance, se esforça ao máximo e, quando a gente acha que conseguirá, seu olhar expressa a busca da vitória. A barra, tinha a barra que mais uma vez, sem um pingo de sentimento, a derruba novamente.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Nesse momento a atleta vai do ponto mais alto de suas expectativas ao mais baixo da esperança. E é Provável que tenha uma noite de insônia, buscando por todos os caminhos, o momento que poderia ter feito a diferença. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Quando o atleta se encontra derrotado é que se percebe a fragilidade do espírito olímpico. Os esportistas estão lá para ganhar, o que vale, de fato, é a batalha. Mesmo que seja uma batalha perdida. Parece algo típico do ser humano.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Fernando Pessoa dizia que os conhecidos eram campeões em tudo e  nunca havia conhecido alguém que tivesse levado porrada. No momento que a atleta perdeu, nós percebemos que ela não era uma semideusa, e como todos nós, uma mortal. Talvez em busca de uma imortalidade, de um feito para ficar na história. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;O que importa de fato e talvez não se perceba, é que na derrota se aprende muito mais do que na vitória. Está aí a razão do poema. Sejamos humanos e deixemos os chineses com seus fogos de artifícios e a falsa impressão do que eles desejam ser, mas não esqueçamos que foram eles que invadiram o Tibet, torturaram e expulsaram os monges de um país teocrático. E vale perguntar: será que, na prática, não são os regimes políticos e econômicos o ópio do povo?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Poema em linha reta&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;b&gt;By (Fernando Pessoa) &lt;/b&gt;Álvaro de Campos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Nunca conheci quem tivesse levado porrada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,&lt;br /&gt;Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,&lt;br /&gt;Indesculpavelmente sujo,&lt;br /&gt;Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,&lt;br /&gt;Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,&lt;br /&gt;Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,&lt;br /&gt;Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,&lt;br /&gt;Que tenho sofrido enxovalhos e calado,&lt;br /&gt;Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;&lt;br /&gt;Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,&lt;br /&gt;Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,&lt;br /&gt;Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,&lt;br /&gt;Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado&lt;br /&gt;Para fora da possibilidade do soco;&lt;br /&gt;Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,&lt;br /&gt;Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Toda a gente que eu conheço e que fala comigo&lt;br /&gt;Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,&lt;br /&gt;Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Quem me dera ouvir de alguém a voz humana&lt;br /&gt;Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;&lt;br /&gt;Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!&lt;br /&gt;Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.&lt;br /&gt;Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?&lt;br /&gt;Ó príncipes, meus irmãos,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Arre, estou farto de semideuses!&lt;br /&gt;Onde é que há gente no mundo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;Poderão as mulheres não os terem amado,&lt;br /&gt;Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!&lt;br /&gt;E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,&lt;br /&gt;Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?&lt;br /&gt;Eu, que venho sido vil, literalmente vil,&lt;br /&gt;Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8574356214209960499?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8574356214209960499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8574356214209960499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/08/olimpadas-para-chins-ver.html' title='Olimpíadas para chinês ver'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4055351583436390259</id><published>2008-08-10T23:34:00.001-03:00</published><updated>2008-08-10T23:34:18.634-03:00</updated><title type='text'>...e vamos na vidas sem ter jardim... by Jorge Humberto</title><content type='html'>&lt;div class="entrytext"&gt; 			&lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;Orgulhosos de nós a soberba nos inspira&lt;br&gt; Antipatia, é como um caminho feito a sós&lt;br&gt; Onde não cabe o outro, que assim se retira&lt;br&gt; Deixando-nos para trás, desatando os nós,&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Que, se antes os ligava, agora os separa,&lt;br&gt; Mormente todo o eufemismo que caiba aqui.&lt;br&gt; Porque, infringido a lei, ninguém repara&lt;br&gt; Em nós e vamos na vida sem ter jardim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Deixai para trás essa impostora, pedestal&lt;br&gt; De todo o nosso sentir, se assim não for&lt;br&gt; Não teremos ninguém a quem chamar igual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto mais não vale o altruísmo, a verdade,&lt;br&gt; E toda a forma viva de dizer amor,&lt;br&gt; Conquanto reine aqui toda a sua simplicidade.&amp;quot;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4055351583436390259?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4055351583436390259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4055351583436390259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/08/e-vamos-na-vidas-sem-ter-jardim-by.html' title='...e vamos na vidas sem ter jardim... by Jorge Humberto'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5570393301612489312</id><published>2008-08-03T00:02:00.001-03:00</published><updated>2008-08-03T00:02:57.905-03:00</updated><title type='text'>Um dia você aprende: After a While... by Veronica Shoffstall</title><content type='html'>After a while you learn&lt;br&gt;the subtle difference between&lt;br&gt;holding a hand and chaining a soul&lt;br&gt;and you learn&lt;br&gt;that love doesn&amp;#39;t mean leaning&lt;br&gt;and company doesn&amp;#39;t always mean security.&lt;br&gt;And you begin to learn&lt;br&gt;that kisses aren&amp;#39;t contracts&lt;br&gt;and presents aren&amp;#39;t promises&lt;br&gt;and you begin to accept your defeats&lt;br&gt;with your head up and your eyes ahead&lt;br&gt;with the grace of woman, not the grief of a child&lt;br&gt;and you learn&lt;br&gt;to build all your roads on today&lt;br&gt;because tomorrow&amp;#39;s ground is&lt;br&gt;too uncertain for plans&lt;br&gt;and futures have a way of falling down&lt;br&gt;in mid-flight.&lt;br&gt;After a while you learn&lt;br&gt;that even sunshine burns&lt;br&gt;if you get too much&lt;br&gt;so you plant your own garden&lt;br&gt;and decorate your own soul&lt;br&gt;instead of waiting for someone&lt;br&gt;to bring you flowers.&lt;br&gt;And you learn that you really can endure&lt;br&gt;you really are strong&lt;br&gt;you really do have worth&lt;br&gt;and you learn&lt;br&gt;and you learn&lt;br&gt;with every goodbye, you learn...&lt;p&gt;&amp;quot;This poem has been plagiarized, bastardized, renamed, reworded,&lt;br&gt;redesigned, expanded and reduced. But it is my work, which I wrote at&lt;br&gt;the age of 19 and had published in my college yearbook. Why anyone&lt;br&gt;would want to claim it is beyond me, but for what it&amp;#39;s worth, I wrote&lt;br&gt;it, and if I&amp;#39;d known it was going to be this popular, I&amp;#39;d have done a&lt;br&gt;better job of it. - Veronica Shoffstall&lt;br&gt;(Obs: Eu tamb&amp;#233;m pensei que este poema fosse do Shakespeare. Uma das&lt;br&gt;utilidades da Internet &amp;#233; lan&amp;#231;ar luzes sobre autores e textos...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5570393301612489312?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5570393301612489312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5570393301612489312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/08/um-dia-voc-aprende-after-while-by.html' title='Um dia você aprende: After a While... by Veronica Shoffstall'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-561342359868225001</id><published>2008-07-27T14:54:00.001-03:00</published><updated>2008-07-27T14:54:20.546-03:00</updated><title type='text'>Clube da Escrita no Limão</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr"&gt;Para compensar a falta de textos no blog, o autor destas linhas vai passar o link do &lt;a href="http://com.limao.com.br/wikisite/clube_da_escrita/index.htm"&gt;Clube da Escrita&lt;/a&gt;. Comunidade de estudantes e afins da Unisanta que gostam de um bom texto, uma boa literatura, contos e outras histórias. Nela pode-se encontrar criações originais e em primeira mão dos estudantes e professores. Então: Visite, participe e envie seus textos. A comunidade é aberta, também a novos autores...&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-561342359868225001?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/561342359868225001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/561342359868225001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/clube-da-escrita-no-limo.html' title='Clube da Escrita no Limão'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6299429437915525099</id><published>2008-07-20T23:43:00.001-03:00</published><updated>2008-07-20T23:43:42.846-03:00</updated><title type='text'>Let's go the way you know</title><content type='html'>I want you here&lt;br&gt;I want you everywhere&lt;br&gt;Please, just stay with me&lt;br&gt;You are the one I care&lt;br&gt;It&amp;#39;s like a dream coming true&lt;br&gt;The stars keep shining&lt;br&gt;and the sky is blue&lt;br&gt;You make me happy&lt;br&gt;and you make me smile&lt;br&gt; When we are together&lt;br&gt;when you&amp;#39;re by my side&lt;br&gt;Let&amp;#39;s go the way you know&lt;br&gt;Let&amp;#39;s go the way you know &lt;br&gt;&lt;br&gt;(Tema do comercial da Peugeot.&lt;br&gt;&amp;nbsp;Publicidade e Amor a desenvolver &lt;br&gt;nos próximos dias)&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6299429437915525099?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6299429437915525099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6299429437915525099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/lets-go-way-you-know.html' title='Let&apos;s go the way you know'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5032151252505267523</id><published>2008-07-20T11:57:00.001-03:00</published><updated>2008-07-20T11:57:29.174-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Scrivimi, quando il vento avrà spogliato gli alberi&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Gli altri sono andati al cinema, ma tu vuoi restare sola&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Poca voglia di parlare allora scrivimi&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Servirà a sentirti meno fragile, quando nella gente troverai&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Solamente indifferenza, tu non ti dimenticare mai di me&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;E se non avrai da dire niente di particolare&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Non ti devi preoccupare, io saprò capire&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;A me basta di sapere che mi pensi anche un minuto&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Perché io so accontentarmi anche di un semplice saluto&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Ci vuole poco per sentirsi più vicini&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Scrivimi, quando il cielo sembrerà più limpido&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Le giornate ormai si allungano&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Ma tu non aspettar la sera, se hai voglia di cantare&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Scrivimi, anche quando penserai, che ti sei innamorata...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;E se non avrai da dire niente di particolare&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Non ti devi preoccupare, io saprò capire&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;A me basta di sapere che mi pensi anche un minuto&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Perché io so accontentarmi anche di un semplice saluto&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Ci vuole poco per sentirsi più vicini&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Scrivimi, anche quando penserai, che ti sei innamorata...&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Tu scrivimi.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5032151252505267523?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5032151252505267523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5032151252505267523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/scrivimi-quando-il-vento-avr-spogliato.html' title=''/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8633577674671755882</id><published>2008-07-13T10:14:00.002-03:00</published><updated>2008-07-13T11:18:49.842-03:00</updated><title type='text'>Um Ensaio do Cinema Falado by Caetano Veloso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;--Toda vanguarda começa pelas artes plásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- E pela poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Não! Pelas artes plásticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A pintura es la fotografia hecha a mano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Acontece que o mundo das artes plásticas é vizinho do mundo da moda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A moda é a alegria da ilusão do câmbio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Um dia desses em Paris, fui ver uma grande exposição, uma retrospectiva de Matisse. Milhares de pessoas, quase não se podia andar, um inferno. Perto dali, numa pequena galeria, estavam expostos os trabalhos de um pintor acadêmico. Às moscas. Refugiei-me ali e acabei descobrindo que aqueles trabalhos eram mais belos que os festejados borrões de Matisse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É. Os esnobes gostavam de Cubismo, por exemplo, quando só três ou quatro gostavam de Cubismo. Agora, que as Demoiselles D'Avignon andam pelas ruas de Londres e de São Paulo, eles preferem os acadêmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O belo deixa de ser belo quando é belo para todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Picasso não é um bom pintor. Por causa dele se abandonou toda uma tradição de adestramento minucioso no ateliês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É. Stalin é que tinha razão e também Hitler contra o bolchevismo cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Tudo que o Hélio Oiticica fazia era música&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A música sempre esteve na retaguarda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Buñuel, Dali e René Clair estão nos videoclipes como as formas de Mondrian na minissaia de uma puta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O Neo Rock 'n Roll inglês, dos Beatles até os Smiths, é um esnobismo de massas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A linha orgânica aparece quando duas superfícies planas e de mesma cor são justapostas; esta linha não aparece quando duas superfícies são de cores diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Antônio Dias, dias dias dias dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Se queres desenhar fecha os olhos e canta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8633577674671755882?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8633577674671755882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8633577674671755882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/um-ensaio-do-cinema-falado-by-caetano.html' title='Um Ensaio do Cinema Falado by Caetano Veloso'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-9148729685090732011</id><published>2008-07-13T00:28:00.003-03:00</published><updated>2008-07-13T11:25:13.901-03:00</updated><title type='text'>"Primavera no Alasca"</title><content type='html'>O Última Pauta está em nova fase, depois de um ano e quatro meses de existência, o blog passará a ter atualizações semanais, nos dois sentidos.&lt;br /&gt;Então para começar a semana vai um &lt;a href="http://www.revistapiaui.com.br/artigo.aspx?id=701&amp;amp;anteriores=1&amp;amp;anterior=122006"&gt;link da revista Piauí&lt;/a&gt; com um texto do mineiro Marco Merlin, que à semelhança do mago, conseguiu encaixar a frase do concurso num texto inteligente. Primavera no Alasca, de fato, foi um achado. O texto nos surpreende no momento certo. E revela no tempo literário, alguns meandros dessa arte. Sei não! Esse Merlin tem alguns coelhos na cartola, e ele nem tirou as cartas da manga. Uai sô!De repente começou a aparecer alguns raios&lt;br /&gt;aqui na tela. Ele não é de Minas? Brincadeiras a parte; Parabéns MM.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-9148729685090732011?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9148729685090732011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9148729685090732011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/primavera-no-alasca.html' title='&quot;Primavera no Alasca&quot;'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7990332121450610248</id><published>2008-07-11T11:52:00.000-03:00</published><updated>2008-07-11T11:53:01.692-03:00</updated><title type='text'>Idéias para um ensaio</title><content type='html'>&lt;p&gt;A ironia de Nabokov é muito semelhante à de Machado de Assis, todavia prefiro aquele por ter mais riquezas descritivas e por querer causar um maior estranhamento no leitor. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os dois, provavelmente, beberam na fonte dos escritores franceses. Machado traduziu Victor Hugo, entre outros. O autor russo deve ter lido, durante seus anos de formação intelectual, muitos autores franceses. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Interessante que os dois, por conviverem com as descrições minuciosas e às vezes exaustivas do romantismo francês, tentaram cortar este aspecto em suas narrativas. Derivando como corolário para o naturalismo, realismo e modernismo (modernismo não se encaixa bem, há controvérsias, melhor usar pós-romantismo).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como Machado sofreu a discriminação brasileira e de sua época, acabou fazendo uma literatura mais comportada, retratando o período e a sociedade, caracterizando a fina ironia. Nabokov, até pela vida que teve, foi mais radical. Devido aos altos e baixos (isso quer dizer o exílio na Inglaterra e a fuga de Berlim passando por Paris e indo viver nos Estados Unidos) começou a encarar a vida como um desafio e com certa altivez diante do mundo e das pessoas que a rodeiam. As descrições dos professores das universidades americanas em 'Pnin' podem comprovar o que digo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enquanto Machado fazia uma literatura para pertencer à sociedade, embora a ironizando. Nabokov sentia como um sacrifício pertencer a um ambiente alheia às origens. (Não havia jogadores de xadrez como os russos da família aristocrática a que pertencia, nem as festas, nem os mesmos assuntos. Devia ser maçante conversar sobre corridas de cavalo, bolsas de apostas, ações e negócios lucrativos).&lt;br&gt; &amp;nbsp; &lt;br&gt;Não há dúvida que os dois ganharam reconhecimento internacional. Machado tem o mérito de ter aprendido muita coisa quando trabalhava de ajudante numa oficina tipográfica. O que vai dar no famoso perfil do brasileiro: se você me der oportunidade eu vou longe, ou ele faz sucesso porque foi ajudado. A História tem muitos relatos do tipo, caracterizando, e muito, a mentalidade de colônia. E até egoísta da nossa sociedade. Isso me irrita.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com Nabokov acontece o oposto, e é uma pena não conhecer a sociedade russa, mas pode se ver que a má administração, aliás a Rússia é mestra nesta arte, derivou nas revoluções, derrocada e exílio da realeza e da aristocracia. Comprovando que por caminhos diferentes pode-se chegar ao mesmo lugar. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vale lembrar que não quero exaltar uma cultura em relação à outra. Pindorama tem condições de estar à altura de qualquer um dos outros países famosos por sua cultura. Com um pouquinho de solidariedade e inteligência a gente superava nossos vizinhos do Norte. Talvez a coisa funcione por imitação, nossos vizinhos procuram imitar a Inglaterra e nós continuamos atrasados imitando Portugal e Espanha. A Rússia, por sua vez tinha uma cultura própria, graças ao Vladimir, e não precisou imitar ninguém. Todavia caiu na auto-exaltação. Costume muito comum nos impérios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao leitor que chegou até aqui peço desculpas por ter me estendido, todavia você acaba de ter acesso a, digamos, noventa por cento do ensaio. Só preciso descartar alguns pensamentos paralelos e desenvolver as idéias iniciais, pesquisar mais um pouco e formatar. Sem contar que as idéias também darão outros ensaios. Agradecimentos ao Victor Hugo, à Adele e à Juliete Drouet.&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7990332121450610248?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7990332121450610248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7990332121450610248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/idias-para-um-ensaio.html' title='Idéias para um ensaio'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6853474069698006176</id><published>2008-07-06T22:59:00.002-03:00</published><updated>2008-07-06T23:26:45.600-03:00</updated><title type='text'>Ipods carregam o vazio poético da geração atual</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;No Sábado à noite, ao ouvir Boas Novas do Cazuza, pensei que a geração atual está precisando de um poeta. Acho que o excesso de informação acabou deixando um vazio para meninos e meninas. Por mais que os jogos, as comunidades virtuais, os msns e as parafernálias de última geração tenha permitido a extrema individualização de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Muda-se o ser, muda-se a confiança;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um poeta, aquele que vê e transforma em palavras, carregadas de sentimentos, todos os anseios de uma geração não existe neste momento. Cazuza era mestre nessa sinceridade. Chegou a ter uma canção na abertura de uma novela em que denunciava: "Brasil mostra tua cara, quero ver quem paga pra gente ficar assim / Brasil, qual é o seu negócio, o nome do seu sócio confie em mim, confie em mim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Todo o Mundo é composto de mudança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As palavras na voz dele transmitiam um sentimento difícil de reproduzir na letra impressa, mas os que ouviram se lembrarão com facilidade do tom de indignação do cantor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tomando sempre novas qualidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cazuza foi o retrato de sua geração. Era sincero no discurso, mas não agia no dia-a-dia. Não o culpo, o primeiro papel do artista mostrar as aguras da sociedade, e, se possível agir de alguma forma. Ele fazia da crítica uma mea culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Continuamente vemos novidades,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cazuza estava por demais envolvido no meio, que também o abraçava como representante e mediador. O garoto que queria mudar o mundo, mas que num arroubo de sinceridade confessava freqüentar as festas do Gran Mondeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diferentes em tudo da esperança;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ele almejava uma também uma ideologia para viver. As teorias políticas e econômicas, daquele tempo, já não o enganavam mais. Continuava tudo igual, novas palavras repetindo velhos paradigmas. No amor, as oscilações da geração se refletiam nas canções, de Exagerado a Faz Parte do Meu Show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do mal ficam as mágoas na lembrança,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Contudo a canção que mais me impressiona é Um Trem Para As Estrelas, letra do poeta e melodia de Gilberto Gil. O Cristo na janela, as pessoas nos pontos de ônibus, as esperança, extras de um filme, cicerones, todos querem se dar bem, manchetes de jornal, tristeza como forma de se salvar. A canção é o retrato mais pungente da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E do bem (se algum houve...) as saudades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os críticos vão lembrar do menino mimado das festas, das drogas e dos abusos. Mas ele tinha essa visão de inconformismo, e, infelizmente a insatisfação acabou o levando aos excessos... Da mesma forma, aquela geração também estava insatisfeita, mas a insatisfação não foi suficiente a sociedade a tragou permitindo os mesmos excessos e oferecendo o doce sabor da classe média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O tempo cobre o chão de verde manto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Naquele tempo, os ambientalistas já existiam, e eram os mais ativos, mas o meio ambiente não assombrava como hoje. Os discursos soavam como pregar no deserto. Poucas ações foram feitas. A campanha contra a poluição do rio Tietê foi a mais produtiva. E, de qualquer forma demorou-se para chegar a resultados concretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Que já coberto foi de neve fria,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu passei de soslaio por aquela geração, foi uma época em que lia as crônicas do Caio Fernando Abreu no jornal conservador e me informava acompanhando a revista liberal da classe média. No jornal também havia um cronista que falava maravilhas de Nova York. Gostaria de ter assistido Manhatan Connection naqueles anos, nem sei se havia. Mas no domingo as crônicas do velhinho de óculos com lentes grossa eram uma diversão à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E em mim converte em choro o doce canto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Até quando repetia o chavão de: No meu tempo, um amigo mais velho repetia: O seu tempo é hoje. E depois do filme do Paulinho da Viola, se o próprio compositor diz a mesma frase. Me rendo à contemporaneidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E, afora este mudar-se cada dia,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas, mesmo com todos os conjuntos e canções, inclusive o rap, hip-hop e outras manifestações do gênero. Não existe o poeta, que como Vinícius representava em seu tempo a geração. Vamos acrescentar o Tom aqui para dar equilíbrio à época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outra mudança faz de mor espanto:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que há atualmente é música de tribo, ou de gueto como preferir que representam segmentos da sociedade. Ipods e Mp3, que são a última tecnologia na música, podem estar carregados de canções mas levam também o vazio poético desta geração.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Que não se muda já como soía.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;São 7 horas da manhã&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vejo Cristo da janela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O sol já apagou sua luz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E o povo lá embaixo espera&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nas filas dos pontos de ônibus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Procurando aonde ir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;São todos seus cicerones&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Correm pra não desistir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dos seus salários de fome&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;É a esperança que eles tem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Neste filme como extras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Todos querem se dar bem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Num trem pras estrelas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Depois dos navios negreiros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Outras correntezas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Estranho o teu Cristo, Rio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que olha tão longe, além&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Com os braços sempre abertos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mas sem protejer ninguém&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu vou forrar as paredes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Do meu quarto de miséria&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Com manchetes de jornal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pra ver que não é nada sério&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu vou dar o meu desprezo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pra você que me ensinou&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que a tristeza é uma maneira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Da gente se salvar depois&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Num trem pras estrelas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Depois dos navios negreiros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Outras correntezas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://quest1.jb.com.br/extra/2008/07/06/e060712163.html"&gt;Para saber mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6853474069698006176?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6853474069698006176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6853474069698006176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/ipods-carregam-o-vazio-potico-da-gerao.html' title='Ipods carregam o vazio poético da geração atual'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7231981249097184871</id><published>2008-07-03T10:50:00.001-03:00</published><updated>2008-07-05T16:21:05.470-03:00</updated><title type='text'>O jornalismo e as diferentes realidades</title><content type='html'>O resgate da ex-candidata a presidente da Colômbia, Ingrid Betancourt, pelo exército colombiano demonstra, claramente, como todo fato que se torna história, possue mais de uma realidade que é abordada pela imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num primeiro momento, os meios de comunicação não têm tempo para investigações mais aprofundadas e convém acreditar na versão oficial. Todavia as notícias possuem desdobramentos desencadeando as suítes. A partir delas, dentro de 15 a 30 dias pode se fazer um retrato bem próximo do que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve uma supervalorização da operação militar com declarações da resgatada de 'perfeita'. Mas, Betancourt em seu depoimento sobre o resgate fala que acordou quatro horas da manhã e rezou com bastante fé. Em outro momento ela se questiona: 'será que isso é um circo, que vamos novamente ser vítimas de outra palhaçada'. Ora, se ela estava sendo encaminhada para outro acampamento, como poderia pensar dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor destas linhas, na quarta-feira (2) à noite, pesquisou os diferentes sites de notícias para ficar inteirado de cada realidade explicada pelos meios. Surpreendente foi a cobertura do &lt;a href="http://www.nytimes.com/2008/07/03/world/americas/03colombia.html"&gt;New York Times&lt;/a&gt; que com repórteres nos três continentes conseguiu fazer um retrato mais aproximado da 'realidade jornalística'. O Times escreve que os Estados Unidos deram suporte à operação, no planejamento e em outros aspectos, não explicados. O jornal também não embarcou no resgate cinematográfico que foi abraçado pela imprensa de Pindorama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar que o episódio está sendo usado como arma política, não só pela senadora, mas também pelos presidentes colombianos e franceses. Até o candidato McCain aproveitou para elogiar o trabalho da Casa Branca como mostra o Ny Times. Nesse item a &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u418579.shtml"&gt;Folha&lt;/a&gt; conseguiu colocar uma notícia explicando um dos interesses do presidente Uribe; Refazer o referendo de que legitimava as eleições de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relembrando o slogan do Arquivo X, 'A verdade está lá fora'. Resta a nós interessados nas diferentes realidades dos fatos aguardar pelos desdobramentos das notícias para termos um melhor ponto de vista do que realmente aconteceu. E fica no ar a questão: Por quê o presidente da Venezuela não fala mais no assunto, nem fez nenhuma declaração relacionada ao resgate. E abandonou seu envolvimento com a guerrilha já há algum tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7231981249097184871?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7231981249097184871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7231981249097184871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/07/o-jornalismo-e-as-diferentes-realidades.html' title='O jornalismo e as diferentes realidades'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5194567357462949147</id><published>2008-06-19T13:26:00.004-03:00</published><updated>2008-06-19T13:52:10.764-03:00</updated><title type='text'>Une Nouvelle Magazine</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;em&gt;Na noite do 8 de maio, uma quinta-feira perto da hora em que a gente sai para ir ao &lt;em&gt;bistreaux&lt;/em&gt;, nasceu a &lt;a href="http://revistapausa.blogspot.com/2008/05/linha-martima-ou-um-filme-realizado-sob.html"&gt;Revista Pausa&lt;/a&gt; com uma abordagem nova sobre o documentário trés chic e trés esclarecedor do nosso compositor da Nouvelle Music. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atarefado com algumas reportagens e trabalhos acadêmicos, não percebi a produção cultural dos amigos que efervescia. De toda forma, agora, aproveito para homenagear a iniciativa e colaborar com alguns textos e matérias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A revista que tem formato inicial de weblog merece uma visita quase que diária para  se saber o que jornalistas e escritores, antenados com a cidade, estão descobrindo e dividindo com os leitores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O raro brinde com a coca-cola é um desejo de sorte,inovação, cultura, páginas impressas e vida longa à &lt;a href="http://revistapausa.blogspot.com/"&gt;Revista Pausa&lt;/a&gt;. Cheers!!!&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5194567357462949147?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5194567357462949147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5194567357462949147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/06/une-nouvelle-magazine.html' title='Une Nouvelle Magazine'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4465525396651999018</id><published>2008-06-02T18:36:00.000-03:00</published><updated>2008-06-02T18:41:33.665-03:00</updated><title type='text'>Love in a Backward World by Chris Vincze</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hsF0Eqs8yQ8&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hsF0Eqs8yQ8&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4465525396651999018?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4465525396651999018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4465525396651999018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/06/love-in-backward-world-by-chris-vincze.html' title='Love in a Backward World by Chris Vincze'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7948206194440751342</id><published>2008-05-19T17:10:00.000-03:00</published><updated>2008-05-19T17:11:47.420-03:00</updated><title type='text'>Women In Film by Philip Scott Johnson</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vEc4YWICeXk&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vEc4YWICeXk&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7948206194440751342?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7948206194440751342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7948206194440751342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/05/women-in-film-by-philip-scott-johnson.html' title='Women In Film by Philip Scott Johnson'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8826070484687328756</id><published>2008-05-19T17:06:00.002-03:00</published><updated>2008-05-19T17:09:37.275-03:00</updated><title type='text'>Woman in Art by Philip Scott Johnson</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nUDIoN-_Hxs&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed 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rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5670224257205531280</id><published>2008-05-01T21:30:00.002-03:00</published><updated>2008-05-01T21:37:22.402-03:00</updated><title type='text'>Uma vida dedicada à arte gráfica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um menino negro corre empunhando a bandeira do Brasil. As estrelas dos 27 estados caem e se espalham pelo chão iluminando o caminho percorrido pelo garoto. Ao fundo aparecem colagens de obras gráficas feitas nos anos do regime militar. Todo o conjunto é obra do artista gráfico Elifas Andreato que ministrou aula magna na Unisanta para os alunos do curso de Produção Multimídia, na quinta-feira, 24 de abril.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por meio da animação, exibida na aula e feita para a abertura da minissérie &lt;em&gt;Queridos Amigos&lt;/em&gt;, Andreato mostrou um panorama de sua carreira. Dos primeiros anos como chargista do jornal dos operários quando trabalhava como aprendiz de torneiro mecânico para uma fábrica de fósforo até a luta contra a ditadura em que ilustrava a idéia dos jornalistas contrários ao regime da época. No mesmo período fez capas de disco para os cantores e compositores da música popular brasileira(MPB). Naquele momento, a MPB foi porta voz das insatisfações impostas pelo regime militar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O artista, que se considera um cidadão brasileiro, um profissional de imprensa e um desenhista gráfico, ressaltou a importância de ser coerente com obra que se realiza e ter humildade ao ilustrar trabalhos de outros autores, como capas de discos e livros, ilustrações e cartazes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Quando comecei a trabalhar como artista gráfico eu parti de um  princípio simples, seria o sujeito que traduziria para o papel um convite para que as pessoas conhecessem obras muito maiores  que a minha, e esta consciência me trouxe uma enorme responsabilidade, que é de traduzir corretamente o conteúdo das coisas, porque ninguém ouve um disco ou lê um livro sem antes ver a capa, e também para se ir assistir a  uma peça de teatro, primeiro se vê o cartaz”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Andreato falou sobre o processo criativo em que para expressar uma grande obra é preciso conhecê-la profundamente. Isso marcou a sua forma de buscar um contato não só com a obra, mas também com o autor. Nas capas de discos, o artista retratou momentos particulares dos compositores. Um dos casos é a capa que mostra o músico Paulinho da Viola, com lágrimas nos olhos, oferecendo um buquê de flores. A imagem ilustrou o disco Nervos de Aço. De forma sutil o ilustrador fazia referência à separação do compositor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sendo um artista experiente, Andreato disse que ainda sente uma certa insegurança ao realizar alguma encomenda. “Com o passar do tempo tudo fica mais difícil porque a tua exigência é maior e o que as pessoas esperam também é maior. Não se iludam vai ser difícil a vida toda”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dois elementos são marcantes na obra de Andreato. Personalidades com rosto de palhaço e estrelas. Para o artista, as estrelas representam a esperança, o inalcançável e o nascimento. Uma lembrança da infância no interior, onde o céu noturno sempre estrelado o fazia colocar no papel na tentativa de alcançá-las. O palhaço para Andreato representa um dos objetivos da arte. “O palhaço se entrega aos outros sem esperar nada em troca, apenas o sorriso”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5670224257205531280?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5670224257205531280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5670224257205531280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/05/uma-vida-dedicada-arte-grfica.html' title='Uma vida dedicada à arte gráfica'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5423760337743024128</id><published>2008-04-03T21:20:00.004-03:00</published><updated>2008-04-25T22:14:22.485-03:00</updated><title type='text'>Sarau na biblioteca retrata o amor com canções autorais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Matéria publicada no &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.unisanta.br/noticia/artes/exibe.asp?cd=4374&amp;amp;it=1&amp;amp;ft=0"&gt;&lt;em&gt;site&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; da Universidade Santa Cecília em 03 de abril 2008)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Na última quinta-feira de março, a biblioteca central da UNISANTA foi o palco para trovadores modernos. Em cena, canções e poesias de amor, interpretadas por Anna Beatriz, Anna Fecker, Rita Massutti e Íris La Cava acompanhadas no violão por Zéllus Machado e Bruno Volgi. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Intercalando poesias e canções autorais como &lt;em&gt;Bela de Balzac, Lia Mar, Selva de Chacais, Enamorada e Deusa da Noite&lt;/em&gt;, o grupo fez o público, por um momento, esquecer das preocupações cotidianas e sonhar com os romances retratados nas páginas dos livros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A declamação das poesias foi acompanhada por suaves acordes que, em seguida, davam formas às canções. Antíteses, metáforas e outras figuras de linguagem estavam presentes ao tentar explicar os sentimentos de amor e amizade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O criador do espetáculo e autor das canções, Zéllus Machado, elogiou a iniciativa e sugeriu que, "se tenha mais gente se apresentando na biblioteca, unindo literatura e musicalidade". Zéllus também lembrou que a apresentação tem um lado lúdico que visa melhorar o ser humano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Amores é um show sensível que fala das emoções, tão em voga hoje em dia", afirmou a produtora cultural Marcia Abbud, que assistia a apresentação e disse que o show tem uma boa concepção artística. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A apresentação foi encerrada com a canção Jorge de Capadócia, que segundo Zéllus é uma benção para o show continuar. A tradição do auxílio divino aos cavaleiros medievais é seguida pelos trovadores modernos principalmente quando se trata de cantar o amor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5423760337743024128?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5423760337743024128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5423760337743024128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2008/04/sarau-na-biblioteca-retrata-o-amor-com.html' title='Sarau na biblioteca retrata o amor com canções autorais'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1198150191631582020</id><published>2007-12-17T10:31:00.003-03:00</published><updated>2008-12-02T09:46:09.339-03:00</updated><title type='text'>Cenário de ficção científica no dia-a-dia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;&lt;span class="conteudohome"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:+0;color:#000000;"&gt;Leonardo Leal Martins&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;color:#000000;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;&lt;span class="conteudohome"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-size:85%;" &gt;(Matéria publicada em A Tribuna, segunda-feira, 17 de dezembro de 2007)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;&lt;span class="conteudohome"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Há exatos dez anos, o campeão mundial de xadrez Gary Kasparov enfrentou o 'Deep Blue', um supercomputador capaz de analisar 200 milhões de movimentos em um único segundo. A derrota do mestre russo foi tida por muitos como uma visão do futuro, onde as máquinas irão sobrepujar o cérebro humano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;Mas, na verdade, o que o Deep Blue fez foi 'apenas' analisar milhões de partidas arquivadas em seu cérebro eletrônico, compará-las com os lances feitos por Kasparov e optar por uma determinada resposta. O Deep Blue não raciocinou e nem teria como fazer isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;Raciocínio é algo muito, mas muito mais complexo. Os computadores atuais não são capazes, por exemplo, de responder perguntas aparentemente simples.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;É como aquela brincadeira de quem olha para a foto principal dessa página e pergunta se os copos estão meio cheios ou meio vazios. Para responder é preciso lidar com variáveis as quais os cérebros eletrônicos não são capazes. Ainda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Elevador inteligente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;Por isso, para que no futuro a tão sonhada empregada robótica possa saber se um bife está bem ou mal passado, será preciso dotá-la de Inteligência Artificial, um dos mais modernos ramos da pesquisa científica, na qual a Cidade de Santos é um dos principais pólos de desenvolvimento no País.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;Trata-se do Grupo de Estudos &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em Lógica Paraconsistente Aplicada"&gt;em Lógica Paraconsistente Aplicada&lt;/st1:personname&gt; (GLPA — veja reportagem abaixo) da Universidade Santa Cecília (Unisanta). Atualmente, o GLPA reúne alunos e professores e desenvolve aplicações em áreas como a Engenharia, Medicina e Administração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;Há vários projetos &lt;st1:personname st="on" productid="em desenvolvimento. Um"&gt;em desenvolvimento. Um&lt;/st1:personname&gt; deles é um software que otimiza o funcionamento de um elevador. De acordo com a distância a percorrer entre os andares e o número de passageiros, o elevador que raciocina é capaz de aumentar ou reduzir a velocidade de acordo com as necessidades do momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;O programa foi desenvolvido por Fernando Marques do Amaral e Milton Gomes de Oliveira Júnior, do curso de Engenharia Eletrônica, sob a orientação do professor João Inácio da Silva Filho, um dos coordenadores do GPLA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Diagnósticos mais precisos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;Já em parceria com a Eletropaulo, o grupo está desenvolvendo um software para controle das subestações de fornecimento de energia elétrica. Segundo o coordenador do curso de Engenharia Elétrica, Alexandre Rocco, ele é capaz de propor a melhor alternativa para o restabelecimento da energia no caso de 'apagões'.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;A medicina é outra área onde a Lógica Paraconsistente pode trazer inúmeros benefícios aos seres humanos. Gilberto Holms, estudante de Engenharia da Computação, criou um software que antecipa os riscos do paciente sofrer de hipertensão e de doenças do coração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;Para isso, ele leva em consideração diversas variáveis, tais como pressão arterial, tabagismo ou sedentarismo entre outras, possibilitando um diagnóstico muito mais preciso. Sistema semelhante foi criado para a área da odontologia. Na prática, ele permite definir pelo melhor tratamento para a correção das irregularidades nos dentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Software 'anticalote'&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="conteudohome"&gt;As possibilidades da Lógica Paraconsistente são tantas que no futuro uso ela poderá definir se você será ou não capaz de pagar um empréstimo bancário. O software 'anticalote' foi desenvolvido pelos estudantes de Engenharia Eletrônica André Luis Gomes e Anderson Alves de Almeida. "O objetivo é facilitar a análise de crédito identificando as diversas possibilidades do cliente pagar ou não um empréstimo", declarou Gomes. Semelhante a um analista de finanças, o programa calcula as possibilidades de pagamento de cada cliente. Na análise são ponderados fatores como comprometimento de renda, responsabilidade do cliente, garantias de pagamento e possíveis restrições do cliente entre outras variáveis. O software analisa o grau de certeza e dúvida de cada item, com valores que oscilam entre zero e um. Dessa forma, o programa pondera se aprova ou não o empréstimo. Produtos como esse são de grande interesse não só para os bancos, como para toda a sociedade. Afinal, a taxa de juros também leva em conta o risco de calote. Na medida em que as análises são mais precisas, pelo menos em teoria, o perigo de inadimplência cai, o que facilita o acesso ao crédito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1198150191631582020?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1198150191631582020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1198150191631582020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/12/cenrio-de-fico-cientfica-no-dia-dia_17.html' title='Cenário de ficção científica no dia-a-dia'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6766488048730180315</id><published>2007-12-17T10:10:00.000-03:00</published><updated>2007-12-20T14:03:05.073-03:00</updated><title type='text'>Grupo santista é pioneiro no mundo</title><content type='html'>&lt;span class="br_t"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="br_b"&gt;&lt;div id="content"&gt;&lt;div id="principal"&gt;&lt;span id="topo"&gt;&lt;div class="bg_mid"&gt;&lt;span class="conteudo_home"&gt;&lt;div id="col1"&gt;&lt;div id="conteudo_noticias"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(Matéria publicada em A Tribuna, segunda-feira, 17 de dezembro de 2007)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN-TOP: 0pt; MARGIN-BOTTOM: 0pt; BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)" align="left"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:Verdana;" &gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conceito de Inteligência Artificial (IA) faz parte de um ramo da Matemática que teve origem na Filosofia. Batizada de 'Lógica Paraconsistente', ela foi criada na década de 1960 pelo polonês Stanislaw Jaskowski e pelo brasileiro Newton Carneiro da Costa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sabe-se que essa ferramenta é capaz de ser usada em várias atividades do nosso cotidiano, da Medicina ao monitoramento de aeronaves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum, por exemplo, que um paciente em estado grave receba diagnósticos variados. Um computador comum não entenderia essas contradições e não poderia buscar auxílio em um banco de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, se dotado de Lógica Paraconsistente, ele seria capaz de reconhecer os diferentes diagnósticos e recolher dados relevantes para o auxílio daquele doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo semelhante também pode ser aplicado no controle do tráfego aéreo. Na maioria dos acidentes, como se viu no caso do jato Legacy e do avião da Gol, boa parte das inúmeras variantes que cerca a atividade ainda depende muito dos pilotos e dos controladores de vôo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com softwares inteligentes e capazes de assimilar eventuais contradições, como dois aviões na mesma rota, as falhas poderiam ser drasticamente minimizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pioneirismo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, porém, são poucos os pesquisadores nessa área. Segundo o professor João Inácio Silva Filho, coordenador do Grupo de Lógica Paraconsistente da Unisanta, o pólo de pesquisa santista "é pioneiro no mundo a usar a metodologia da Lógica Paraconsistente com anotação de dois valores (LPA2v)", que desenvolve projetos de inteligência artificial e lida com dados contraditórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Grupo conta com 18 integrantes das diversas universidades onde existem estudos da Lógica Paraconsistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações desenvolvidas incluem cursos, seminários, encontros científicos, divulgação de trabalhos e de novas tecnologias na revista semestral 'Seleção Documental'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o pesquisador, as aplicações práticas da Lógica Paraconsistente também motivam os alunos a desenvolver diversos projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A criação do Grupo se deu em função da necessidade de aglutinar os resultados das contribuições das pesquisas e desenvolver projetos práticos para atender às exigências do mercado tecnológico atual", afirma.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6766488048730180315?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6766488048730180315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6766488048730180315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/12/grupo-santista-pioneiro-no-mundo.html' title='Grupo santista é pioneiro no mundo'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5870634743555598227</id><published>2007-12-17T09:52:00.000-03:00</published><updated>2007-12-17T10:38:41.578-03:00</updated><title type='text'>Livro em quadrinhos explica Lógica Fuzzy</title><content type='html'>&lt;span class="br_t"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="br_b"&gt;&lt;span id="topo"&gt;&lt;span class="conteudo_home"&gt;&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 255); margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 130, 180);font-family:Arial;" &gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;(Matéria publicada em A Tribuna, segunda-feira, 17 de dezembro de 2007)&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="background-color: rgb(255, 255, 255); margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Verdana;" &gt;&lt;p&gt;Explicar a Lógica Fuzzy de forma simples e objetiva não é uma tarefa fácil. Em termos leigos, pode-se dizer que essa ciência lida com dados nebulosos e incompletos, como, por exemplo, qual a altura de um jogador de basquete para ele ser considerado alto ou como saber quando um bife está bem ou mal passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exemplos acima, que estão no livro 'Conheça e Entenda a Lógica Fuzzy em quadrinhos', do professor João Inácio da Silva Filho, com a colaboração do professor Jair Minoro Abe e do ilustrador Ed Carlos Santana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu objetivo é explicar os conceitos da Lógica Fuzzy com situações do dia-a-dia e ilustrações que facilitam a compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos princípios é a teoria dos conjuntos matemáticos. No livro, essa questão é explicada por meio de um garçom que atende aos personagens e, nas horas vagas, toca em um conjunto musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Lógica Clássica, ou ele pertence ao conjunto dos garçons ou ao dos músicos. Já na Lógica Fuzzy ele pode pertencer aos dois conjuntos. As informações são equacionadas de acordo com o resultado que se pretende, de modo semelhante ao que fazemos em situações cotidianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens, inspirados em cientistas que contribuíram para o progresso científico, vão ao encontro do objetivo do professor Silva Filho, de desenvolver nos estudantes o interesse pela ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO — Livro: Conheça e Entenda a Lógica Fuzzy em quadrinhos&lt;br /&gt;Editora Paralogike, 112 páginas, R$ 20,00 &lt;a href="http://www.paralogike.com.br/"&gt;www.paralogike.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5870634743555598227?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5870634743555598227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5870634743555598227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/12/livro-em-quadrinhos-explica-lgica-fuzzy.html' title='Livro em quadrinhos explica Lógica Fuzzy'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1784020332756462567</id><published>2007-11-16T10:16:00.000-03:00</published><updated>2007-11-16T10:21:11.536-03:00</updated><title type='text'>Um boêmio no céu’ retrata a história de Catulo da Paixão Cearense</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Matéria publicada no jornal Metrópole, edição de 3 a 9 de novembro de 2007)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Após morrer, o poeta Catulo da Paixão Cearense encontra São Pedro, conta seus pecados, defende a vida artística e fala de seu amor pela natureza na peça “Um boêmio no céu”. O espetáculo faz parte de um projeto de inclusão social, por meio do ensino de teatro para deficientes visuais, desenvolvido pelos atores voluntários Fátima Queiroz e Ivan Mativichuc, junto ao Instituto Braille de Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens são representados por deficientes que também tocam violão e pandeiro. A peça, de autoria do poeta Catulo, e adaptada por Mativichuc, conta com nove integrantes, e intercala passagens da vida do compositor com episódios contemporâneos ligados à destruição do meio ambiente, guerras, escândalos políticos e corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canções de festas juninas e do próprio autor também são apresentadas no espetáculo. Na peça, a morte de Catulo ocorre no dia de São Pedro. O poeta é recebido com um sermão ao chegar no céu festejando e alega que na Terra comemora-se o dia do santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aprendizes - &lt;/strong&gt;Vandernilson Nogueira Chaves, que tem quatro por cento de visão, faz o papel do poeta Catulo, numa interpretação natural, como se fizesse teatro há muito tempo. Ao estudar a peça, ouvir diversas vezes a gravação e repetir o texto, ele diz ter conseguido desenvolver as características do personagem. “Eu faço o que todos os atores deveriam fazer, procuro vivenciar o personagem da maneira mais intensa. O Catulo, como boêmio, é uma figura que me dá asas para eu extrapolar na peça”.&lt;br /&gt;O aprendizado do teatro funciona para Chaves como uma terapia, uma forma de extravasar tensões e se divertir. “O teatro é uma forma de botar para fora. Há situações em que eu extrapolo e me libero no personagem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anjo mensageiro é interpretado por Iracema Pessoa de Lima, que visita a Terra e, após quebrar a asa ao acompanhar as agruras do mundo, faz um relatório para entregar ao Criador, com uma crítica à sociedade. “Na terra, as artes estão morrendo aos poucos e os homens, sem Deus, estão ficando loucos”. Ela decora o texto pelo sistema braille.&lt;br /&gt;O espetáculo conta ainda com o auxílio de “anjos videntes” que orientam o posicionamento dos atores durante a apresentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Projeto - &lt;/strong&gt;De acordo com Mativichuc, o projeto começou como uma oficina de expressão corporal para melhorar a fala e trabalhar a parte física e mental. Ele explica que os deficientes visuais são introvertidos e, com o teatro, melhoram o relacionamento interpessoal, inclusive com a família. “Eles têm uma capacidade de improvisação muito boa. Ao se apresentarem no palco, decoram a quantidade de passos da cena. A gente aprende muito com eles”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Fátima, diretora da peça, o teatro reúne elementos de várias artes, além de ensinar ritmo e música. “Os deficientes têm interesse em cultura, em uma boa peça, e, na maioria das vezes, ficam isolados em casa. Com o projeto, trazem a família e passam a interagir mais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instituto - &lt;/strong&gt;Trabalhar a parte cultural e social é um dos objetivos do Instituto Braille de Santos. A presidente da instituição, Ireni Souza de Oliveira, diz que “o teatro ensina por meio da vivência e da experiência. Os deficientes se expressam melhor e não sentem vergonha por falar o que pensam sobre as coisas”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos cinco anos de existência o grupo já apresentou as peças: “Ensaio de Natal”, “Uma Família na Roça” e “A Linda, Meu Bem”.&lt;br /&gt;Mais informações sobre o instituto e sobre a peça podem ser obtidas pelo telefone 3234-4815.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1784020332756462567?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1784020332756462567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1784020332756462567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/11/um-bomio-no-cu-retrata-histria-de.html' title='Um boêmio no céu’ retrata a história de Catulo da Paixão Cearense'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-3374962968542529044</id><published>2007-11-13T19:48:00.000-03:00</published><updated>2007-11-13T19:52:29.311-03:00</updated><title type='text'>Mistura que dá Samba</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Matéria publicada na revista Viração - n° 36 – Setembro de 2007)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Leonardo Leal e Marta Molina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com os acordes da canção Maracatu Atômico que o músico, compositor e escritor, Jorge Mautner, e seu parceiro no violão, Nelson Jacobina, iniciaram a perfomance com os integrantes da banda Querô, do Instituto Arte no Dique. A interação, que não havia sido ensaiada, aconteceu no galpão do Instituto Arte no Dique, na Zona Noroeste, região da periferia de Santos (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mautner homenageou o amigo e dramaturgo Plínio Marcos com uma canção de Assis Valente, e com seu violino executou alguns sambas, além de composições de sua autoria como: Samba dos animais, Homem Bomba e Morre-se Assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muito bom, uma alegria e uma emoção muito grande”, diz o violonista Nelson Jacobina sobre a apresentação na Baixada Santista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mautner e Jacobina desenvolvem um projeto de apresentações e palestras em Pontos de Cultura espalhados por todo o Brasil. Nesse projeto fazem contatos com a cultura local e dividem experiências. “Cada um tem autonomia de mostrar a sua diversidade”, ressaltou o compositor sobre a iniciativa do Ministério da Cultura. “Há um ano e meio a gente está fazendo esse projeto. Em março do ano passado, eu e o Jorge fomos ao Nordeste, tocamos com os rabequeiros do Norte, músicos de Goiás e Minas Gerais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil tem uma cultura inata tremenda, é só você despertar, dá um sopro que cresce além das dimensões que você calculou, planejou”, explicou Jorge Mautner, que considera a arte como uma das formas de se reduzir a violência e desigualdade do País. “Se você der um mínimo de incentivos aos jovens, eles se transformam de maneira total.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os integrantes da banda Querô, o projeto deve continuar porque funciona como uma aprendizagem. “As interações com os Pontos de Cultura são muito interessantes. Não só o Jorge Mautner, outros artistas também têm que participar. Isso para os alunos é um aprendizado, tem que continuar”, disse Ubiratan dos Santos, professor de percussão, que está há quatro anos participando dos projetos do Instituto Arte no Dique e faz parte do grupo Olodum.&lt;br /&gt;”Foi uma experiência que a gente ainda não havia tido. Tocamos músicas diferentes que a gente ainda não havia colocado no repertório”, afirmou a integrante Liliana Lima, de 14 anos. Os integrantes da banda Querô ensaiam três horas diariamente. A percussionista Juliana Rosa, de 15 anos, também se emocionou com a experiência. “Foi muito bom, vou lembrar para o resto da vida”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a gestora do convênio do Ponto de Cultura, Thaís Polydoro Ribeiro, alcançou-se o objetivo proposto de proporcionar o encontro entre o artista e a comunidade. “Trazer acesso à cultura, às coisas que a população daqui não tem no seu cotidiano, é o que me nutre, é o que me faz buscar esse tipo de parceria dentro dos Pontos de Cultura”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-3374962968542529044?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3374962968542529044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/3374962968542529044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/11/mistura-que-d-samba.html' title='Mistura que dá Samba'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6187340514978630463</id><published>2007-11-11T12:11:00.000-03:00</published><updated>2007-11-11T12:35:13.217-03:00</updated><title type='text'>Uma conversa com o zagueiro Antônio Carlos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(matéria publicada no jornal metrópole, edição de 27/out a 02/nov)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Santos FC, na luta por uma vaga na Taça Libertadores da América de 2008, já conta com o zagueiro Antônio Carlos, recuperado de uma cirurgia no joelho, realizada em maio, após uma contusão no jogo contra o Caracas, da Venezuela. Atualmente, ele treina com a equipe juvenil do clube e diz estar confiante para atuar nas próximas rodadas do Campeonato Brasileiro, afirmando estar à disposição do técnico Wanderley Luxemburgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A volta aos gramados, o jogador de 38 anos credita à própria força de vontade e ao departamento médico do clube, onde enfrentou intensos treinos físicos durante o período de tratamento, inclusive aos domingos.&lt;br /&gt;O veterano futebolista já participou de testes de dividida, que avaliam a resistência real do atleta aos choques que enfrentará quando voltar às partidas oficiais.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O esquema com três zagueiros ajuda a superar a falta de ritmo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo da equipe, o treinador muda. A maioria dos treinadores da Europa usa esse esquema. Eu acho que ajuda o Santos a ter mais entrosamento. Independente do esquema em que o time joga, o importante é levarmos em conta que há mais três jogos dentro de casa e precisamos fazer de tudo para vencê-los. A classificação para o próximo ano na Libertadores nós vamos conseguir com estes jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você atuará no Santos em 2008?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou vivendo a expectativa de voltar a jogar, então, prefiro curtir esse momento e ver se consigo participar de alguns jogos. Quero ver o que vai acontecer comigo até o final do ano. Agora, tendo a oportunidade de jogar, preciso ver como será meu rendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esta decisão depende da vaga para a Libertadores?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Carlos - Depende da vaga na Libertadores e depende do Santos também. Nós vamos conversar no final do ano. Por enquanto, tenho que recuperar-me e ver se consigo jogar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você pensa em integrar a comissão técnica de Wanderley Luxemburgo quando parar de jogar? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se aparecer a oportunidade... fazer parte da comissão técnica é importante para adquirir uma maior experiência, até porque pretendo ser treinador no futuro. Mas o Wanderley tem dois ótimos auxiliares. Eu ainda não sei o que vou fazer no próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como você avalia a participação de veteranos nos grandes times brasileiros?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu acho normal. Na Europa é comum. Aqui no Brasil as pessoas vêem de uma maneira diferente. Quando o jogador passa dos 30 anos, para a maioria das pessoas, é considerado velho. No entanto, um jogador com 30 anos já adquiriu uma ótima experiência e, se ele se cuidou durante a vida, tem muito a dar ao futebol. A mescla de jogadores jovens e experientes é importante e ajuda bastante dentro do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é o relacionamento do treinador com os jogadores, antes e depois das partidas?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Wanderley é um treinador que motiva muito, principalmente antes do jogo, durante a semana. A motivação ajuda para que se chegue concentrado à partida, seja no domingo ou na quarta-feira. Depois do jogo, é normal ele cumprimentar os jogadores pelo que fizeram em campo. Às vezes, dá uma dura quando o time perde, ou quando o time não joga aquilo que ele esperava. O trabalho do Wanderley, durante a semana e antes do jogo, tem uma porcentagem muito grande no rendimento de cada jogador dentro de campo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6187340514978630463?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6187340514978630463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6187340514978630463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/11/uma-conversa-com-o-zagueiro-antnio.html' title='Uma conversa com o zagueiro Antônio Carlos'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-732052587110484354</id><published>2007-10-23T21:07:00.000-03:00</published><updated>2007-10-23T21:19:09.254-03:00</updated><title type='text'>Sarau para o povo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Matéria feita para a Revista Movimento dos alunos da Unisanta)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel que normalmente desempenha a imaginação do leitor tomou forma. Guimarães Rosa estava diante de uma escrivaninha e dividia os pensamentos de sua obra com os ouvintes. Na biblioteca os personagens ganhavam e revelavam o que antes estava escondido no preto e branco das páginas. As pessoas que acompanhavam, por um momento, tiveram a impressão de adentrar em um livro vivo e fazer parte do universo do escritor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Começamos a conhecer o mundo, O medo é maior que uma pressa, o medo é uma pressa que vive todos os diabos, uma pressa sem cachimbo, é ruim ser boi de carga, é ruim viver com galho nos ossos, as coisas ruins vêm dos homens, tristeza, fome, calor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de retratar o sertão, o texto e as canções recordavam o Brasil mitológico e brejeiro. O espetáculo apresentado em agosto, na biblioteca central da Universidade Santa Cecília, relembrou a importância do folclore brasileiro e buscou democratizar a poesia, principal meta dos Poetas Vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O objetivo do grupo é trazer essa literatura ao alcance do povo, ou seja, democratizar”, diz Romualdo Rodrigues Simões, integrante dos Poetas Vivos que explicou sobre o processo criativo, “os textos e as poesias são colocados numa linha de forma a montar texto e contexto, alinhavando o espetáculo, não é uma coisa jogada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A integrante Regina Alonso afirma que “a poesia exige criatividade e sentimento, porque o português você corrige. A gente começou a abrir esse universo que vivia somente nas prateleiras. O pensamento de democratizar a poesia, e também, da criatividade e do sentimento estarem acima do português castiço não é idéia nossa, você vê na maioria dos autores, como por exemplo, o Patativa do Assaré que é uma pessoa simples”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Jaíra Presa, uma das coordenadoras do grupo, “a poesia não é gênero popular, mas quando você coloca a palavra viva com interpretação, ela realmente entra na pessoa e se torna verdadeira, é mais fácil de ser entendida, a gente também percebeu que os objetos do cenário ajudam no contexto e facilitam a compreensão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo tem sete integrantes e nestes dois anos e meio de existência já apresentou 25 espetáculos diferentes, mesclando literatura e música. Alguns dos homenageados foram Mário Quintana, Cecília Meirelles, e Hilda Hist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gostar de poesia é uma questão de educação, a pessoa assiste e mesmo quem não gosta acaba gostando. A poesia tem uns termos mais difíceis que, se a pessoa buscar no dicionário começa a compreender e admirar”, diz Antônio Carlos Corrêa que fez o papel de Guimarães Rosa no espetáculo. Naquela terça-feira o grupo cumpriu com o que havia dito o escritor Nelson Abissou: “tirar literatura das bibliotecas empoeiradas para os palcos da vida”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-732052587110484354?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/732052587110484354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/732052587110484354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/10/sarau-para-o-povo.html' title='Sarau para o povo'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4455434787408839074</id><published>2007-09-15T23:09:00.000-03:00</published><updated>2007-09-15T23:19:06.045-03:00</updated><title type='text'>Novidades da Ciência mais perto do público</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;( a seguinte reportagem foi feita para o Jornal &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/09-15/midia-2.htm"&gt;Online&lt;/a&gt; da Unisanta)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As publicações científicas informam a sociedade, debatem temas polêmicos e servem para aproximar o público do universo dos pesquisadores. Seus objetivos são contribuir para o desenvolvimento científico e demonstrar a importância da pesquisa para o país. Revistas, sites e jornais especializados se dedicam a traduzir a linguagem dos cientistas para os leigos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A professora Elenice dos Santos conheceu a revista &lt;a href="http://www2.uol.com.br/sciam/" target="_blank"&gt;Scientific American Brasil&lt;/a&gt; (Sciam) na faculdade, quando cursava licenciatura em Física. Para ela, a revista aumentou o interesse pelas descobertas científicas, por temas relacionados ao que leciona e sobre as novas teorias do cosmo. Atualmente, Elenice compra também a Astronomy Brasil e edições especiais da revista que retratam a vida dos cientistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"A Scientific American nos dá uma visão diferente, um jeito novo de olhar as coisas. Você observa a lua e não vê simplesmente um pontinho branco. Existem mil informações por trás da imagem que contemplamos", explica a professora do ensino médio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As publicações científicas procuram desmistificar o conhecimento científico e, ao mesmo tempo, criar interesse no campo da ciência para enriquecer o conhecimento acumulado da sociedade.Além da Sciam e da Astronomy Brasil, as pessoas podem acessar outros periódicos como o &lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/index2.jsp" target="_blank"&gt;Jornal da Ciência&lt;/a&gt;, a revista &lt;a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/" target="_blank"&gt;Pesquisa FAPESP&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/view/209" target="_blank"&gt;Ciência Hoje&lt;/a&gt; e alguns sites de universidades que acompanham e divulgam os resultados das pesquisas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O professor do Instituto de Física da USP Reynaldo Daniel Pinto acompanha com maior freqüência o Jornal da Ciência e a Revista da FAPESP. "O Jornal da Ciência é excelente porque discute política científica, assuntos polêmicos e éticos, como por exemplo, o caso do estudo das células tronco. A revista da FAPESP, além de publicar sobre as pesquisas e financiamentos dentro do estado de São Paulo, também publica assuntos e resultados de pesquisas novas e inovadoras em nível nacional e internacional".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o professor, as revistas têm um jornalista que faz a redação final do artigo para adequá-lo ao público leigo. Segundo ele, o resultado do artigo depende da qualidade do jornalista, o que às vezes ocasiona desentendimentos entre pesquisadores e jornalistas. "Quando isso acontece, a qualidade do trabalho fica muito ruim e até pode acontecer de sair publicada uma coisa que não é nem próxima da realidade da pesquisa que está sendo feita", diz Reynaldo Pinto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O jornalista e editor da Scientific American Brasil, Ulisses Capozzoli, discorda da do ponto de vista do professor Reynaldo Pinto porque a Scientific American sempre envia, antes de publicar, um arquivo no formato pdf aos colaboradores para aprovação. Capozzoli afirma que "a maioria dos artigos que chega às redações não tem como serem publicados sem serem trabalhados o que, em alguns casos, inclui até mesmo problemas de informação que o jornalista precisa checar ou corrigir".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"O jornalismo Científico é um tipo de jornalismo interpretativo, contextualizado historicamente que possibilita uma inteligibilidade possível que consiste em passar para o leitor noções das leis científicas de forma clara para que ele use os conceitos e compreenda o significado das informações. Guardadas as proporções, é o mesmo que um cientista ou pesquisador faz: observa os fenômenos da natureza, aplica conceitos científicos, faz deduções, e descobre as razões dos fenômenos. Dessa forma o jornalismo ensina, desperta o interesse pela ciência e contribui na construção de cidadania", esclarece Capozzoli&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para ele, "o conhecimento é o produto mais sofisticado de uma sociedade e, essa é a razão da importância dos centros de pesquisa de boa qualidade". Com a divulgação das pesquisas e dos trabalhos científicos ocorre um reconhecimento do trabalho do pesquisador e da importância do desenvolvimento científico para o país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Interesse Científico –&lt;/strong&gt; Ulisses Capozzoli explica que todas as pessoas têm interesse em ciência, até as mais simples, porque, por exemplo, quando alguém vê um meteoro à noite, esta pessoa tem a curiosidade de querer saber o que acontece quando ele risca o céu noturno e por quê isso acontece.Segundo Capozzoli, o estudo da Ciência no Brasil é uma tradição recente que teve origem à época em que a Corte de Portugal se transferiu para o País em 1808. À época, Dom João VI criou a Imprensa Régia e trouxe também os primeiros pesquisadores.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4455434787408839074?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4455434787408839074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4455434787408839074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/09/novidades-da-cincia-mais-perto-do.html' title='Novidades da Ciência mais perto do público'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7271504553383820287</id><published>2007-09-13T16:44:00.001-03:00</published><updated>2007-09-13T17:28:38.240-03:00</updated><title type='text'>Notícias, curiosidades e cultura nos Podcasts</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Análise de três podcasts para Jornalismo Online&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Por Liliana Caldeira e Leonardo Martins&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;As &lt;a href="http://tv.globo.com/Entretenimento/Tv/Noticia/0,,AA1565229-7175,00-TEM+PODCAST+NOVO+NO+AR+E+COM+CONVIDADO+INTERNACIONAL+VAI+PERDER.html"&gt;séries de tv&lt;/a&gt; têm um podcast exclusivo com comentários, notícias e curiosidades. Ouça o &lt;a href="http://podcastmp3.globo.com/entretenimento/series/2007/01/05/seriesetc-8.mp3"&gt;podcast nº 8&lt;/a&gt; ( Primeiro Programa de 2007). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Apresentado por&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Flávia Motta, Carlos Alexandre Monteiro e Cláudia Kroik.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Pontos Positivos: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;O aúdio está bom, o download foi rápido. Os apresentadores são descontraídos e  envolvem o internauta/ouvinte. O conteúdo é bastante adequado, e os apresentadores sabem de todas as novidades das séries americanas. Pra quem é amante delas, é muito legal ouvir esse podcast para se atualizar sobre os detalhes daquela de sua preferência. (The O.C,Prision Break, Hannah Montana,entre outras) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Músicas, personagens, comentários sobre a temporada, informações de jornais, revistas e sites do Brasil e do exterior.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt; O programa inteiro é dedicado às séries que dão &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;o que falar na TV Brasileira.  Bem legal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Pontos Negativos: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;O tempo é um pouco comprido, mais de 30 minutos, pode ser um pouco cansativo. Nesse podcast, os apresentadores, algumas vezes, se perderam no assunto e demoraram para voltar no caminho. Não gostei das más analogias que os apresentadores fizeram da série infantil Hannah Montana. Eu achei um pouco preconceituosa. Para melhorar, poderia até haver um podcast das séries infantis, mais precisamente as da Disney. Ia ser bem legal para a criançada ouvir um podcast com as novidades dessas séries e também de filmes da Disney.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Canal de Podcast do Estadão - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;O &lt;a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowAudios.action"&gt;Estadão&lt;/a&gt; tem um canal de podcasts com com vinhetas, músicas de fundo e ilustrações. O site tem reportagens do jornal adaptado para o rádio, sem vinhetas, mas com depoimentos das fontes. O&lt;a href="http://img.estadao.com.br/audios/76/2E/61/762E610D2776463D8DAA8D47B0DFE297.mp3"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Podcast Sub&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; trata de canções, motociclismo e vida urbana é muito parecido com um programa de rádio. Às vezes fica um pouco cansativo devido aos apresentadores não terem um limite de tempo para falar. Um outro podcast fez um obituário do tenor Luciano Pavarotti e na página havia links para o internauta escutar algumas interpretações do tenor. Uma das vantagens do canal é a facilidade do acesso aos links com possibilidade de ouvir e baixar os arquivos. As etiquetas (tags) facilitam a busca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;FrenchPodClass &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;- Uma outra função dos Podcasts é, além de oferecer o acesso a um idioma estrangeiro, aprendê-lo. O site &lt;a href="http://www.frenchpodclass.com/index.php?post_category=Lessons"&gt;FrenchPodClass&lt;/a&gt; tem esta finalidade, com a estrutura de um programa de rádio, com abertura, vinhetas e um apresentador que fala pausadamente facilitando o aprendizado. Conversações e canções francesas com explicação das palavras, inclusive os neologismos, fazem parte do programa. O site aborda assuntos atuais e leva o idioma para próximo dos internautas. A desvantagem é que a tradução é inglesa e o &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;ouvinte precisa conhecer bem o idioma americano. No &lt;a href="http://media33b.libsyn.com/podcasts/4600acd262d4677af6891084227831e0/46e98adc/frenchpodclass/FrenchPodClass88-07142007.mp3"&gt;programa&lt;/a&gt; foi falado sobre a volta da frança e uma canção francesa foi traduzida com os significados das expressões. Mesmo não sendo um programa jornalístico, faz com que o internauta aumente seu conhecimento da atualidade.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7271504553383820287?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7271504553383820287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7271504553383820287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/09/notcias-curiosidades-e-cultura-nos.html' title='Notícias, curiosidades e cultura nos Podcasts'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6200422553240132402</id><published>2007-09-09T23:29:00.000-03:00</published><updated>2007-09-09T23:32:25.433-03:00</updated><title type='text'>Quadrinhos juntam poesia, filosofia e comunicação</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Reportagem feita para o  Jornal &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/intercom/noticia-l.asp?rs=548989898875&amp;dd=5958093475538989898875559844866476689898676767766776667483443658649833369648655657&amp;amp;id=147"&gt;Online&lt;/a&gt; da Unisanta - edição especial do Intercom 2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O trabalho sobre os quadrinhos poéticos-filosóficos de Gazy Andraus, apresentado pelo professor Elydio dos Santos Neto, da Universidade Metodista de São Paulo foi indicado pelo Núcleo de Produção Editorial como o que melhor reflete os objetivos do Intercom, por apresentar elementos de interdisciplinaridade entre arte, comunicação e filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do Hurizen, baseado no personagem do poeta inglês William Blake e publicada por Andraus em um fanzine, foi analisada pelo Elydio. Ele falou sobre os elementos filosóficos, poéticos e espirituais contidos na obra. Elydio estabeleceu relações entre a concepção antropológica, a visão do filosófo Kant do ser humano e o conceito de Homo Complexus de Edgar Morin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na obra de Gazy Andraus, o professor vê reflexão, auto-conhecimento e a crítica aos valores dominantes. Elydio também falou sobre o processo criativo do autor. "Ele muitas vezes desenha direto com a caneta nanquin, que se torna o traço definitivo. Às vezes ele desenha ouvindo música".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Circo Editorial&lt;/b&gt; - O professor Roberto Elísio dos Santos apresentou um panorama da Circo Editorial, responsável por uma produção alternativa durante as décadas de 80 e 90. Santos analisou as produções do período dentro do contexto histórico e as características do humor urbano, político, erótico, social e de comportamento. De acordo com Santos, o período foi de intensa criatividade para os quadrinhos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor e cartunista Luiz Gê comentou o trabalho e explicou que a criação &lt;i&gt;underground&lt;/i&gt; era uma tentativa para se criar fora dos moldes do mercado. Ele falou de uma maior influência dos quadrinhos europeus, da questão política e da tentativa de se criar quadrinhos brasileiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6200422553240132402?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6200422553240132402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6200422553240132402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/09/quadrinhos-juntam-poesia-filosofia-e.html' title='Quadrinhos juntam poesia, filosofia e comunicação'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-7921206642633902104</id><published>2007-09-09T23:22:00.000-03:00</published><updated>2007-09-09T23:39:33.716-03:00</updated><title type='text'>Núcleo discute Cony, livros de bolso e obras didáticas</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Reportagem feita para o Jornal &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/intercom/noticia-l.asp?rs=548989898875&amp;dd=5958093475538989898875559844866476689898676767766776667483443658649833369648655657&amp;amp;id=144"&gt;Online da Unisanta&lt;/a&gt; - edição especial do Intercom)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O sétimo encontro do Núcleo de Pesquisa em Produção Editorial do Intercom, em sua segunda sessão, tratou do livro brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Elias Nery, pesquisador da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) apresentou trabalho feito em parceria com Gisele Taboada da Silva, da Universidade Cândido Mendes, sobre o livro O Ato e o Fato e as crônicas do escritor Carlos Heitor Cony. Na visão de Nery, existe uma relação entre a imprensa e os folhetins, romances apresentados em capítulos publicados pelos jornais. "Muitos escritores passaram a escrever regularmente na imprensa e o folhetim se tornou muito importante", explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise de João Elias Nery mostrou que Carlos Heitor Cony é um autor que transita entre as diferentes mídias. Ele usou como exemplo os comentários do quadro Liberdade de Expressão, veiculado na rádio CBN, que depois foram compilados e transformados em crônicas publicadas em livro e no site do escritor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Livio Lima de Oliveira, da Faculdade Editora Nacional (Faenac), apresentou trabalho sobre os livros de preços acessíveis e fez um panorama do livro de bolso durante as décadas de 60 a 90. De acordo com ele, a recente coleção Companhia de Bolso é uma tentativa da editora de oferecer o livro ao público pelo mesmo preço que custaria uma fotocópia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coleção Heróis e Campeões foi apresentada como um estudo de caso pela professora Monica Martinez, das Faculdades Integradas Alcântara Machado (Unifiam/FAAM), junto com o professor Dimas Kunsch. Monica explicou o planejamento da coleção e o uso de técnicas do jornalismo literário, como narrativa, descrição de cenas e ambientação, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora Célia Cassiano apresentou trabalho mostrando que na América Latina, com exceção do México, a produção editorial de livros didáticos é feita por empresas privadas e que o Governo brasileiro é o maior comprador de livros, por meio do Programa Nacional do Livro Didático. Célia também falou sobre a concentração do mercado em grandes editoras, que produzem livros didáticos e sistemas de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Célia, três editoras espanholas (Oceano, Santillana e Planeta) lideram o mercado na América Latina. As pequenas editoras são incorporadas pelas grandes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-7921206642633902104?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7921206642633902104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/7921206642633902104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/09/ncleo-discute-cony-livros-de-bolso-e.html' title='Núcleo discute Cony, livros de bolso e obras didáticas'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6990463021097896894</id><published>2007-09-03T13:41:00.000-03:00</published><updated>2007-09-03T13:49:33.336-03:00</updated><title type='text'>J-Aliança quer mídia mais responsável e com participação da sociedade</title><content type='html'>( A seguinte reportagem foi publicada no jornal &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/intercom/noticia-l.asp?rs=548989898875&amp;dd=5958093475538989898875559844866476689898676767766776667483443658649833369648655657&amp;id=110"&gt;Online da Unisanta&lt;/a&gt; durante o Intercom)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aliança Internacional (J-Aliança) dos jornalistas promoveu um debate sobre responsabilidade da mídia com professores universitários, jornalistas brasileiros e estrangeiros, representantes da sociedade civil e estudantes, nesta sexta-feira, na Unimonte. A questão abrangeu diversos assuntos, como a concentração da imprensa em poucos grupos, a fragmentação da comunicação pela Internet e a necessidade da sociedade civil apresentar sua opinião e ser representada nos veículos de comunicação. Debateu-se também a imprensa alternativa, as rádios comunitárias e a Internet como meio aglutinador de todos os canais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora Cicília Peruzzo, da Metodista, disse que para se chegar a práticas de comunicação cidadã, é preciso começar melhorando a qualidade da mídia. Ela explicou que a mídia presta serviços à sociedade, dentro de uma lógica que gera contradições. "Há falhas no sistema jurídico, como incriminar rádios comunitárias, apesar do serviço social que elas prestam". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando Claude-Jean Bertrand, especialista em ética, Cicília disse que é "preciso criar sistemas de responsabilização da mídia". Ela usou como exemplos os conselhos de ética e de imprensa, bem como algumas ONGs, que são experiências de mecanismos que funcionam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cicilia lembrou, também, da campanha Ética na TV, que classificou programas de baixo nível, como o Tardes Quentes, apresentado por João Kleber, e moveu ações contra o programa Domingo Legal, por veicular falsas entrevistas com supostos integrantes de uma facção criminosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão das mídias alternativas também foi abordada por Cicília Peruzzo, que falou da rádio comunitária Heliópolis, do site Overmundo e de grupos como a Central Única das Favelas e o Nós do Morro. "Centenas de experiências criam a possibilidade de uma outra comunicação, de um outro nível de comunicação", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jornalista Sílvia Costa, representante do jornal A Tribuna, citou os meios que o leitor pode usar, como: Jornal Escola e Comunidade, Agenda Cidadã, Plantão AT, Carta ao Leitor e Tribuna livre. Sílvia disse que os canais para a sociedade se manifestar no jornal são abertos, mas que poucos se utilizam deles. Ela acredita que é preciso dar poder ao leitor para que ele possa exercer seu papel de cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a jornalista Ísis de Palma, responsável pela Aliança Internacional de Jornalistas (J-Aliança) no Brasil, "a participação da sociedade é uma necessidade imensa". Ísis citou números da concentração da mídia no Brasil: 686 veículos e 286 emissoras estão concentradas em seis redes de TV do Brasil. Somente 35 emissoras escapam das grandes redes por pertencerem à rede pública de TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ísis também citou o controle da informação por quatro agências internacionais. De acordo com a jornalista, a responsabilidade é proporcional ao poder e ao conhecimento. E citou o escritor Eduardo Galeano, ao afirmar que quando se diz que a responsabilidade é de todos, ela não é de ninguém. "Existe a necessidade de se assumir responsabilidades compartilhadas para sair da imobilização".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Martins, representante do jornal Le Monde Diplomatique – Brasil, explicou que, atualmente, há uma crise tanto na democracia como nos meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor de Ética Helder Marques, da UNISANTA, lembrou que está havendo um enxugamento das redações, e, por outro lado, o crescimento do número de jornalistas nas assessorias dos órgãos governamentais. De acordo com Marques, há o risco da máquina pública ser usada em benefício dos candidatos que ocupam cargos nos governos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do debate foi feita uma uma homenagem à jornalista e professora Ivanéa Pastorelli, falecida recentemente. O mediador, jornalista Alessandro Atanes, fez uma breve apresentação da carreira da professora e citou um trecho do poema Memória, de Carlos Drummond de Andrade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6990463021097896894?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6990463021097896894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6990463021097896894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/09/j-aliana-quer-mdia-mais-responsvel-e.html' title='J-Aliança quer mídia mais responsável e com participação da sociedade'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-74565172160322419</id><published>2007-09-03T13:23:00.000-03:00</published><updated>2007-09-03T13:41:38.054-03:00</updated><title type='text'>Jornalista do Le Monde Diplomatique aponta crise na democracia e na comunicação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;( A seguinte matéria foi publicada no jornal &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/intercom/noticia-l.asp?rs=548989898875&amp;dd=5958093475538989898875559844866476689898676767766776667483443658649833369648655657&amp;amp;id=111"&gt;Online da Unisanta&lt;/a&gt; durante a cobertura do Intercom)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante do jornal Le Monde Diplomatique – Brasil, Antonio Martins, afirmou durante debate sobre responsabilidade da mídia, promovido pela J-Aliança nesta sexta-feira, na Unimonte, que quando se fala em responsabilidade da mídia há duas questões envolvidas: a dos jornais e a da democracia. Segundo Martins, hoje existe uma crise na democracia e nos meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Martins considera que é responsabilidade dos jornais oferecer um conjunto de informações para que o leitor possa tirar suas conclusões e escolher seu próprio caminho. "Os meios de comunicação têm um poder que lhe é atribuído desde a Revolução Francesa, que é o quarto poder".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua origem, os jornais estavam ligados aos partidos políticos. Hoje, pertencem às empresas e correspondem a interesses empresariais, disse Martins. Assim, há uma mudança de objetivos com ênfase nos interesses do mercado. Os jornais querem conquistar cada vez mais público e oferecer este público para os anunciantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista vê uma "docilidade" dos meios de comunicação em relação às empresas. Para ele, há uma movimentação de recursos financeiros volumosos e um desenvolvimento tecnológico que subverte a relação entre emissor e receptor. Ao mesmo tempo foram surgindo outros poderes, que são as organizações multilaterais de poder internacional, sem teor democrático, como por exemplo o Fundo Monetário Internacional, a Organização Mundial do Comércio e o Banco Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martins explica que a sociedade tem se articulado por meio de diferentes movimentos para buscar uma representação, como uma alternativa às eleições que ocorrem a cada quatro anos. "É uma outra forma de tentar ser político".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele considera positiva a multiplicação dos emissores, por gerar formas de participação, mas alerta que se corre o risco de criar um "caos informativo". "A responsabilidade da mídia está em aceitar os desafios dos múltiplos emissores e construir formas de diálogo e de sujeitos sociais para criar formas de democracia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Le Monde Diplomatique - Brasil passou a ter edição impressa a partir de mês de agosto de 2007. Com tiragem de 40 mil exemplares, a edição é mensal e tem como editor o jornalista Antonio Martins. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-74565172160322419?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/74565172160322419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/74565172160322419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/09/jornalista-do-le-monde-diplomatique.html' title='Jornalista do Le Monde Diplomatique aponta crise na democracia e na comunicação'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2290388372651377467</id><published>2007-08-16T20:16:00.000-03:00</published><updated>2007-08-16T20:27:21.288-03:00</updated><title type='text'>Das ondas curtas para as ondas digitais, o novo rádio</title><content type='html'>(A seguinte reportagem foi feita para o &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/08-11/ciencia-1.htm"&gt;Jornal Online da Universidade Santa Cecília&lt;/a&gt;, na edição de sábado, 11 de agosto de 2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se antes, para saber o que acontecia com o mundo, as pessoas sintonizavam, através das ondas curtas, estações como a &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/radio/" target="_blank"&gt;BBC de Londres&lt;/a&gt;, hoje, com a Internet, é possível escutar estações de rádio dos cinco continentes. Os mais diversos tipos de informação, música e notícias estão disponíveis nas "webrádios".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos multimídia dos computadores e o acesso à Internet por banda larga têm possibilitado aos ouvintes escolher, com qualidade digital, os diferentes tipos de programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assistente de contas a pagar, Luiz Veloso, sintoniza uma estação digital assim que liga o computador. A música vai acompanhá-lo em mais uma jornada de trabalho. “Os que trabalham com computador aqui na empresa sempre sintonizam alguma webrádio. Eu costumo ouvir a &lt;a href="http://globoradio.globo.com/MusicCenter/0,,7107,00.html" target="_blank"&gt;Multishow”&lt;/a&gt;, diz Veloso que não costuma acessar os canais de música dos portais. “Visito os portais quando quero ouvir alguma música ou cantor como, por exemplo, Jota Quest”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das emissoras da região, a &lt;a href="http://www.sistemasantacecilia.com.br/" target="_blank"&gt;Santa Cecília FM&lt;/a&gt; vai fazer um ano que transmite sua programação pela Internet. Segundo a coordenadora administrativa do sistema Santa Cecília, Rosana Ramalho, a rádio passou a transmitir sua programação pela rede mundial de computadores para “atender ao apelo da população”. Rosana diz que hoje a Internet é prioritária “porque as pessoas ligam o computador e logo acessam alguma estação para ouvir música”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora de radiojornalismo da UNISANTA, Valéria Vargas, considera a Internet um novo caminho para o rádio devido à sua segmentação, todavia, o rádio tem a característica da mobilidade. As pessoas escutam música e notícias enquanto dirigem ou correm na praia e a Internet até o momento não permite esse tipo de acesso, embora em alguns países europeus e nos Estados Unidos já existam pontos de acesso público e gratuito à Internet em banda larga que, em longo prazo, podem auxiliar nesse processo de adaptação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A principal característica do rádio é a mobilidade, que foi conseguida com a invenção do transistor. Com a chegada da televisão, o transistor deu mobilidade ao rádio e o reviveu”, explica Valéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A super segmentação é uma característica da Internet que está relacionada com o rádio”, diz a professora ao comparar as diversas estações de rádio e suas programações com o universo da Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa diversidade, o internauta pode acessar estações que vão da música clássica, como a &lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/radiofm/" target="_blank"&gt;Cultura FM&lt;/a&gt; de São Paulo e a &lt;a href="http://www.allclassical.org/pages/programs_listen.php5" target="_blank"&gt;All Classical&lt;/a&gt;, do Oregon, a estações alternativas que promovem novas bandas de Rock e MPB como a &lt;a href="http://www.mondo77.fm/" target="_blank"&gt;Mondo 77 FM&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2290388372651377467?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2290388372651377467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2290388372651377467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/08/das-ondas-curtas-para-as-ondas-digitais.html' title='Das ondas curtas para as ondas digitais, o novo rádio'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1522329808651811468</id><published>2007-07-28T01:16:00.000-03:00</published><updated>2007-07-28T01:20:34.499-03:00</updated><title type='text'>Carta a los heredeiros ( Por Antonio Gala)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Cuanto se resigna a sobrevivir me entristece. Lo que importa es vivir a cualquier precio. Pero vivir no es solo seguir vivo, sino participar del mistério dadivoso de la vida, de sus enigmáticos vaivenes, de sus desalmadas siembra y recolecciones; más aun engendrar la vida, enriquecerla e crearla alrededor.&lt;br /&gt;(...) En esto consiste mi único consejo: que os construyais con cuidado y con lujo a vosotros mismos, para que ninguno se llame a engaño cuando sea demasiado tarde. Las arrugas del corazon son las mas difíciles de se planchar... &lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Por lo demás, la vida es sempre hoy. No es prudente mirar atrás con excessiva insistencia; todo lo anterior fue solo uma manera mas o menos buena de llegar hasta ahora y hasta aqui;&lt;/span&gt; el camino no puede estropearnos la posada. Pero tenéis que fabricar mientras los subis, los peldaños de cada dia para que la escalera se complete, al final, sin peligros ni saltos y vuestro ofícios mas significativos han de ser el de juzgar sin prejuzgar e el de sentir sin presentir. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1522329808651811468?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1522329808651811468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1522329808651811468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/07/carta-los-heredeiros-por-antonio-gala.html' title='Carta a los heredeiros ( Por Antonio Gala)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1087282702743165293</id><published>2007-07-18T01:05:00.000-03:00</published><updated>2007-07-18T01:11:55.096-03:00</updated><title type='text'>A une passante ( Par baudelaire)</title><content type='html'>La rue assourdissante autour de moi hurlait.&lt;br /&gt;Longue, mince, en grand deuil, douleur majestueuse,&lt;br /&gt;Une femme passa, d'une main fastueuse&lt;br /&gt;Soulevant, balançant le feston et l'ourlet ;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agile et noble, avec sa jambe de statue.&lt;br /&gt;Moi, je buvais, crispé comme un extravagant,&lt;br /&gt;Dans son oeil, ciel livide où germe l'ouragan,&lt;br /&gt;La douceur qui fascine et le plaisir qui tue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un éclair... puis la nuit ! - Fugitive beauté&lt;br /&gt;Dont le regard m'a fait soudainement renaître,&lt;br /&gt;Ne te verrai-je plus que dans l'éternité ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ailleurs, bien loin d'ici ! trop tard ! jamais peut-être !&lt;br /&gt;Car j'ignore où tu fuis, tu ne sais où je vais,&lt;br /&gt;Ô toi que j'eusse aimée, ô toi qui le savais !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1087282702743165293?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1087282702743165293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1087282702743165293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/07/une-passante-par-baudelaire.html' title='A une passante ( Par baudelaire)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1192404782829882548</id><published>2007-07-15T23:26:00.000-03:00</published><updated>2007-07-28T18:47:50.641-03:00</updated><title type='text'>BRASIL Bicampeão da Copa América</title><content type='html'>Nem sempre o favorito é o que ganha, acontece muito em corridas de cavalo...&lt;br /&gt;Hoje, para variar, não seria diferente.&lt;br /&gt;Valeu Brasil!!! Três a zero de forma tranqüila. Usando a estratégia do adversário.&lt;br /&gt;Se a melhor defesa é o ataque, o Brasil mostrou essa teoria na prática.&lt;br /&gt;Parabéns a todos os jogadores. Mas que o Dunga sofreu, ah sofreu.&lt;br /&gt;O jogo mais emocionante foi contra o Uruguai. Depois da cobrança do último penalty e da defesa do Dony. Ali, já merecia o caneco.&lt;br /&gt;Braaaaaaaaaaasiiiiiiiiiiiiiillllllllllll&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1192404782829882548?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1192404782829882548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1192404782829882548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/07/nem-sempre-o-favorito-o-que-ganha.html' title='BRASIL Bicampeão da Copa América'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4818546010867467502</id><published>2007-07-12T12:16:00.000-03:00</published><updated>2007-07-12T12:24:25.784-03:00</updated><title type='text'>A América e seus heróis</title><content type='html'>&lt;div style="margin: 1ex;"&gt;      &lt;div&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Heroes&lt;/i&gt;, doravante  denominado &lt;i&gt;Heróis&lt;/i&gt; é uma série americana em que seus personagens  principais possuem habilidades especiais, como voar, ficar invisível,  mover objetos, viajar através do tempo e do espaço, ouvir pensamentos,  regenerar o corpo, atravessar paredes entre outros que podem surgir  a cada novo episódio. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Cada personagem tem um  dom particular, porém dois deles são diferentes Peter (Milo Ventimiglia)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Batang;font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;e Sylar  (Zachary Quinto). O mocinho e o vilão. O primeiro absorve os poderes  quando está próximo de outra pessoa que possua algum poder. O segundo  mata os heróis para ficar mais poderoso, aniquilar todos os outros  e ser único. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Os 23 episódios da primeira  temporada contam a origem dos personagens e seus poderes. A primeira  vista são pessoas normais que de uma hora para outra se deparam com  algum poder que desconheciam anteriormente e agora não sabem como usá-lo  ou até que ponto esta nova habilidade pode ser útil ou prejudicial.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;A histórias se passam  em vários estados norte-americanos, do Texas à Nova York. Como existem  personagens japoneses e indianos, alguns episódios apresentam cenas  no Japão e na Índia. O herói japonês, Hiro Nakamura (Masi Oka),  tem o dom congelar tempo e espaço, além de viajar para o passado e  futuro. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;O Indiano Mohinder Suresh  (Sendhil Ramamurthy) não tem habilidades especiais à primeira vista,  contudo, o pai dele, Chandra Suresh (Erick Avari), que era geneticista,  teve uma filha especial, descobriu as mudanças genéticas que fazem  as pessoas desenvolverem os poderes, cruzou os diferentes códigos genéticos  e fez uma lista com os nomes e os endereços dos que nasceram diferentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Chandra Suresh procura  localizar as pessoas com estas aptidões e estudá-las, porém, o resultado  não ocorreu como ele esperava. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Mortes cruéis acontecem  no decorrer dos episódios. Não há pistas para a polícia. Os agentes  federais encontram o nome de Sylar por trás dos assassinatos, todavia,  os crimes acontecem em diversos estados. O assassino seria somente uma  pessoa ou várias e por que as mortes ocorrem de forma desumana&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Se dividíssemos a série  em três partes. A primeira vai narrar o surgimento dos heróis, do  vilão, de uma agência do governo com a fachada de uma fábrica de  papel e da batalha para o mocinho salvar a líder de torcida. “Salve  a líder de torcida e salve o mundo”, é o refrão dos diferentes  personagens no decorrer dos primeiros episódios acompanhado dos conflitos  que envolvem a vida da garota.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;A segunda parte relata  uma reviravolta na história decorrentes do surgimento de novos personagens,  dos heróis que se rebelarem contra a agência e a descoberta de uma  nova missão. Proteger Nova York de uma explosão nuclear que ocorrerá  poucos dias após as eleições congressistas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Como cada personagem  tem histórias pessoais, uma boa parte da série envolve a vida das  pessoas e como elas lidam com seus poderes no dia-a-dia. Os dramas particulares  são explorados nos episódios. Vale lembrar que um seriado tem estrutura  semelhante a uma novela e para se cativar o telespectador é preciso  fazer com que a vida dos heróis possuam características em comum com  a de quem assiste.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;A inovação na série  é que os heróis não são imortais. Na terceira parte, mais alguns  deles morrem. Outros passam a se ajudarem mutuamente na tentativa de  evitar a explosão nuclear e se livrarem dos perigos. A luta do bem  contra o mal, maniqueísmo que faz parte do modo americano de ver as  coisas, é bem delimitada em toda a série, apesar dos mistérios. Reflexões  filosóficas permeiam quase todos os episódios da série, numa tentativa  de se juntar ação e filosofia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;A defesa da família  e a crítica aos políticos que fazem qualquer coisa para ocuparem o  poder, como fraudes nas eleições e negociatas com mafiosos são mostradas  na série. Retrato dos novos tempos americanos, acrescida da reflexão:  até que ponto a família é mais importante que a pátria, ou o sacrifício  individual justifica a defesa da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Heróis&lt;/i&gt; mistura  ficção científica, histórias em quadrinhos com referências metalingüísticas,  estilo de narrativa clássico e vida cotidiana. O tempo passa de forma  aleatória. Presente no desenvolvimento dos acontecimentos, passado  em preto em branco para explicar as causas do presente e futuro onde  os personagens, que podem se tele-transportar, vêem os erros do presente  e das ações que devem evitar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Em geral, as manifestações  artísticas apresentam duas características importantes. &lt;i&gt;Heróis, &lt;/i&gt; por sua vez, incorpora elementos de várias outras séries e filmes  contemporâneos como &lt;i&gt;Matrix, Guerra nas Estrelas, Lost&lt;/i&gt; entre  outros, que os críticos classificam como pastiche. Outra característica  é refletir a sociedade contemporânea com suas tensões, medos, atrocidades  e o uso dos últimos recursos tecnológicos. Mesmo no futuro os problemas  sociais não são resolvidos e a civilização repete o passado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Se o mitólogo, Joseph  Campbell, estivesse vivo. Com certeza ele apontaria muitos arquétipos  que a série faz uso. Talvez nos desse uma explicação mais profunda  das questões filosóficas que entretém o telespectador e provavelmente  diria que independente do que as histórias contem, os valores como  amor, amizade, família, honestidade, solidariedade e um coração puro  entre outros são a substância de todas elas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4818546010867467502?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4818546010867467502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4818546010867467502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/07/amrica-e-seus-heris.html' title='A América e seus heróis'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1646631053083942790</id><published>2007-07-07T20:48:00.001-03:00</published><updated>2007-07-07T20:56:11.464-03:00</updated><title type='text'>Palavras do Ernesto Diniz</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Paixões: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Por árvores antigas, por avelã, chocolate, castelos, lealdade. Paixão pelo silêncio na hora certa, pela piada na hora errada, paixão pelas gargalhadas cúmplices. Paixão pela lua, pelas mudanças, pelo verso que passou e estamos em outro planeta. Paixão pela Poesia e pela Prosa, e, fatalmente, pela perdição entre as duas. Paixão por perfumes, andar na praia à noite, perder-me no tempo escrevendo ou lendo, a paixão pelos livros é confidente. Paixão pela liberdade, pela total falta de regras, mas paixão pela lealdade e pela força de espírito. Paixão menos pelo que é falado, mais pelo que é sentido.&lt;/span&gt;"( Autor: Ernesto Diniz -&lt;a href="http://naselva.com/ernesto/2007/04/02/minhas-paixoes/"&gt; blog: http://naselva.com/ernesto&lt;/a&gt; )&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1646631053083942790?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1646631053083942790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1646631053083942790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/07/palavras-do-ernesto-diniz.html' title='Palavras do Ernesto Diniz'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-1991185423756042728</id><published>2007-06-28T02:12:00.000-03:00</published><updated>2007-06-28T02:29:04.695-03:00</updated><title type='text'>Futebol e Literatura</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;( Quando os ídolos menosprezam a seleção vale lembrar o  texto de Eduardo Galeano. As palavras do escritor faz recordar os dribles do Garrincha e suas peripécias. Um verdadeiro balé futebolístico.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um belo dia a deusa dos ventos beija o pé do homem, o maltratado, desprezado pé, e desse beijo nasce o ídolo do futebol. Nasce em berço de palha e barraco de lata e vem ao mundo abraçado a uma bola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desde que aprende a andar, sabe jogar. Quando criança alegra os descampados e os baldios, joga e joga e joga nos ermos dos subúrbios até que a noite cai e ninguém mais consegue ver a bola, e quando jovem voa e faz voar nos estádios. Suas artes de malabarista convocam multidões, domingo após domingo, de vitória em vitória, de ovação em ovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A bola o procura, o reconhece, precisa dele. No peito de seu pé, ela descansa e se embala. Ele lhe dá brilho e a faz falar, e neste diálogo entre os dois, milhões de mudos conversam. Os Zé Ninguém, os condenados a serem para sempre ninguém, podem sentir-se alguém por um momento, por obra e graça desses passes devolvidos num toque, essas fintas que desenham os zês na grama, esses golaços de calcanhar ou de bicicleta: quando ele joga o time tem doze jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Doze? Tem quinze! Vinte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A bola ri,radiante, no ar. Ele a amortece, a adormece, diz galanteios, dança com ela, e vendo essas coisas nunca vistas, seus adoradores sentem piedade por seus netos ainda não nascidos, que não estão vendo o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mas o ídolo é ídolo apenas por um momento, humana eternidade, coisa de nada; e quando chega a hora do azar para o pé de ouro, a estrela conclui sua viagem do resplendor à escuridão. Esse corpo está com mais remendos que roupa de palhaço, o acrobata virou paralítico, o artista é uma besta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Com a ferradura, não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A fonte da felicidade pública se transforma no pára-raios do rancor público:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - Múmia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Às vezes, o ídolo não cai inteiro. E às vezes, quando se quebra, a multidão o devora aos pedaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (Eduardo Galeano, "Futebol, ao sol e à sombra")&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-1991185423756042728?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1991185423756042728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/1991185423756042728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/06/futebol-e-literatura.html' title='Futebol e Literatura'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-749320785314769107</id><published>2007-06-25T19:54:00.000-03:00</published><updated>2007-06-25T20:02:10.456-03:00</updated><title type='text'>Copacabana que me desculpe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(Algumas impressões de um Rio de Janeiro, à época um pouco menos violento. Escrito em abril de 2002. A França só tinha ganho do Brasil uma vez e a violência já existia, mas era menos aparente...)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O dia amanhece. Eu ando nas areias da praia do Leblon, as ondas quebram no mar, mais a frente, uma mulher em trajes de banho caminha acompanhada de seu fiel cão. Apesar da beleza marítima, não se deve esquecer da segurança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Copacabana que me desculpe, mas ver o dia nascer entre Leblon e Ipanema, tendo ao fundo a paisagem do Pão de Açúcar, é para francês nenhum botar defeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Passear pela capital fluminense num domingo de Abril, faz lembrar da música do Gilberto Gil, com abraços aos personagens sem esquecer da cidade que o cantor descreve com elogios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando o sol já estava alto, vejo na famosa praia uma partida de futebol entre franceses e brasileiros, provando que no Rio o campeão é sempre o Brasil. A torcida estava composta por integrantes da bateria de alguma escola de samba e suas mulatas, sambando e sonhando com uma viagem pra fora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, as ondas tentam derrubar os surfistas na praia do Arpoador. Eles, por sua vez, aproveitam-se das condições naturais para se exercitarem.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O pretexto para visitar a cidade foi a exposição “Utopia Gráfica”, que os camaradas tinham feito na União Soviética durante o período comunista, e, para minha surpresa, encontrei até campanha de cigarros, biscoitos, sabonetes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Será que não era um capitalismo dentro do regime socialista? Na exposição podia se ver, além de cartazes de cinema, peças gráficas em formato grande com referências ao primeiro de maio, aos camponeses, e a união de todos os povos em um regime igualitário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ver esse conjunto de cultura, arte e  beleza, faz a gente pensar na &lt;em&gt;Joie de vivre&lt;/em&gt;. As cores azul e branco do jogador nos mostra que a liberdade e a paz entre os povos, embora difícil de ser alcançada pode ser vista num dia de domingo, no Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-749320785314769107?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/749320785314769107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/749320785314769107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/06/copacabana-que-me-desculpe.html' title='Copacabana que me desculpe'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-366854565407547468</id><published>2007-05-27T18:43:00.000-03:00</published><updated>2007-05-27T19:30:25.073-03:00</updated><title type='text'>Escola Livre mostra outra perspectiva da dança</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A seguinte reportagem foi feita para o &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/05-26/cultura-1.htm"&gt;Jornal Online da Universidade Santa Cecília&lt;/a&gt;, na edição de sábado, 26 de maio de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Escola Livre mostra outra perspectiva da dança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao levar uma das filhas para a Escola Livre de Dança da Secretaria da Cultura de Santos, a artista plástica Karla Bernard descobriu que havia ali atividades também para ela. Karla fez o curso de dança moderna e contemporânea e, atualmente, dirige a Associação de Pais e Alunos Companhia da Dança, além de participar de dois grupos da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras mães seguem o mesmo exemplo e participam dos cursos de extensão curricular e das oficinas oferecidas pela escola, enquanto as filhas se dedicam à dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora Adriana Ayres diz que as mães têm muito a ganhar ao participarem das atividades oferecidas. “A correção da postura corporal, os exercícios de dança e a interação criada pelos movimentos faz com que haja um ganho na qualidade de vida e uma melhora da auto-estima delas”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já as meninas que não se encaixam nos padrões do balé clássico descobrem na escola o talento para a dança e a criação de coreografias. “As crianças podem fazer parte da Escola Livre de Dança, porque aqui não existe a obrigação de se encaixar na forma exigida pelo balé”, diz a professora Adriana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unindo arte e educação, a escola oferece oficinas de dança integrativa, iniciação à dança, flamenco e jazz. Nas duas últimas modalidades, participam crianças e adultos. As oficinas de dança têm duração de um ano e os cursos extracurriculares, de três. As crianças levam de sete a nove anos para se formar em dança moderna e contemporânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A dança integrativa reúne jogos cooperativos, dança criativa, que trabalha o lado lúdico, e danças circulares, que remetem às danças antigas de todos os países do mundo. As danças circulares são realizadas da mesma forma como foram criadas”, explica a professora Fátima Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aulas acontecem de duas a quatro vezes por semana, com uma hora de duração. Os alunos desenvolvem habilidades de coordenação motora, musicalidade, expressão corporal e participam de atividades complementares com aulas de iluminação, cenografia, teatro e moco, que mistura arte marcial, resistência, força e concepção de movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cursos de dança são procurados por alunos que desejam trabalhar como bailarinos profissionais. “A escola oferece uma formação em dança completa e os alunos aproveitam bem. O jazz, por exemplo, abre o leque para se dançar nos shows de cantores de músicas românticas”, conta a professora Joyce Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois de formados, os alunos podem trabalhar como bailarinos, professores ou coreógrafos”, diz a cenógrafa Cristiana Pieroni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos cursos de dança moderna e contemporânea, o balé clássico está presente porque é um dos fundamentos. Fátima esclarece que a dança moderna permite uma maior possibilidade de movimentação e, em alguns casos, dispensa o uso de sapatilhas, como na linha de trabalho da bailarina Marta Graham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, a dança contemporânea busca inovar. “Suas coreografias refletem o presente. Ela cria e recria através da movimentação corpórea. Uma das expoentes do estilo é a coreógrafa Deborah Colker, que faz uma pesquisa profunda para mesclar dança, resistência e força”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karla Bernard diz que a escola contribui na formação crítica dos alunos. Ela cita como exemplo o musical Olhares, espetáculo apresentado pela escola no final do ano retrasado, em que as crianças tiveram contato com a música do compositor Chico Buarque de Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Do Sonho À Fantasia” foi o tema do último espetáculo, que teve a direção de Egbert Mesquita e homenageou Walt Disney. Na apresentação, as coreografias remetiam à infância do desenhista e retrataram a sua vida. Projeções de filmes ao fundo interagiam com as coreografias criando uma atmosfera de sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos festivais de que participa, a Escola Livre de Dança tem sido representada por dois grupos: o “Vértice” e o “Arte N’Alma”, com premiações conquistadas no Festival Cidade de Santos — Dançar a Vida e no Passo da Arte de Cubatão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo dia 18 de junho, às 19 horas, no Teatro Municipal Brás Cubas, a escola vai apresentar um festival interno, aberto ao público, com coreografias sobre datas festivas do calendário. As coreografias serão desenvolvidas pelos próprios alunos e visam desenvolver o lado artístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Origem — &lt;/span&gt;Ao entrar na Escola Livre de Dança, o visitante ouve a música de uma das duas salas de aula, que envolve todo o ambiente. Na recepção, há livros de dança, revistas e fitas dos espetáculos de fim de ano. Alguns troféus conquistados pelo corpo de baile também estão expostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola foi fundada no ano 2000, a partir do projeto que as professoras Adriana Aires, Elaine Martins, Fátima Abreu e Sandra Alves levaram à Secretaria da Cultura de Santos. No início, oferecia dança criativa, estilo livre e dança moderna. Hoje, tem mais de 500 alunos matriculados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um ano e meio, a coordenação da escola está a cargo de Aurora Sarro. A Escola Livre de Dança conta com a Associação de Pais e Alunos que se mantém com contribuições voluntárias. A arrecadação é revertida para a escola ou para os alunos quando, por exemplo, a associação negocia um melhor preço na compra de vestuário para dança, ou auxilia alguns dos estudantes com vale-transporte e figurinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola Livre de Dança  abre inscrições no começo do ano. Os alunos que participam dos cursos e oficinas recebem certificados. O endereço é Rua Antônio Bento, 49, Vila Mathias. Telefone (13) 3223-0629.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-366854565407547468?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/366854565407547468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/366854565407547468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/05/escola-livre-mostra-outra-perspectiva.html' title='Escola Livre mostra outra perspectiva da dança'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4985434470916119559</id><published>2007-05-20T00:02:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T01:20:04.908-03:00</updated><title type='text'>Jornalismo Cidadão em pauta</title><content type='html'>A &lt;a href="http://edition.cnn.com/exchange/ireports/spotlight.html"&gt;CNN&lt;/a&gt; tem uma nova e interessante forma de interação com os telespectadores, que podem participar através de vídeos, fotos e comentários. Além da notícia e de fatos que causem surpresa. O &lt;a href="http://edition.cnn.com/exchange/ireports/spotlight.html"&gt;site&lt;/a&gt; dialoga com as pessoas em eventos como os dias da mães, e, após a morte de Bóris Ieltsin, os internautas escrevem depoimentos sobre a importância do lider soviético. No &lt;a href="http://edition.cnn.com/exchange/blogs/notebook/"&gt;blog do CNN-Exchange&lt;/a&gt; há comentários sobre os vídeos e fotos apresentadas, às vezes com  os bastidores das notícias. O ponto positivo é que a interatividade aproxima as pessoas ao veículo, indo além de mero telespectadores. No entanto, o entretenimento continua forte,  mesmo em um canal jornalístico, prevalece o lazer em vez da reflexão.&lt;br /&gt;O jornalismo cidadão tem como pioneiro o site &lt;a href="http://english.ohmynews.com/index.asp"&gt;OhmyNews&lt;/a&gt; que tem sua sede na Coréia do Sul e recebe reportagens de internautas, denominados repórteres cidadãos. Ele é igual a um jornal  com diferentes  editorias. Do Brasil, foi notícia a &lt;a href="http://english.ohmynews.com/articleview/article_view.asp?article_class=14&amp;no=360656&amp;amp;rel_no=1"&gt;derrota do Flamengo &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://english.ohmynews.com/ArticleView/article_view.asp?no=361017&amp;amp;rel_no=1"&gt;a visita do Papa&lt;/a&gt;. As notícias, a meu ver, estavam imparciais. O site conta com um manual de estilo, um código de ética (só permitido acesso a assinantes) e dicas para os repórteres postarem de acordo com os padrões. Se um repórter fizer 25 reportagens simples, sem dar manchete, ele recebe 50 dólares. o que provavelmente não paga o custo da operação. Também há uma adaptação do slogan do NY Times com: That's fit to share with you. Deveriam ter usado a criatividade do desenvolvimento do site também no slogan e não ficar copiando o Sr. Ochs&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4985434470916119559?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4985434470916119559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4985434470916119559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/05/jornalismo-cidado-em-pauta.html' title='Jornalismo Cidadão em pauta'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4572997831559013539</id><published>2007-05-17T00:53:00.000-03:00</published><updated>2007-05-17T01:08:43.846-03:00</updated><title type='text'>Hai-Kai</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Marias-sem-vergonha no jardim de Alá&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ondas quebrando na beira do mar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bailarinas girando ao som de Bach&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4572997831559013539?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4572997831559013539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4572997831559013539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/05/hai-kai.html' title='Hai-Kai'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-839266023543770590</id><published>2007-05-12T22:06:00.000-03:00</published><updated>2007-05-12T22:26:25.705-03:00</updated><title type='text'>Escolinhas em SV formam jogadores para times grandes</title><content type='html'>Em São Vicente, duas escolas preparam jogadores para times de todas as divisões do futebol paulista. No São Paulo Futebol Center e na Escolinha do &lt;a href="http://www.adsaocaetano.com.br/escolinhas.htm" target="_blank"&gt;São Caetano&lt;/a&gt;, os atletas que se destacam vão para as categorias de base desses e de outros clubes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito esforço, vontade e dedicação fazem parte do dia-a-dia de cada jogador que busca se profissionalizar. “Hoje, o futebol exige dos jogadores que estão começando dedicação semelhante aos estudos para se chegar a uma faculdade. Qualquer jogador tem chance de atuar em um time grande. O principal requisito é ter vontade”, diz Wilson Topp, coordenador da escolinha do clube do ABC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Topp, o futebol se profissionalizou e os treinadores dos times grandes e médios, quando vão fazer teste com os jogadores, observam, além do talento, o aspecto técnico: se o jogador sabe se posicionar, receber a bola e trocar passes, ou seja, se o garoto já tem domínio tático. Tudo isso facilita a escolha do jogador para as categorias de base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o coordenador, a escola de futebol aprimora o jogador nos aspectos físico e tático. Os treinos acontecem três vezes por semana e a duração média de duas horas. Os treinadores da escolinha do São Caetano são ex-jogadores com formação em educação física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não existe um tempo mínimo para o aluno participar dos testes nos times. Encaminhamos o jogador quando ele está preparado”, afirma Wilson Topp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futebol de salão tem a preferência da garotada, diz o coordenador, porque "é mais fácil fazer gol, o campo é menor, geralmente coberto e os meninos não se sujam tanto quanto no campo". Mas ele ressalta que, quando se começa a jogar no tempo certo, na idade de 9 ou 10 anos, não faz muita diferença se é futebol de campo ou salão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola de futebol do São Caetano começou na praia do Itararé há dois anos. Hoje ela tem 70 alunos. Sete deles jogam na Portuguesa Santista - cinco na categoria sub-15 e dois na sub-17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dedicação do jogador também é destacada pelo proprietário da escolinha São Paulo Futebol Center, José Celestino de Menezes. “A força de vontade e o esforço fazem a diferença em um jogador que queira se destacar e jogar em um time grande”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos treinos, os meninos aprendem os fundamentos e a tática do futebol. “Não existe um tempo mínimo para aprender”, afirma Celestino. Ele diz que no ano passado um dos meninos fez teste para o São Paulo uma semana depois de ter entrado para a escola, e foi selecionado para o clube. Já outros ficam de dois a três anos e não passam nos testes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Celestino, o &lt;a href="http://www.saopaulofc.net/spfc/1NOVO2.asp?PLC_map_001_c=03.05" target="_blank"&gt;São Paulo Futebol Clube &lt;/a&gt;realiza quatro avaliações dos jogadores da escola por ano. Duas são no centro de treinamento do clube paulistano e duas na escolinha. No ano passado, a escola tinha 200 meninos e cinco foram selecionados para as categorias de base do clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola prepara o jogador ensinando os fundamentos, aspectos táticos e preparo físico. Os treinos, com duração de três horas, ocorrem de segunda a sexta-feira, no 2º Batalhão de Infantaria Leve e no Jóquei Clube. Celestino ressalta que não existe a obrigatoriedade de se treinar todos os dias. "Os alunos têm livre arbítrio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele conta que decidiu ter uma escola do São Paulo por considerar que o clube é o que oferece melhor assistência aos franqueados, como palestras e cursos para os professores. O São Paulo, ao selecionar os jogadores das categorias de base, prioriza os das escolinhas franqueadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celestino considera importante o aluno começar no futebol de salão, citando como exemplo jogadores como Djalminha, Ronaldo Fenômeno e Robinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Futsal&lt;/strong&gt; - No Centro Esportivo Robinho, 420 meninos e 54 meninas participam das escolinhas de futebol de salão. Existem dez horários diferentes de treino. As equipes disputam campeonatos em todas as categorias. De acordo com o coordenador do centro esportivo, João Rodrigues, o Rodinha, há uma lista de espera grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Noventa e cinco por cento dos jogadores de futebol de campo começam jogando no &lt;a href="http://www.futsalbrasil.com.br/index.php" target="_blank"&gt;futebol de salão&lt;/a&gt;, que é a escola do futebol de campo, porque melhora a parte tática e fortalece a disciplina. O aluno tem que usar a camisa para dentro, não pode xingar, tem que ser educado e ao mesmo tempo fazer lances rápidos e marcar o time adversário”, explica Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para o coordenador, a prática do esporte desenvolve o convívio social. “O esporte é tão importante quanto a saúde e a educação, porque trabalha a parte física e social”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jogadores &lt;/strong&gt;- Wagner Hainklain Jaques Júnior, de 15 anos, é volante da Portuguesa Santista, onde joga na categoria sub-15. Ele começou a jogar futebol aos 8 anos e freqüenta a escolinha do São Caetano desde 2006.O jogador afirma que melhorou na escolinha, “Eu desenvolvi a musculatura, velocidade e resistência”, diz. Agora, Wagner pretende se tornar profissional. “Vou fazer o máximo possível para isso acontecer”, promete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O zagueiro do time do Jabaquara, Ariel Silva Ribeiro dos Santos, de 14 anos, joga futebol desde os 8. Ele começou no Esporte Clube Beira Mar, onde frequentou a escolinha de futebol de salão por seis meses. Atualmente, tenta conciliar os estudos da sétima série com o futebol. Ele treina de segunda a sexta e tem como objetivo jogar num clube grande e seguir carreira no futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro jogador do Jabaquara, Francisco Júnior, de 15 anos, é lateral esquerdo e também joga futebol desde os 8. Ele freqüentou escolinha por dois anos e diz que conseguiu se destacar. O jovem está na oitava série e afirma que consegue conciliar a escola com o futebol. No futuro, pretende jogar fora do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço -&lt;/strong&gt; A Escolinha São Paulo Futebol Center treina às segundas, quartas e sextas, às 14 horas, no Segundo Batalhão de Infantaria Leve, em São Vicente. Informações pelos tels. (13) 9121-7402/3564-1717.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escolinha do São Caetano treina às terças, às 15 horas, na Praia do Itararé; às quintas às 15 horas; e aos sábados às 9 horas, no Segundo Batalhão de Infantaria Leve. Informações pelos tels. (13) 9141-5357/3026-6504.&lt;br /&gt;( &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/05-12/regional-1.htm"&gt;Reportagem Para o jornal online da Unisanta&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-839266023543770590?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/839266023543770590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/839266023543770590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/05/escolinhas-em-sv-formam-jogadores-para.html' title='Escolinhas em SV formam jogadores para times grandes'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5789182640101929593</id><published>2007-04-28T19:20:00.000-03:00</published><updated>2007-04-28T19:25:27.268-03:00</updated><title type='text'>Cidadania em pauta</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/04-28/regional-1.htm"&gt;Fórum da Cidadania quer transformar a sociedade&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Organizar uma Agenda 21 e criar um centro de estudos e promoção da cidadania são os principais objetivos do &lt;a href="http://www.forumdacidadania.org.br/" target="_blank"&gt;Fórum da Cidadania&lt;/a&gt; para este ano. O cordenador geral, Célio Nori, quer debater o tema junto à Prefeitura e às entidades da sociedade civil. ( primeiro parágrafo da matéria publicada hoje no jornal online da Unisanta, para ler a matéria completa &lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/04-28/regional-1.htm"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5789182640101929593?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5789182640101929593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5789182640101929593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/cidadania-em-pauta.html' title='Cidadania em pauta'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8106434050958145483</id><published>2007-04-24T18:44:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T22:01:38.004-03:00</updated><title type='text'>Tchecov reflete o ofício do escritor através de seu personagem</title><content type='html'>TRIGORIN "...A veces se le impone a uno, a la fuerza, un pensamiento... Le da a uno, por ejemplo, por pensar de día y de noche en la luna... !Pues bien!..., yo también tengo mi luna. De dia y de noche vivo dominado por este pensamiento fijo &lt;&gt; &lt;&gt; Apenas he escrito uma novela, ya..., sin saber por qué..., tengo que empezar otra... Luego una tercera y después una cuarta... Escribo sin darme tregua, !y no puedo obrar de otro modo!... ?Y qué -- le pregunto yo-- hay en todo esto de maravilloso o de claro?... !Ah!... !Que vida salvaje la mia!... Aqui estoy ahora hablando animadamente con usted y sin dejar, sin embargo, de recordar en todo momento que mi novela, aún no terminada, me espera... Si, por ejemplo, veo passar una nube cuya forma recuerda la del piano, pienso que habré de señalar en alguma novela el paso de una nube semejante... Huele a heliotropo..., y enseguida mi mente registra: &lt;&lt;olor&gt;&gt;, &lt;&lt;el&gt;&gt;, &lt;&lt;recordar&gt;&gt;... Cuando termino mi trabajo, corro al teatro o me voy a pescar. Aqui, donde debería haber descansado e olvidado..., no puedo ya hacerlo, pues dentro de mi cabeza comienza a dar vueltas otra pesada bala de peltre: un nuevo argumento!... Ya la mesa de despacho empieza a atraerme, y de nuevo hay que escribir, escribir y que escribir!...!Y así siempre, siempre!... !Yo soy el primer obstáculo a mi tranquilidade! Siento que devoro mi propia vida, pues para conseguir la miel que luego entrego a alguno de los seres que pueblan el espacio, he de recoger antes el polvo de mis mejores flores, destrozarlas y pisotear sus raíces... ?Acaso no soy un loco?... ?Es la actitud de mis amigos y conocidos la natural para con un ser de espíritu sanu?... &lt;&gt; --me dicen--. &lt;&gt;... !Siempre lo mismo! !Siempre lo mismo!... Y llega a parecerme que todo: la atención que me prestan los que me conocen, las alabanzas y los entusiasmos son puro engaño... Se me figura que me engañan como a un enfermo y, a veces, hasta temo que se me acerquen a hurtadillas por la espalda, me cojan y me lleven a un manicomio...Aquellos otros años, los mejores de mi juventude, cuando empezaba mi carrera literaria, fueron para mí un continuo martirio... El escritor de segunda fila, sobre todo cuando la suerte no lo acompaña, se antoja a sí mismo inepto..., se considera &lt;&lt;de&gt;&gt;. Sus nervios desgatados se mantienen en constante tensión, y se pasa el tiempo vagando por los círculos literarios sin ser aceptado ni advertido por nadie. Teme mirar a los ojos de los demais, franca y valerosamente, como el jugador apasionado cuando no tiene dinero...Nunca he visto a mi lector, pero, sin saber por qué, la imaginación me lo repressenta predispuesto en contra mia y lleno de desconfianza... !He sentido miedo al público! Cuando llegaba el momento de representar una nueva obra, en cada estreno me parecía observar que los morenos me eran hostiles y los rubios fríamente indiferentes. !Qué terrible sensación! !Qué martirio!"&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tchecov&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; en teatro (La Gaviota) págs 32 a 34&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8106434050958145483?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8106434050958145483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8106434050958145483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/tchecov-reflete-o-ofcio-do-escritor.html' title='Tchecov reflete o ofício do escritor através de seu personagem'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-9207243629088551436</id><published>2007-04-17T21:34:00.000-03:00</published><updated>2007-04-17T21:56:20.864-03:00</updated><title type='text'>Lucina, Zélia Duncan e Shakespeare</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Adoro cortinas / que se abrem / adoro o silêncio / antes do grito / adoro o infinito / de um momento / rápido / o instrumento gasto / o ator aflito / o coração na boca / antes /da palavra louca /que eu naum digo /adoro te imaginar / mesmo sem ter / te visto / adoro os detalhes / olhares, atalhos / botões / adoro as pausas / entre as canções /soluções da natureza / riquezas da criação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As an unperfect actor on the stage / Who with his fear is put besides his part, /Or some fierce thing replete with too much rage, / Whose strength's abundance weakens his own heart. /So I, for fear of trust, forget to say /The perfect ceremony of love's rite, / And in mine own love's strength seem to decay, / O'ercharged with burden of mine own love's might. /O, let my books be then the eloquence / And dumb presagers of my speaking breast, / Who plead for love and look for recompense / More than that tongue that more hath more express'd. / O, learn to read what silent love hath writ: / To hear with eyes belongs to love's fine wit.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;( &lt;em&gt;Soneto XXIII&lt;/em&gt; ao som de &lt;em&gt;Coração na boca&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-9207243629088551436?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9207243629088551436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/9207243629088551436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/lucina-zlia-duncan-e-shakespeare.html' title='Lucina, Zélia Duncan e Shakespeare'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-6392904098686028874</id><published>2007-04-15T23:27:00.000-03:00</published><updated>2007-04-15T23:42:53.325-03:00</updated><title type='text'>Técnicas de rejuvenescimento</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Na sala de um apartamento, a tv transmite o noticiário da noite. Diante da televisão, um jovem folheia a revista e pensa na namorada, que está na faculdade assistindo a aula sobre o idioma universal que se consolidou com a globalização e o avanço da internet.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Triiiimmm! triiiimmm! O celular toca no meio da aula. Todos olham. Ela se retira da sala para atender.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Alô&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Oi Jéssica, sou eu, Renato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Oi R-e-n-a-t-o. Precisava me ligar no meio da aula? Faltam dez minutos para o intervalo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Desculpe, é que acabo de ouvir uma notícia na tv sobre um estudioso que virá ao Brasil expor uma nova filosofia de vida com base nas descobertas da ciência em que as pessoas vão poder viver o tempo que quiserem, não vão envelhecer, nem engordar e permanecerão com aparência de jovens.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Renato, você tá louco?! Onde já se viu isso?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Mas Jéssica, acabou de passar na tv. E outro dia vi uma foto dele na revista, estava com aparência de vinte e poucos anos, e ele tem mais de quarenta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Sério? E por que ele vem ao Brasil?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Parece que o Brasil é o país que reúne as condições ideais para a implantação da sua filosofia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Condições ideais?! Sei. E quais são essas tais condições?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Clima, praias, academias, pessoas que praticam esporte e se preocupam com a boa forma, alimentação. Ele afirmou que o Brasil já pratica em parte o seu método.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Não sei não. Essa história está muito estranha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;-Mas se passou no jornal ?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Se ele diz que a gente já pratica, não precisa de um filósofo que venha nos ensinar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- É que ele vai trazer o elixir de rejuvenescimento feito com cartilagem de tubarão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Ah! Agora tem mais essa! O cara inventa uma fórmula, mata tubarões, e quer vender pra gente. Renato, acorda! Tô no meio da aula, tenho que checar meus e-mails e você me vem com essa história de filósofo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Desculpe amorzinho, é que você sempre sabe das novidades. Dessa vez queria te surpreender.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;- Mas não com essa de filósofo e tubarão. Deixa eu voltar pra aula e quando eu sair da facu te ligo, tchau.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Jéssica volta pra sala e a aula havia acabado. Então ela atravessa os corredores e se dirige a sala de computadores para checar seus e-mails. Ao abrir sua caixa de mensagens com boletins do noticiário internacional, descobre: "Cientistas desenvolvem técnica de rejuvenescimento com cartilagem de tubarão".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;                                                      -x-x-x-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Escrevi esta crônica em 2003, que foi publicada no&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Em Foco&lt;/span&gt;, o jornal laboratório da Firb. A idéia inicial era criticar os celulares que viviam tocando durante as aulas. A crônica acabou indo por outro caminho e os celulares ficaram em segundo plano. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;C'est la vie&lt;/span&gt;. Hoje, a gente já se acostumou com este hábito de atender  telefone no meio da aula, mas alguns ainda continuam com aquelas campainhas infames que tiram a concentração de qualquer um. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hélas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-6392904098686028874?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6392904098686028874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/6392904098686028874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/tcnicas-de-rejuvenescimento.html' title='Técnicas de rejuvenescimento'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5314264465270344322</id><published>2007-04-11T21:09:00.000-03:00</published><updated>2007-04-11T21:11:17.105-03:00</updated><title type='text'>Pensamento, demasiado humano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A nossa única grande vantagem, o segredo do nosso sucesso, é o pensamento   -- o pensamento caracteristicamente humano. Somos capazes de encontrar soluções para os problemas, imaginar acontecimentos que ainda vão ocorrer, entender a realidade. Foi assim que inventamos a agricultura e a civilização. O pensamento é a nossa benção e a nossa maldição, faz de nós o que somos. &lt;strong&gt;Carl Sagan&lt;/strong&gt; em &lt;em&gt;Bilhões e bilhões&lt;/em&gt;, pág. 193&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5314264465270344322?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5314264465270344322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5314264465270344322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/pensamento-demasiado-humano.html' title='Pensamento, demasiado humano'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-2983345415573438600</id><published>2007-04-10T22:20:00.000-03:00</published><updated>2007-04-10T22:23:29.173-03:00</updated><title type='text'>O Caminho de San Giovanni</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(Que a vida também fosse desperdício, isso minha mãe não admitia &amp;shy;&amp;shy;– ou seja, que também fosse paixão. Por isso nunca saía do jardim etiquetado planta a planta, da casa forrada de buganvílias, do escritório, com o microscópio debaixo da redoma de vidro e os herbários. Sem incertezas, ordeira, transformava as paixões em deveres, e deles vivia.&lt;br /&gt;Mas o que movia meu pai a cada manhã pelo caminho de San Giovanni acima – e a mim abaixo pelo meu caminho –, mais que o dever de proprietário laborioso, ou o desprendimento de inovador de métodos agrícolas – e o que movia a mim, mais que as definições daqueles deveres que aos poucos iria me impor --, era paixão feroz, dor de existir – o que mais podia nos impelir, ele a subir pragais e bosques, eu a me entranhar num labirinto de muros e papéis escritos? Confronto desesperado com o que resta fora de nós, desperdício de si em oposição ao desperdício geral do mundo.) &lt;b&gt;Ítalo Calvino&lt;/b&gt; em &lt;em&gt;O Caminho de San Giovanni&lt;/em&gt; -- pág. 76 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-2983345415573438600?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2983345415573438600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/2983345415573438600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/o-caminho-de-san-giovanni.html' title='O Caminho de San Giovanni'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5826234795480799589</id><published>2007-04-08T17:26:00.000-03:00</published><updated>2007-04-08T17:32:49.965-03:00</updated><title type='text'>Impressionista com um toque intimista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Perto do Coração Selvagem &lt;/em&gt;tem todas as cores de um romance de impressões. Os críticos o classificam como intimista. A autora, hábil em mesclar as duas coisas, expressa sentimentos e estados interiores com maestria. A paisagem que a circunda se relaciona ao seu mundo como se do exterior partisse a significação das emoções e vice-versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clarice Lispector tem a faculdade de conversar com o leitor dividindo com ele as sensações, sejam de alegrias ou tristezas. Ao se adentrar na leitura do livro passa-se a habitar o universo interior da autora. A conversa é tão íntima, (talvez daí a classificação intimista dos críticos), que não se consegue imaginar os personagens separados da própria autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escritora passa a ser Joana, a personagem principal, que é a própria Clarice, nas diferentes fases da vida: infância, adolescência, no período que antecede o casamento, e no momento da separação. Mas o foco de sua obra é o estado interior. O roteiro é apenas uma conveniência, e, realmente, a gente quer sempre saber o roteiro para tirar nossas conclusões internas ou para julgarmos se vale a leitura. Clarice vai no cerne da questão, ela faz com que o roteiro ocupe um papel secundário e, os sentimentos, o que se passa dentro de cada um de nós, e que faz com que tomamos nossas decisões, ocupe o papel principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por expressar o seu íntimo o livro toma outra dimensão. Ela afirma dentro do próprio romance, na voz da personagem, que aquilo que sente não consegue expressar com palavras. Mas quando transforma em palavras, as palavras se transformam no que está sentindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma controvérsia, surgida a partir do lançamento do romance, de que ela foi influenciada por James Joyce e Virginia Woolf contudo, &lt;em&gt;Perto do Coração Selvagem&lt;/em&gt;, seu primeiro livro, escrito quando ela tinha pouco mais de 20 anos, está no mesmo nível da obra dos outros autores impressionista e com um toque intimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estranhe se durante a leitura do romance você se sinta como os personagens do livro e depois passe a ver o mundo com mais atenção aos seus sentimentos interiores, semelhante ao que disse uma atriz sobre a influência do personagem no ator, em que adquiria uma forma de ver, pensar e sentir muito próxima do papel que representava. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5826234795480799589?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5826234795480799589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5826234795480799589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/impressionista-com-um-toque-intimista.html' title='Impressionista com um toque intimista'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8469113997086255743</id><published>2007-04-07T17:04:00.000-03:00</published><updated>2007-04-07T17:36:17.225-03:00</updated><title type='text'>Desejo de Poesia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"A dor cansada numa lágrima simplificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se eu me visse na terra lá das estrelas ficaria só de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um simples olhar surpreso esgotaria todos os fatos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Havia um meio de ter as coisas sem que as coisas a possuíssem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A chuva e as estrelas, essa mistura fria e densa me acordou, abriu as portas do meu bosque verde e sombrio, desse bosque com cheiro de abismo. Onde corre água. E uniu-o à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A palavra estala entre meus dentes em estilhaços frágeis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas o sonho é mais completo que a realidade, esta me afoga na inconsciência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Palavras muito puras, gotas de cristal. Sinto a forma brilhante e úmida debatendo-se dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vagarosamente entristeceu de uma tristeza insuficiente e por isso duplamente triste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Inútil seguir por outros caminhos, quando para um só seus passos a guiavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porque os últimos cubos de gelo haviam-se derretido e agora ela era tristemente uma mulher feliz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sons como setas grossas, cravando-se nos móveis, nas paredes, nela própria maciamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Erguia-se pura uma nova manhã, docemente viva. E sua felicidade era pura como o reflexo do sol na água. Cada acontecimento vibrava em seu corpo como pequenas agulhas de cristal que se espedaçassem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu toda nado, flutuo, atravesso o que existe com os nervos, nada sou senão um desejo, a raiva, a vaguidão, impalpável como a energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Gosto, mas eu nunca sei o que fazer das pessoas ou das coisas de que eu gosto, elas chegam a me pesar, desde pequena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há uma substância assustada e leve no ar, eu consegui obtê-la, é como o instante que precede o choro de uma criança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu mesma posso morrer de sede diante de mim. A solidão está misturada à minha essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há certo instante na alegria de poder que ultrapassa o próprio medo da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Era inútil abrigar-se na dor de cada caso, revoltar-se contra os acontecimentos, porque os fatos eram apenas um rasgão no vestido, de novo a seta muda indicando o fundo das coisas, um rio que seca e deixa ver o leito nu."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequenos trechos do livro &lt;em&gt;Perto do Coração Selvagem &lt;/em&gt;de Clarice Lispector.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8469113997086255743?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8469113997086255743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8469113997086255743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/04/desejo-de-poesia.html' title='Desejo de Poesia'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-8794508050726415232</id><published>2007-03-25T02:16:00.000-03:00</published><updated>2007-03-25T02:37:43.099-03:00</updated><title type='text'>Jornalismo em questão  (discussões a partir da aula)</title><content type='html'>O jornalismo continua com o mesmo espaço na produção da informação. Antes os outros meios também produziam informação, nem tanto de caráter político, como é a maior vertente do jornalismo, ou de influenciar em decisões da população . Porém esses meios como o cinematográfico e o musical produziam informações reflexivas, por exemplo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tempos Modernos&lt;/span&gt; de Chaplin,  as canções do Geraldo Vandré, Chico Buarque e Caetano Veloso (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;É proibido proibir&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia advinda com a cibernética tem por finalidade organizar, controlar e administrar (no sentido de quem tem acesso a quê)  a informação, que por sua vez está controlada por grandes conglomerados que fazem a agenda setting e a jurisprudência (termo usado pelo Luís Nassif) do jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o computador continua sendo a ferramenta. A possibilidade de um site ou blog ou vídeo (ex. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;You Tube&lt;/span&gt;) alcançar milhares pessoas gera uma repercussão momentânea que não chega a influenciar diretamente ao público. O viés maior de sua influência é o entretenimento, ou no máximo, uma informaçao passageira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença principal, e aí está o poder do jornalismo, é a formação do leitor. Quando o jornalista publica um texto ele preenche as lacunas que o seu público desconhecia. O interesse em ler, ver ou ouvir está justamente na posição que o cidadão irá tomar a partir do que ficou sabendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A produção de informação por diferentes canais aumenta a discussão sobre um determinado tema e amplia os horizontes de quem está interessado em descobrir os diferentes ângulos do assunto. Contudo, o tempo disponível das pessoas é escasso e elas vão buscar a fonte mais confiável que continua sendo de caráter jornalístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Dessa forma o jornalista continua exercendo importante papel na sociedade, sua importância tende a aumentar se ele  respeitar os príncipios da profissão. Infelizmente isso não  tem acontecido, devido a tomada de partido da imprensa em determinadas questões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí o debate sai desta esfera e vai para a questão: profissional /empresa. E, para parafrasear o Kipling, é assunto para outro pôr do sol.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-8794508050726415232?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8794508050726415232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/8794508050726415232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/03/jornalismo-em-questo-discusses-partir.html' title='Jornalismo em questão  (discussões a partir da aula)'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-4621456749431981078</id><published>2007-03-23T14:16:00.001-03:00</published><updated>2007-03-23T14:20:52.784-03:00</updated><title type='text'>Para lembrar dos anos idos</title><content type='html'>A semana tem sido corrida. E, para variar, vou relembrar a idéia original, ou melhor, a primeira vez que pensei em criar um blog. Foi nos idos de 2003. Durante as conversas de fim de noite na casa da Sandra (Nossa amiga e conselheira, sempre com uma visão diferenciada da vida e da sociedade, além de uma sinceridade incomum).&lt;br /&gt;Bom, então a gente caminhava pelas ruas de Pinheiros e terminava tomando um último café, feito numa cafeteira italiana, como despedida da conversa. E, lembro que disse para o Phillip (Um cara super gente boa; Grande Irmão) e a Sandra: -- O que vocês acham de eu fazer um blog? Então a Sandra a responde que eu tenho que atualizar todo dia. O Phillip confirma. E eu penso...&lt;br /&gt;Não tenho tempo para postar todo dia, vai ser complicado. Ai o Phillip dizia: "O Léo é o cara das mil idéias, amanhã ele vai estar com outro projeto na cabeça...". E tenho que dar razão a ele, o projeto só saiu da massa cinzenta depois de quatro anos, sem contar a solicitação dos profs.&lt;br /&gt;Tempos bons aqueles. A gente chamava professor de profe. Eu fazia uma crítica silenciosa dos quadros do Andy Warhol que a sandra adorava. Sem contar o Prof. Valmir que nos divertia e quando achava que a gente tava abusando da paciência dele, radicalizava, rs. E a gente se revoltava mas entregava os trabalhos a tempo.&lt;br /&gt;Hoje a Sandra passa uma temporada na Espanha. Ela agora resolveu se dedicar à Gastronomia, e pelo que sei, está indo bem. Daqui há alguns anos provavelmente poderemos visitar um bistrô -torço para que seja em sampa- e saborear os excelentes pratos que a Sandra já fazia antes da pós.&lt;br /&gt;O Phillip continua na Selva de pedra trabalhando com cinema e um pouco de jornalismo mais para fotográfico. Até acho que ele não gosta muito de Jornalismo. Mas quando sai para fazer reportagem. O cara é bom.&lt;br /&gt;Eu sigo estudando para terminar o curso. Com umas reportagens para as disciplinas do curso que logo logo estarão nesse blog. Então se vocês acharem o blog um pouco parado visitem alguns dias depois, pois sempre haverá novidades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-4621456749431981078?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4621456749431981078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/4621456749431981078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/03/semana-tem-sido-corrida.html' title='Para lembrar dos anos idos'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1156721266262424705.post-5025808349683540459</id><published>2007-03-18T11:30:00.000-03:00</published><updated>2007-03-18T11:57:07.204-03:00</updated><title type='text'>Biodiesel em pauta</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.online.unisanta.br/2007/03-17/campus-1.htm"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alunos de Engenharia fazem biodiesel mais puro e barato&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de produzir um biodiesel mais puro, os alunos do curso de engenharia química da Unisanta Bianca Saragiotto Koga, Bruno Pizzirani e Renato de Marchi Vieira dos Santos estão desenvolvendo um projeto inovador que modifica a etapa final da produção deste combustível. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;(Lead da matéria publicada no jornal online da Unisanta, ediçao do dia 17/03/2007. o link da matéria está no título). &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1156721266262424705-5025808349683540459?l=ultimapauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5025808349683540459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1156721266262424705/posts/default/5025808349683540459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ultimapauta.blogspot.com/2007/03/biodiesel-em-pauta.html' title='Biodiesel em pauta'/><author><name>by Leonardo Leal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08422704409976543552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aBrFvL1wIns/TGRY4kqYYpI/AAAAAAAAADU/XTM2qZXSRlA/S220/leo_portrait.jpg'/></author></entry></feed>
